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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Poesia no jardim

Cada um dos bancos deste jardim tem um "escrito" diferente. Assim se tornam mais bonitos ( e poéticos) os nossos espaços verdes.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Os crimes do Monograma (The monogram murders)

Impressões
Podia ter sido escrito por Agatha Christie, podia mesmo. E foi tão bom, ler um nova estória protagonizada pelo incomparável Hercule Poirot. Na companhia de um jovem inspetor da Scotland Yard, o detetive belga deslinda um intrincado caso de homicídios em série. Vale a pena!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Enfeites de Natal!

Mais um presentinho de Natal (obrigada Fantasilab!) que deu uma nova vida a velhos materiais. Ficou lindo na minha mesa das gulodices!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Winter in a bottle

Adorei! O inverno é mesmo a minha estação do ano favorita. As baixas temperaturas permitem-me fazer (quase) tudo aquilo de que gosto, sem ter a permanente sensação de que me ando a arrastar por aí. E é tão bom passear ao ar livre sabendo que, quando estiver prestes a atingir o ponto de congelação, posso tomar um delicioso chá ou um capuccino... mham... 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O Monge que vendeu o seu Ferrari (The Monk who sold his Ferrari)

" Ele caiu redondo em pleno tribunal cheio de gente. Era um dos advogados mais conceituados do país. Era também um homem tão conhecido pelos seu fatos italianos de três mil dólares, que vestiam a sua estrutura bem nutrida, como pela sua notável lista de vitórias jurídicas. (...)"
Impressões
Assim começa este livro, com o despertar do grande Julian Mantle: um grande advogado, imparável, rico, dono de uma mansão, um avião, uma ilha e ... um ferrari, que não o impediram de sofrer um enfarte maciço, em pleno tribunal.  Após este acontecimento, Julian vende todos os seus bens materiais, deixa a advocacia e parte para se tornar um iogui nos Himalaias. Volta anos mais tarde, com um aspecto mais jovem, mais sereno e .... mais feliz. Decidido a transmitir o conhecimento que lhe permitiu atingir esse estado de uma vida mais esclarecida, procura um velho amigo. Através deste encontro, que tem como pano de fundo uma fábula espiritual, é transmitido o conhecimento de mestre para discípulo. Este livro é de leitura e entendimento simples, pela forma como está estruturado: um diálogo que nos leva a conhecer e a entender os sete símbolos da fábula. No final de cada capítulo aparece um resumo para relembrar os conceitos e estratégias ensinadas; aliás ao longo de todo o livro vão sendo repetidos os conceitos fundamentais da fábula, que para saber, vão ter de ..... ler ;)

"Quando o discípulo está preparado, o Mestre aparece."

Aproveitem, mais não seja, para saborear um bom livro!


domingo, 14 de dezembro de 2014

Toma e embrulha!


E não é que ficou lindo?! Por mais singelo que seja o presentinho, um embrulho todo catita e personalizado faz toda a diferença. Estes foram made at home, melhor dizendo, feitos pela irmã habilidosa, que não sou eu, como é óbvio. Reparem que o cartão de cada um deles é também um marcador de livros, ah pois é!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

A Casa Negra (The Blackhouse)

Não me entusiasmou. Não sei se por ter sido lido aos "soluços" (trabalhar 10 horas por dia é o que dá) ou então por eu estar farta de malta com problemas existenciais (caramba, se não têm dinheiro para um psicólogo, vão para o facebook, desamparem-me a loja) e a estória estar cheia de gente depressiva (e deprimente). A sinopse prometia uma daquelas estórias cheias de suspense e, afinal, o que encontrei?... Nada daquilo que eu espero de um livro policial! E a ideia subjacente a toda a estória até é muito boa. Bem, siga! Há livros em espera, ehehehe...

sábado, 6 de dezembro de 2014

domingo, 30 de novembro de 2014

Livro procura novo lar

Estão todos em ótima condição física e com vontade de viajar para outras bandas (Portugal Continental e Ilhas). Quem estiver interessado pode contactar-me através do email doidaporlivross@gmail.com

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Burri! Burri! Burri!

Este fim-de-semana fui passear por estas bandas e...
 ... não consegui visitar este local! E porquê?
Porque aqui a burri, em vez de visitar a livraria no sábado, resolveu deixar o melhor para domingo, esquecendo-se de que ao domingo está encerrada! 

domingo, 2 de novembro de 2014

Preciso de sugestões de...

... bons livros policiais e de mistério/suspense. Este é, sem dúvida o meu género favorito e tenho os meus autores de eleição. Mas como eles não produzem à velocidade que leio (ahahahaha),  venho aqui lançar este SOS DoidaPorLivros. 
 Eu gosto de livros policiais e de mistério mas não podem ter cenas muito explicitamente sangrentas... é que eu sou muito mariquinhas com essas coisas e não queria mesmo nada que me desse um fanico enquanto leio. Só para verem como é, quando li o "Drácula" (acho que é esse o nome) de Bram Stoker, tive que fazer várias pausas na leitura (para controlar as náuseas) sempre que sua excelência dentuça saía para caçar.
Fico a aguardar (im)pacientemente.



sábado, 1 de novembro de 2014

Leituras horripilantes...

...para acompanhar os docinhos do dia das bruxas. Estas bolachinhas são deliciosas e foram confeccionadas num ápice (só vantagens, eheheh). Recomendo qualquer um dos contos de Edgar Allan Poe (o único problema poderá ser conseguir adormecer... nunca se sabe o que  estará escondido no escuro....).

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Formação

Na semana passada estive a fazer uma ação de formação que me soube pela vida, como se costuma dizer (depois falo um bocadinho do tema abordado). Foi tão bom, mas mesmo tão bom, estar num ambiente propício ao trabalho e em que as pessoas querem aprender. Tão diferente do meu trabalho, cada vez mais sufocante e insuportável. E nem venham com a treta do costume de que "se gostas do que fazes, aguentas tudo"... até pagava (não muito porque não sou rica) para ver algumas pessoas fazerem o que faço com a qualidade que faço, tendo em conta o contexto de trabalho. Mas adiante, chega de falar de coisas deprimentes. Estes dois dias de formação (re)lembraram-me o meu gosto por aprender e o quanto gosto de fazer trabalho de pesquisa. E depois, dou por mim a pensar que o dia-a-dia não nos deixa espaço para evoluirmos. Nos últimos anos, tenho feito formação (todos os anos) em horário pós-laboral e, caramba, é duro! É preciso uma enorme disciplina para continuar e tudo isto apenas por gosto (não há qualquer tipo de "cenoura" a motivar-me). Mesmo assim, seria muito bom que toda a gente tivesse a oportunidade e também a vontade de aprender. É caso para dizer que sairíamos todos a ganhar!

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Divulgação do Conto "A Cidade"

Há uns meses atrás, a Denise (http://quandoseabreumlivro.blogspot.pt/) lançou um desafio: escrever um conto a várias mãos! Várias pessoas, incluindo moi, "agarraram" o desafio e o produto final, um conto que muito gozo deu a escrever, pode ser lido nos blogues dos vários participantes. Basta "linkar" https://www.dropbox.com/s/av5duopjrzpxjqn/CONTO%20FINAL%20A%20cidade.pdf?dl=0

Boa leitura!

domingo, 19 de outubro de 2014

A filha do conspirador (The kingmaker`s daughter)

"Creio que venci. Nessa noite, e nos dias que se seguem, celebro silenciosamente a minha vitória. Celebro sem palavras, sem tão-pouco um sorriso."

Impressões
Gosto de romances históricos. Por mais "ficcionada" que a estória esteja, aprende-se sempre alguma coisa. Neste livro, a autora conta a mesma estória que já contou noutros livros (quem leu a "Rainha Branca", por exemplo, sabe do que estou a falar), mas agora do ponto de vista de outra personagem: Ana Neville, a filha do "fazedor de reis". As descrições são tão vívidas que é como se estivesse lá. É impressionante como as palavras evocam tantas imagens. Nunca vi nenhuma das adaptações que a BBC fez, mas tenho a certeza de que não devem nem despertar metade das emoções que o livro desperta. E isto, sabendo de antemão que o trabalho realizado pela BBC tem sempre uma grande qualidade. 
Já li tantos livros desta autora sobre o mesmo período da história de Inglaterra que tenho que fazer uma pausa. É altura de "agarrar" outras estórias dentro da História. 

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A incrível viagem do faquir que ficou fechado num armário IKEA

"Para alguém de um país ocidental com tendência democrática, o senhor Ikea desenvolvera um conceito comercial no mínimo insólito: a visita forçada ao seu estabelecimento."

Impressões
E não é que é verdade? Temos que atravessar obrigatoriamente tooooda a loja. Confesso que, a meio do percurso, já estou tonta com tanta gente e confusão e só quero sair dali para fora. Só vou uma vez por ano e é porque sou subornada (shame of me) com uma fatia de uma tarte fabulosa que eles têm por lá.
Mas, falando do livro, é caso para dizer que a brincar lá se vão dizendo as verdades. As viagens surrealistas do protagonista põem-no em contacto com realidades muito diferentes da sua, obrigando-o a questionar uma série de coisas e a tomar sérias decisões. 

domingo, 12 de outubro de 2014

Filmes/Séries: Em parte incerta

Li o livro e agora vi o filme. Ainda hesitei. É que eu gostei mesmo do livro e não queria ficar dececionada com a adaptação cinematográfica. Gostei assim-assim. Podia ser melhor. Ficou tanto por dizer. Tantas pequenas coisas que só o livro consegue contar. Tantas emoções que só o livro consegue provocar. O filme entretém. Mas podia ser melhor, muito melhor. Não basta andar à boleia de um bom livro, é preciso mais do que isso para me prender. No entanto, o elenco é bom e há cenas verdadeiramente boas.  A minha irmã, que ainda não leu o livro, gostou bastante (embora o senhor da fila da frente tivesse dormido durante quase todo o filme, eheheh) e até já mo pediu emprestado. 
De qualquer das formas, adoro ir ao cinema e tenho muita pena de ver as salas quase às "moscas". Os fornecedores de serviços, que todos conhecemos, iniciaram a chacina e os preços exorbitantes dos bilhetes fizeram o resto. Já para não falar nos postos de trabalho que desapareceram.

domingo, 5 de outubro de 2014

Vou apresentar uma proposta...

... para o weekend ter três dias! Estou apenas indecisa em relação ao novo dia, não sei se gosto mais da sexta ou da segunda (posso ter um ano para fazer este estudo?)
E já agora, vou também propor que nos devolvam os feriados surripiados... já se viu que o problema da "crise" não residia aí. 
Mas que sei eu? Sou apenas um pecinha da engrenagem ferrugenta e obsoleta desta patética sociedade.
Bem, para me animar vou degustar uns belos muffins de aveia (dizem que são saudáveis), acabadinhos de sair do forno e ler mais umas páginas do meu book.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Meditação- A primeira e Última Liberdade


"Neste guia essencial, Osho revoluciona o conceito de meditação, demonstrando que não se trata de uma prática separada da vida real. Na sua essência, a meditação é simplesmente a arte de estar consciente relativamente ao que se passa em nós e à nossa volta - depois de dominarmos esta arte, ela pode acompanhar-nos para todo o lado. Um guia prático e acessível com diversas técnicas de meditação, incluindo a Meditação Activa, a Meditação Dinâmica e a Meditação Kundalini, todas criadas por Osho. Este é um livro indispensável para todos aqueles que desejam aumentar o seu nível de energia física, o seu vigor mental e a sua presença espiritual, através dos prazeres da meditação."

Impressões

Este foi o primeiro livro que li sobre o trabalho de OSHO. Sim, porque todos os seus livros resultam de transcrições de palestras, seminários, workshops e afins. Gostei bastante do livro, apesar de achar que algumas passagens são difíceis de entender numa primeira leitura, muitas vezes são usadas histórias/contos para contextualizar determinada ideia. É daqueles livros para se ir lendo aos poucos,  de maneira a assimilar e interiorizar o conhecimento que nele reside. 
Na minha ignorância achava que meditação seria apenas sentarmo-nos na posição de lótus, fechar os olhos e não pensar em nada!! Não poderia estar mais enganada!!! Existe uma panóplia de meditações acessíveis a qualquer um. Afinal quando contemplamos o mar, quando caminhamos no campo, absortos pelo esplendor da natureza ao nosso redor... isso também é meditação!!  E  isso  faz-nos sentir apaziguados, melhor com a vida,  não é?!
Para quem tem uma mente aberta e está interessado em saber mais sobre este assunto, sem dúvida que este é um livro a ler.

domingo, 28 de setembro de 2014

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

YOGA em casa

Pronto, decidi fazer YOGA. E não é difícil? É aquela modalidade super estranha em que se contorcem todos e ainda arranjam alguma complicação? Quem já não ouviu isto? 
Bem, ao que parece existem vários tipos de YOGA, com diferentes graus de dificuldade e técnicas, para crianças, adultos e mais de 65 anos. Uns mais virados para a meditação, outros para as posturas. É experimentar e encontrar o que vai de encontro às nossas necessidades. Para quem não tem esta actividade no seu ginásio, e não quer pagar mais uma mensalidade, sem falar da dificuldade em conciliar horários, as aulas de YOGA em casa podem ser uma alternativa viável. Como em tudo é preciso disciplina e gosto. A verdade é que a prática de YOGA tem diversos benefícios e sentimo-nos incrivelmente bem após uma aula. Claro que não se consegue fazer tudo, faz-se o que se pode, mediante as limitações de cada um, afinal não é uma corrida ou competição.O objectivo é o nosso bem estar físico e mental. Com o tempo vamos melhorando a nossa flexibilidade e disciplina. Foi o aconteceu comigo no Pilates, e aos poucos vai acontecendo no YOGA. Por isso, quando "tropecei" no desafio de 30 dias da Erin Motz, foi irresístivel não o fazer. https://www.youtube.com/playlist?list=PLcjgXQkHWH453km2BpJqYHzmkUkkjH5IB
Adorei e recomendo. A professora é empática, usa linguagem directa e simples, e o mesmo exercício pode ter diversos tipos de diculdade (simples, intermédia ou mais avançada). São vídeos curtos, de quinze minutos que nos ensinam a dar os primeiros passos na prática. Convém adquirir um bom colchão, os joelhos agradecem. Os pontos contra são o facto de termos de estar bem atentas ao audio do vídeo para acompanharmos os exercícios, já que não conseguimos olhar para o colchão e ecrã do computador ao mesmo tempo, não temos ninguém para nos corrigir e convém estarmos sozinhos em casa para levar a aula até ao fim sem interrupções hehehe (assistam ao vídeo abaixo adicionado)

Namasté

terça-feira, 23 de setembro de 2014

GRRRRRRRRRR

Duas semanas depois do regresso ao trabalho, já estou pronta para ir de férias novamente. Sinto-me como se tivesse sido atropelada por um elefante (não é que eu tenha um termo de comparação). Bem, como (ainda) não ganhei o euromilhões, tenho que adotar a minha atitude mais zen e pensar nas razões que me obrigam a passar (desperdiçar) tanto tempo da minha (preciosa) vida por aquelas bandas. Entretanto, vou mas é ali ao quiosque fazer o euromilhões e talvez comprar uma raspadinha.

domingo, 21 de setembro de 2014

Passeio na mata


E foi assim que decidi festejar o (quase) primeiro dia de outono: com uma bela caminhada de duas horas e meia na mata. Até houve avistamentos em primeiro grau... diz a minha irmã que viu uma raposa. Eu, pela parte que me toca, só ouvi um restolhar na beira do trilho, que nos acompanhou ao longo de quase todo o passeio... fenomenal! Adoro fazer caminhadas, adoro o cheiro do pinheiro e do eucalipto, o barulho da água e, sobretudo, adoro a sensação de liberdade e de serenidade que tudo isto me transmite! 

sábado, 20 de setembro de 2014

Amor, açúcar e canela (The girls`guide to homemaking)

"Se dispuser de muito dinheiro e for a uma loja comprar a mobília toda de uma só vez, a sua casa ficará sem personalidade, além de que se divertirá muito menos! Coleccionar velharias, restaurá-las, pintá-las, adaptá-las às suas necessidades e preferências: assim se constrói um lar."

Impressões
Adoro a capa deste livro! Tanto a estética como a qualidade são muito boas. E o título... o título é fantástico, promete uma estória daquelas que nos transportam para universos que, a bem dizer da verdade, só existem na nossa imaginação ou nas séries de tv. Foi por isso que comprei o livro. E foi por isso que fiquei tão dececionada. Não é que não goste da estória, mas na sua maioria acho-a deprimente. Apresenta um retrato nada abonatório da juventude londrina... quer dizer, a única coisa que arranjam para fazer nos tempos livres é embebedarem-se, drogarem-se e serem prosmícuos? A sério? Além disso, a protagonista parece não ter vontade própria... toda a gente faz dela o que quer... que tédio! 
No entanto, achei bastante original cada capítulo começar com uma citação sobre a "perfeita dona de casa", retirada de publicações dos anos cinquenta. Também invejei a coragem da protagonista (afinal não é assim tão panhonha) em ter deixado um emprego que a fazia infeliz e ter iniciado o seu próprio negócio (bem, se calhar o facto de ter herdado uma bela maquia também facilitou esta decisão)... E esta foi a parte boa que, quanto a mim, deveria ter sido muito mais explorada. Farta de gente deprimente estou eu.

domingo, 14 de setembro de 2014

Família há só uma e o cão foi achado na rua (Familia no hay más que una y el perro lo encontramos en la calle)

"A forma como a primeira família aumentou os seus membros constitui um dilema ainda por resolver, mas as possibilidades apontam para a reprodução por esporos."

Impressões
Hilariante! Humor inteligente e sarcástico! Mesmo como eu gosto.  É impossível não nos identificarmos com determinadas situações. Num momento ou noutro, já todos passámos por algo semelhante. É caso para dizer que o mundo é um grande palco e a vida, a maior parte do tempo, uma grande piada. Vamos lá rir um bocado!

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Bom demais: Chá!

Chá de Lúcia-Lima, cultivado, apanhado e secado aqui pela malta.
Adoro chá! Bebo chá durante todo o ano e é um dos meus presentes favoritos, sendo que prefiro os de cavalinha e 
de lúcia-lima, mas estou sempre disposta a experimentar novos sabores. O próprio ritual de preparação do chá é bastante calmante. 
São servidos?

domingo, 7 de setembro de 2014

O barco encantado (The silver boat)

"Depois, ela e Scup voltaram para o carro e, embora o ferry estivesse já longe de vista, deixou-se estar ali, olhando fixamente para o ponto onde vira desaparecer o grande barco branco que levava as irmãs."

Impressões
Fiquei bastante aborrecida com as muitas gralhas que o livro tem. Desde palavras mal escritas até troca dos nomes das personagens. Considero uma grande falta de respeito pelos leitores e também pela escritora. Já não há revisão de texto? Além disso, quem faz as capas não lê o livro? É que começa a ser ridículo ter capas (lindas, é verdade) mas que não estão bem de acordo com o texto (este caso até nem é o mais flagrante). 
Achei a estória interessante, embora continue a achar que certas descrições em nada valorizam a obra... pelo contrário, tornam-na bastante vulgar. De qualquer das formas, quem é que não gostaria de viver num sítio tão agradável como Martha`s Vineyard? 

sábado, 6 de setembro de 2014

Bom demais: Bacalhau com broa

Muito, mas muito bom! Degustado na bonita cidade de Chaves (Trás-os-Montes). Só foi pena os quase 40ºC que se faziam sentir e que não me deixaram saborear devidamente esta iguaria... é que não me dou mesmo nada bem com temperaturas tão altas.

domingo, 31 de agosto de 2014

Uma casa no campo (A place in the country)

"Enquanto Caroline Contemplava devaneadoramente o riacho, Issy continuava frente ao celeiro. As enormes portas de madeira, cinzentas como as pedras que as rodeavam, estavam unidas por uma barra de ferro enferrujada."

Impressões
Não me cativou. Achei a estória muito "água com açúcar". No entanto, gostei da descrição das paisagens campestres e dos pratos confecionados pela Caroline. Fez-me relembrar a minha viagem a Inglaterra e deu-me vontade de experimentar todas aquelas iguarias.

sábado, 30 de agosto de 2014

Encontro mortal (Reunion in death)

"O crime era trabalho. A morte era uma tarefa séria para o assassino, para a vítima e para os sobreviventes. E para aqueles que defendiam os mortos. Alguns faziam o trabalho com devoção, outros faziam-no despreocupadamente. E para alguns, o crime era um caso de amor."

Impressões
Comprei este livro por engano. Fui atraída pela capa e pela sinopse e, nunca me apercebi de que a ação decorre num cenário futurista. Não sou particularmente fã desse género. A estória não me entusiasmou por aí além, mas cumpriu a sua missão de me entreter na praia (adoro ler na praia... entre um mergulho, um passeio à beira da água e uma bola de berlim, lá vou avançando página a página). Gostei, no entanto, da abordagem da tenente Eve Dallas ao crime... nada de mariquices e nem de psicologias baratas. Atualmente, a "moda" é ter muita pena dos criminosos (traumas de infância, blábláblá). Quanto a mim, se têm idade e discernimento para fazer o mal, também têm corpo e idade para receber o castigo. A reabilitação (também abordada no livro) só é possível em casos muito específicos... quem mata e tortura não muda nunca e quem acredita que sim, é melhor "abrir a pestana". 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Bom demais: Ice cream

No verão, adoro ler nas esplanadas e, algumas (muitas) vezes não resisto a certas iguarias (grande novidade). Desta vez, estive numa gelataria em que é o cliente quem prepara a sua taça. Tendo em conta as opções disponíveis, até fui muito moderada nas minhas escolhas, eheheh.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O Aroma das Especiarias (Peaches for monsieur le curé)

"Por vezes, cometem-se erros. Mas seguir regras sem pensar, fazer o que nos dizem, como crianças, não me parece que essa ideia venha de Deus. Vem dos que usam Deus como desculpa para fazer com que os outros lhes obedeçam. (...) E não acredito num Deus que queira testar as pessoas até ao ponto da destruição ou que brinque com elas como um rapazinho brinca com formigas."

Impressões
Mais uma vez, Vianne é chamada a fazer a sua magia, a usar o seu bom senso para restaurar o equilíbrio em Lansquenet-sur-Tannes, cenário do primeiro livro ("Chocolate", lembram-se?). Esta estória retrata a realidade, mostra as pessoas como elas são (a maioria, claro): umas verdadeiras hipócritas. Os poucos que pensam pela sua própria cabeça correm riscos vários e nem sempre têm um final feliz.  Também desta vez, encontramos sedutoras referências à doçaria, especialmente no que diz respeito ao chocolate. 
O final da estória não é conclusivo. Fica ao critério de cada leitor imaginar o que virá a seguir. Eu, eu tenho esperança de que Vianne nunca deixe de "montar o vento".

Bom demais: doce de pêra

Depois da tarte é a vez do doce de pêra. Que bom que ficou! Gosto de o comer com bolachinhas de água e sal ou com requeijão e já estou a pensar usá-lo para rechear folhados (será a próxima experiência). Bem bom!

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Filmes/Séries: Dead like me

Anda uma pessoa a pensar que depois de morrer é que vai ser bom, e é enganada desta maneira! Bem, pelo menos os mortos-vivos ou seja, os anjos da morte, não se livram das preocupações dos vivos. Como o seu trabalho (recolher almas antes da morte para facilitar a transição) é considerado serviço público (pelo big boss deles) são obrigados a fazer horas extraordinárias sem remuneração (ahaha... logo aqui começa o humor negro) e a ter que gramar todas as chatices inerentes a uma existência terrena. Este batalhão de anjos  é extremamente disfuncional, o que torna tudo ainda mais cómico (não se trata de humor fácil... é preciso saber ler nas entrelinhas). A atriz principal é espetacular! As expressões que ela faz... nem precisa de falar!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Bom demais: doçarias e manias

Já provei a tarte e posso afiançar que está mesmo muito boa! Enquanto a saboreava estava a pensar na mania que eu tenho de só comprar determinado doce num dado sítio. Senão vejamos: pastel de nata e bola de berlim (pastelaria em Sesimbra e, eventualmente, numa aqui do burgo), bola de manteiga (só, mas só na "Moderna"),  bolo de bolacha (só gosto do do "Pingo Doce"... aquele que vem numa caixa pequena e retangular), bolo brigadeiro (também só gosto do do "Pingo Doce"... já provei várias versões que não me convenceram), crepe com gelado ("NorTejo"... divinal), petit gateau (aquele de que gosto só encontro no "Modelo"... não me lembro da marca), salame de chocolate (apenas aquele que o meu primo cozinheiro faz), chocolate (o da "Equador") ... mousse de chocolate, tarte de amêndoa ou de outras frutas e  bolos secos (mármore, laranja, iogurte, etc) geralmente são feitos pour moi. E, com tudo isto ficaram a saber que sou uma grande comilona (mas só em relação aos sweets) e que a minha sorte é morar longe de quase todos estes "antros" de perdição!

Bom demais: Tarte de pêra

Adoro fazer doces e comê-los também! Assim, resolvi experimentar uma nova receita, usando as pêras colhidas lá na aldeia (pêras que nunca passariam no tal controlo de qualidade no que diz respeito ao aspeto... mas em relação ao sabor, mham, mham).

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Uma questão de (in)disciplina!

Estive a arrumar (outra vez) os livros e separei todos aqueles que ainda não li. Como podem ver, ainda são uns quantos, fora os ebooks. Eu podia prometer a mim mesma não comprar mais nenhum livro enquanto não lesse estes, mas isso seria uma absoluta perda de tempo. Assim... Iupiiii!!!!! Bela surpresa! Tantos livrinhos para ler!!!!!!!!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Filmes/Séries: Elementar

Esta série apresenta uma abordagem diferente da dinâmica Sherlock Holmes/ Dr. Watson sendo que, para começar, o Watson é na verdade a Watson. Holmes é uma espécie de consultor das forças policiais. As suas brilhantes capacidades dedutivas são indispensáveis na resolução dos crimes. Sendo um toxicodependente (tal como o original) em recuperação, Holmes tem em Joan Watson uma "acompanhante de sobriedade"... no fundo, alguém para evitar "descarrilamentos". Miss Watson acaba por se tornar  parceira nas investigações de Holmes e numa boa amiga. Apanhei a primeira série quase no fim, mas estou a gostar bastante. Sempre fui fã desta personagem e adorava os livros e, por isso, senti alguma relutância em começar a ver a série. Não gostei da maioria das adaptações para cinema, achei-as patéticas e até desrespeitosas. No entanto, devo dizer que esta série, embora fuja um bocado (muito) ao original, captou muito bem a essência das personagens. Além disso, os atores foram muito bem escolhidos.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Uma família feliz

"-Há um ditado índio que diz que quanto mais gostamos de uma pessoa mais vontade temos de a matar - disse a minha empregada. E eu pensei: Claro que gosto da minha família. "

Impressões
Até quase ao final do livro ri bastante com as desventuras desta família e até achei que, de uma forma satírica, David Safier abordou (mais uma vez) aspetos bastante importantes da vida de qualquer família.  A verdade é que 99,9% das famílias reais, pelos mais variados motivos, são infelizes a maior parte do tempo e os restantes (os sempre felizes) podem ser encontrados na literatura, novelas ou... facebook. Assim, exteriorizando os monstros que habitam dentro de nós, o autor explora esta realidade. No entanto, 
 a partir de certa altura comecei a achar a estória muito lamechas e o final, nem se fala. Fiquei dececionada, esperava mais... 

domingo, 3 de agosto de 2014

Viagens na minha Terra: Flores à janela!

 Que flores tão lindas! Gosto de ver as janelas e as varandas enfeitadas com flores, principalmente nestas casas mais antigas e com fachadas bem tratadas.
E, para rematar uma bela manhã passada em Sesimbra, nada como uma bebida em boa companhia (a da minha irmã, é claro!).
... e depois não resisti (também não me esforcei muito) a este encanto! Delicious! (Há um ano que não ferrava o dentinho numa bolinha de berlim).

Lago Perdido (Lost Lake)

"Pensou se aquela sensação de dois mundos desapareceria alguma vez por completo. Um dia, quando flutuasse por ali, olharia para aquele lugar e para aquelas pessoas e já não os reconheceria?"

Impressões
Mais um livro com uma certa dose de magia. Não me cativou tanto quanto os outros quatro, mas lê-se bem. Gostei sobretudo da força de algumas das personagens. Mudar faz falta. Ou tentar mudar aquilo que nos intoxica. Ou mudarmos nós. Tudo é melhor do que nos afundarmos na autocomiseração (conheço pessoas assim). Por isso, embora para a frente que atrás vem gente! Boas leituras!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Filmes/Séries: Banshee

Do pouco que vi, já percebi que se trata de uma série muito sangrenta e com uma linguagem pouco recomendável (não admira a bolinha encarnada no cantinho do écran). O xerife da terreola (Banshee) é um perito em artes marciais e ex-recluso (deve ter conseguido o cargo na polícia através de meios ilícitos) e comanda uma esquadra que só tem mais três agentes! Mesmo assim, acaba sempre por salvar o dia. É claro que temos alguns vilões, um ex-Amish com uma moral duvidosa (expulso da comunidade Amish local) e uma família de índios (há uma zona que é território índio e está sujeita às leis da tribo). Mas, o super-vilão é um gangster ucraniano que quer vingar-se do nosso xerife e da filha (do gangster), também perita em artes marciais e armas de fogo. Surpreendente mesmo é o facto de apanharem tanta porrada (desculpem o vernáculo) e na cena seguinte movimentarem-se como se não tivesse sido nada. Faz-me lembrar os filmes do Bruce Lee que eu costumava ver quando era miúda.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Viagens na minha Terra: Castelo de São Jorge

Ao tempo que queria revisitar o Castelo de São Jorge. Foi uma excelente ideia a construção do elevador (bem, na verdade são dois elevadores) que nos iça (ihihih) até ao topo da colina, mesmo às portas do castelo. É que a subida, desde o Terreiro do Paço, é bastante penosa, sobretudo se for feita no verão.
Verifiquei, com bastante satisfação, que o espaço está renovado e bastante apelativo para os turistas, embora considere que se podia fazer muito mais (é nos pequenos detalhes que reside a diferença). A paisagem que se avista a partir das ameias do castelo é simplesmente de tirar o fôlego... o Tejo é fabuloso! Não admira que os muitos  turistas, de várias nacionalidades, não parassem de tirar fotos. Dentro do próprio recinto, temos ainda algumas esplanadas onde podemos descansar um pouco e hidratar-nos... embora os preços sejam pensados no tamanho da bolsa dos ingleses, alemães, japoneses e outros e não no tamanho da bolsa dos portugueses.


Bom demais: Petit Gâteau


Palavras para quê, não é? Simplesmente delicioso! Desta vez, acompanhei com amoras, mas também já comi com natas, mirtilos, morangos ou então, como gosto mais, simples. Nada (ou quase nada) iguala o sabor do chocolate belga.

Filmes/Séries: Scandal

Recomendo esta série. Aliás, considero -a uma das melhores que tenho visto ultimamente. Olívia Pope trabalhou  com o presidente dos EUA. A sua (principal) função era gerir crises...  esconder do povinho as trafulhices  feitas pelos poderosos. Quando abandona a White House, Olívia continua com este tipo de trabalho, mas agora para o público em geral (quer dizer, para quem puder pagar os seus serviços). No entanto, continua a haver interação com o presidente e todos os outros sanguessugas, o que conduz a cenas de grande dramatismo. O que assusta, é o facto desta estória ser baseada no livro escrito por uma ex-acessora de imprensa da administração George Bush! Por isso, acredito piamente que cada episódio não seja mera fição. Não me esqueço do episódio em que o resgate de uns reféns fracassa e o presidente manda bombardear um alvo qualquer para apaziguar a opinião pública. 
Resumindo, mostra o mundo nojento dos corredores do poder e a forma abjeta como estes sacanas jogam com a nossa vida (mas sempre acautelando os seus próprios interesses, of course).