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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Vandalismo no parque!


Nem queria acreditar! Quando cheguei a uma das minhas esplanadas favoritas, deparei-me com este cenário deplorável. Algumas bestas atiraram as cadeiras da esplanada para dentro do lago! Cambada de idiotas! Já temos tão poucos espaços agradáveis (e gratuitos) onde possamos estar e, mesmo assim, esses vão sendo vandalizados. 
Assim, não pode ser!!!!!!!

terça-feira, 30 de julho de 2013

A Sombra da Sereia (Sjojungfrun)

Sinopse
"Um homem desaparece misteriosamente em Fjallbacka e, apesar de todos os esforços de Patrik Hedstrom e dos seus colegas da Polícia, ninguém sabe se está vivo ou morto. Meses mais tarde, é encontrado no gelo com sinais de ter sido assassinado. O caso complica-se quando Christian Thydell, um amigo da vítima, começa a receber ameaças anónimas. Christian, cujo primeiro romance, A Sereia, acaba de ser publicado com grande sucesso, não aguenta a pressão e mostra as cartas anónimas a Erika Falk, que o tinha ajudado a rever o manuscrito. Erika entrega-as ao marido. Suspeitava há muito da existência de uma sombra ameaçadora na vida de Christian e está preocupada com o que possa vir a acontecer-lhe. Alguém tem um profundo ódio por ele, alguém aparentemente perturbado e instável que não hesitará em concretizar as suas ameaças. Apesar de estar no final de uma gravidez de gémeos, Erica procura obter respostas para as suas inquietações e essas respostas remetem para o passado e para uma história terrível."

Impressões
Este é o sexto livro desta série policial. Mais uma vez, Patrik Hedstrom e os seus colegas têm um crime tenebroso para investigar. Como um dos envolvidos é um amigo de Erika, é claro que ela acaba por também se envolver na investigação. Ao longo da história percebemos que Patrik está à beira de um esgotamento, não só por causa do stress próprio do seu trabalho, mas também por ter que cuidar de Maja, a sua primogénita. De facto, a descrição do seu quotidiano está tão bem feita que, também eu, me senti esgotada. Para ajudar, Erika está grávida de gémeos. Para ser sincera, se fosse eu, já tinha dado umas valentes palmadas na pirralha (Maja) e acabava com as birras. Assim, com tanta psicologia e cuidado para evitar traumas à criancinha, os pais são levados à pura exaustão. Enfim, opções... 
O livro termina precisamente quando a história está no "ponto", por assim dizer, deixando algumas questões em aberto. Lá vou ter que esperar mais um ano para saber o que acontece a seguir :(

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Por aqui: momento zen!

É tão bom passear na praia, chapinhar em água límpida e sentir que o verão é eterno! 

domingo, 28 de julho de 2013

A Casa Torta (Crooked House)

Sinopse
"A numerosa família Leonildes vive numa estranha mansão  nos subúrbios de Londres, sob o olhar protetor e um tanto controlador do patriarca Aristide Leonildes. Quando o velho milionário é assassinado, deixa para trás uma longa lista de suspeitos, encabeçada pela própria viúva, cinquenta 
anos mais nova do que ele. 
Com o apoio de Sophia, neta do falecido e sua noiva, Charles Hayward envolve-se no quotidiano doméstico, decidido que está a apurar a verdade a todo o custo. Ainda que o círculo de suspeitos esteja circunscrito ao universo familiar, o jovem acaba por ter de se confrontar com uma conclusão surpreendente. Afinal, nem o próprio assassino contava com o que viria a acontecer..."

Impressões
Nunca desilude! Este livro foi editado, pela primeira vez, em 1949 e, assim sendo, percebe-se porque é que a autora foi tão pressionada para alterar o final. Ainda bem que não o fez, pois assim temos a oportunidade de ler um excelente romance policial. 
A um leitor do século XXI, habituado à banalização da violência, os personagens poderão parecer um tanto ingénuos. Quanto a mim, é essa caraterística que torna estes livros tão cativantes. A maldade, a violência e o romance estão presentes. No entanto, há lugar para a imaginação e uma razão de ser para cada acontecimento. Tenho pena de que esta personagem, Charles Hayward, não tenha aparecido (tanto quanto saiba) em mais nenhum livro.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Livros para crianças

Comprei estes livros, aproveitando uma promoção fantástica, para oferecer à minha prima Letícia, que faz hoje sete anos. Devo confessar que tive muita dificuldade em escolhê-los, já que me apetecia trazer a loja inteira! Fiquei cativada, não pelas histórias, mas pelas ilustrações... algumas são verdadeiras obras de arte!
Espero que a pequena leitora também fique entusiasmada e se divirta bastante.
Parabéns Letícia!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Tigres Sob Um Céu Vermelho (Tigers in Red Weather)

Sinopse
"Nick e a sua prima, Helena, cresceram a compartilhar os verões quentes na Casa do Tigre, propriedade da família. Como a Segunda Guerra Mundial entretanto termina e elas estão a chegar à idade adulta, preparam-se para partir à conquista do mundo. Nenhuma delas encontra a vida que tinha imaginado e, com o passar dos anos, as viagens até à Casa do Tigre assumem uma nova complexidade. É então que, à beira da década de 1960, a filha de Nick e o filho de Helena fazem uma descoberta sinistra que mergulha numa sombra profunda a luminosidade daquela ilha outrora brilhante. Magnificamente contado a partir de cinco perspetivas, Tigres Sob Um Céu Vermelho é um romance latente de violência, traição, paixão e segredos por detrás de uma fachada pura e delicada."

Impressões
Fui induzida em erro pela capa do livro e fiquei zangada comigo mesma pois, toda a gente sabe que um livro não se avalia pela capa... mas eu faço isso frequentemente, gosto de analisar detalhadamente as capas dos livros. Quando já tinha avançado mais na leitura é que percebi o título e a capa do livro e, só vos posso dizer que se trata de uma história inquietante, para dizer o mínimo. Na minha opinião, tanto Nick como Helena são vítimas. A primeira é vítima dos seus sonhos nunca concretizados e de uma personalidade que não se contenta com nada. A segunda é vítima da sua baixa auto-estima, o que a torna um alvo fácil para os predadores deste mundo. Em crianças, as duas primas eram muito amigas mas, à medida que foram crescendo, antigos ressentimentos foram-se fortalecendo, tudo sempre encoberto por uma fina camada de verniz. Quando é cometido um crime na ilha, é como se a maldade que tinha estado latente durante tanto tempo, fosse finalmente libertada. No final, é feita uma espécie de justiça divina (com ajuda humana). E deixou-me a pensar que há pessoas que matam porque a isso são obrigadas e outras, que considero os verdadeiros psicopatas, que são assim desde que nascem... Dizem os entendidos que os sinais manifestam-se desde muito cedo e, verdade seja dita, nesta história, eles estão lá todos e só uma pessoa percebe que existe um problema...

terça-feira, 23 de julho de 2013

Nunca Digas Adeus (Till We Meet Again)

Sinopse
"Num chuvoso dia de outono, Susan Wright entrou numa clínica, matou duas pessoas a sangue- frio e aguardou que a polícia chegasse. Terá sido um ato de loucura? Uma vingança planeada? Susan não parece interessada em defender-se e recusa falar. O seu silêncio estende-se a Beth Powell, a advogada a quem é atribuído o caso. Beth é uma mulher de sucesso, com uma carreira brilhante mas nada a preparara para o momento em que identifica a autora daquele crime tão bárbaro.

Quando eram crianças, Beth e Susan juraram ser amigas para sempre. Vinte e nove anos depois, mal se reconhecem. Mas as memórias dos verões felizes das suas infâncias são suficientemente poderosas para as unir de novo. Enquanto as provas contra Susan se acumulam, elas partilham recordações e revelam os segredos que ditaram o rumo das suas vidas."

Impressões
Nunca tinha lido nada desta autora e fiquei agradavelmente surpreendida com este livro. De início, fui confrontada com a brutalidade de um crime que, à primeira vista, parece aleatório. À medida que a história se desenrolou, constatei que não era o caso. E, inclusive, dei por mim a sentir simpatia pela criminosa. De facto, Susan Wright é a minha personagem favorita. A sua história é a de tantas pessoas, levadas ao ponto de ruptura, por acontecimentos que não controlam. Explorada e espezinhada durante toda a sua vida, Susan reage executando aquilo que ela considera ser a justa retaliação por toda a sua miséria. Tirando o primeiro crime, consigo compreender perfeitamente a motivação para os outros. É claro que podemos sempre argumentar que não é assim que se resolvem as coisas. Mas esse é o ponto de vista de um observador externo. Aquilo que para nós é crime, para Susan é justiça.  Também gostei da Beth Powell, embora a tenha achado uma personagem fracota (e lamechas ) quando comparada com a Susan. Às vezes, dava-me vontade de a abanar e gritar-lhe para se deixar de fitas e seguir em frente. 
Gostei sobretudo do suspense proporcionado pela investigação.
Decerto, voltarei a ler outros livros desta autora.

domingo, 21 de julho de 2013

Filmes/Séries: The Bridge

"The Bridge" é um remake americano de uma série escandinava, o que explica a crueza da história e a complexidade das personagens, algo a que me habituei desde que comecei a ler policiais de autores nórdicos. Não é para "meninos pequenos", dado o tipo de assuntos e a forma como são tratados. Aqui, não existem operações de "cosmética", nem com as personagens, nem com os cenários. É a realidade nua e crua, como se costuma dizer.
Tudo começa quando o corpo de uma mulher (uma juíza americana) é encontrado na ponte que separa os EUA do México. O grande problema é que, na verdade, trata-se de duas mulheres: a parte de cima é da juíza e a parte de baixo pertence a uma jovem mexicana. Perante estas circunstâncias é formada uma brigada especial para investigar o crime: uma detetive (muito peculiar) americana e um detetive (tipo bonacheirão) mexicano. Sonya Cross e Marco Ruiz constituem uma dupla improvável e, quem seguir a série perceberá o que estou a dizer. Esta parceria irá acarretar muitos problemas diplomáticos, já que a maneira de atuar das duas forças policiais difere bastante. A série aborda também o drama dos inúmeros mexicanos que, diariamente, tentam chegar aos EUA de forma ilegal. 
Espero que esta não seja uma daquelas séries em que, ao fim de uns cinquenta episódios, ainda não se desvendou o crime e já temos tantos personagens e situações que ninguém se entende. Entretanto, estou a gostar! :)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Filmes/Séries: Lei e ordem - Unidade de Vítimas Especiais

Cada um dos episódios desta série começa com a seguinte narração: 
"No sistema judiciário criminal, crimes de caráter sexual são considerados especialmente hediondos. Na cidade de Nova Iorque, os dedicados detetives que investigam estes terríveis delitos são membros de um esquadrão de elite, conhecido como a Unidade de Vítimas Especiais. Estas são as suas histórias."
Apesar das situações apresentadas não serem reais (é a informação que aparece no final), cada episódio é baseado ou criado a partir dos crimes que fazem as manchetes dos jornais. 
A equipa de detetives é implacável na "caça ao criminoso" e procura descortinar as razões por detrás de cada ação. Frequentemente, o que parece não é. E é isso que torna esta série interessante, essas reviravoltas inesperadas que, de repente, nos conduzem noutra direção. Também é reconfortante observar o cuidado e a dedicação de toda a equipa (detetives, médico legista e psiquiatra) em cada caso... duvido que na vida real seja mesmo assim ou haja equipas tão completas. É pena que, na maior parte das vezes, a vida não imite a ficção!

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Filmes/Séries: Flashpoint

Como sempre, só começo a interessar-me por uma série quando ela está quase no final. 
"Flashpoint" tenta mostrar o quotidiano de uma unidade de elite tática (SRU = Strategic Response Unit). Os agentes que integram esta unidade, aliam a excelente preparação física, domínio de armas e de tecnologia de ponta a conhecimentos de psicologia. Chamados para intervir em situações extremas, o seu objetivo é resolver os problemas sem recorrer à violência. São aquilo a que se chama "negociadores", mas preparados  para agir fisicamente caso se justifique. 
Dentro do género policial, não é das minhas séries favoritas pois não tem aquele tipo de trabalho de detective que nos põe também a pensar sobre quem será o criminoso, as suas motivações, etc. 
E, sejamos sinceros, ao fim de uns quantos episódios torna-se monótono ver sempre o mesmo tipo de ação, bem como os discursos padrão para criar empatia com os suicidas, os homicidas, etc. No entanto, entretém bastante, tem um bom elenco e, não há dúvida de que tem um bom ritmo. Além disso, quase sempre tudo acaba bem!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Oa Anos Perdidos (The Lost Years)

Sinopse
"Jonathan  é um estudioso da Bíblia e julga ter encontrado uma relíquia inimaginável: uma carta em papiro que pode ter sido escrita pelo próprio Jesus Cristo. Roubada da Biblioteca do Vaticano no século XVI, pensava-se que estava perdida. Agora, sempre com um pedido de sigilo, consegue confirmar a sua autenticidade junto de vários especialistas. Mas confidencia também a um amigo de família a suspeita de que uma pessoa que em tempos foi da sua confiança queira agora vender o artefacto para fazer muito dinheiro. Passados poucos dias, Jonathan é encontrado morto no seu estúdio. Escondida no guarda-roupa, a balbuciar palavras sem sentido e segurando a arma do crime, encontra-se Kathleen, a sua mulher, que sofre de Alzheimer. Apesar da demência, Kathleen sabia que o marido tinha há muito tempo um caso com outra mulher. Terá ela matado o marido num acesso de ciúmes, como alega a polícia? Ou estará a morte dele relacionada com uma questão mais ampla: Quem tem na sua posse o pergaminho de valor incalculável agora desaparecido? Caberá à filha de ambos, Mariah, ilibar a mãe das acusações de homicídio e desvendar o verdadeiro mistério que se esconde por detrás da morte do pai."

Impressões
Apesar de gostar muito dos livros desta autora, sinto que faltou qualquer coisa nesta história ou então eu é que, de tanto que já li neste estilo, sou capaz de prever o desenrolar de toda a ação! 
Na minha opinião, deveria ter sido mais explorada a condição da Kathleen na resolução do mistério.  É uma personagem com comportamentos que os outros atribuem à sua doença, mas que têm por base o facto de ter testemunhado o homicídio do marido. 
Ao contrário do que indica a sinopse, parece-me que a filha, Mariah, não teve um papel muito relevante no meio disto tudo. Aliás, achei-a muito irritante para pseudo heroína do livro.
Uma boa surpresa foi o reencontro com a Alvirah e o Willy, a simpática dupla de detetives amadores.

Ultimamente, estão a reeditar os primeiros  livros desta autora, mas com uma nova "roupagem". Recomendo: "Onde estão as crianças?".

terça-feira, 9 de julho de 2013

Uma espia no meu passado (The Light Behind The Window)

Sinopse
"Côte d`Azur, 1998. Émilie de la Martiniéres lutou sempre contra o seu passado aristocrático. Agora, com a morte da mãe, é obrigada a confrontá-lo pois é a única herdeira do imponente castelo da família. Mas com a casa vem uma pesada dívida e muitas interrogações: qual seria a finalidade do quarto secreto que descobre por baixo da adega? Quem é a misteriosa Sophia, que assina um comovente caderno de poemas? Quem foram os protagonistas da trágica paixão que mudou o curso da história da família?
Londres, 1943. Em plena Segunda Guerra Mundial, a inexperiente Constance Carruthers é recrutada pelos serviços de espionagem britânicos e enviada para Paris. Um incidente separa-a do seu contacto na Resistência Francesa, obrigando-a a refugiar-se junto de uma família aristocrata que entretém membros da elite de Hitler ao mesmo tempo que conspira para libertar o país. Numa cidade repleta de espiões e no auge da ocupação nazi, Constance vai ter de decidir a quem confiar o seu coração."

Impressões
Li este livro de uma forma quase compulsiva e fiquei cheia de vontade de conhecer outras obras desta autora. 
Acompanhamos as histórias de duas mulheres que viveram em épocas distintas mas cujas vidas estão unidas por acontecimentos marcantes.
No início, a Émilie parece uma criatura amorfa, facilmente enganada por tudo e todos. No entanto, com o desenrolar da narrativa revela-se uma pessoa perspicaz e corajosa, capaz de tomar decisões inteligentes. Ao investigar o passado da sua família, Émilie descobre que as pessoas nem sempre são o que parecem ser e que há razões muito fortes para as metamorfoses que vão sofrendo. Ao ler a descrição do castelo e dos campos envolventes, senti uma vontade irresistível de viajar por esta região (é bom sonhar, eheheh).
A Constance é a "espia que não chegou a ser". Treinada para atuar como agente secreta na França ocupada, acaba por não desempenhar as suas funções da forma que pensava. No entanto, ao conviver com a elite nazi nas festas, Constance ajuda a obter informação que salvará muitas vidas. Mais uma vez, temos muito que agradecer a todos aqueles agentes franceses e britânicos e também alemães (convém relembrar que nem todos os alemães eram a favor do nazismo) que deram as suas vidas para acabar com    esse período de trevas. O pai de Émilie é o aristocrata que ajuda Constance e um membro ativo da Resistência Francesa. No entanto, tantos anos de duplicidade e de perdas têm o seu preço.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Não Contes a Ninguém (Don`t Tell)

Sinopse
"Mary Grace Winters sabia que a única forma de ela e o filho escaparem ao marido, um agente da polícia, que os maltratava, era a simulação das suas mortes. Agora, tudo o que resta da sua antiga vida jaz no fundo do lago... Com uma nova identidade, numa nova cidade, encontraram um refúgio a centenas de quilómetros de distância. Quase se esqueceu do pesadelo vivido há nove anos. Contudo, o marido descobre-os e, pouco a pouco, o perigo aproxima-se e ameaça tudo e todos."

Impressões
Mais uma vez, a violência doméstica a servir como pano de fundo num livro (mais ou menos) policial. Dentro desta temática são abordados aspetos interessantes e que não constituem novidade para ninguém, mas que convém sempre relembrar. Afinal, este tipo de violência está bem presente na nossa sociedade e, sejamos sinceros, nunca será eliminado. Gostei de (praticamente) todos os personagens e achei que foram respeitados todos os critérios de um bom policial. No entanto, achei determinadas cenas muito lamechas e forçadas... desculpem-me lá, mas eu não suporto mesmo lamechices.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Leituras de VERÃO!!!!!

À primeira vista, estes são os escolhidos para me fazerem companhia durante esta estação de sol, sombra e água fresca (hum... onde é que já ouvi isto?), mas... .... e se de repente, outro livro atravessar o meu caminho?