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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Formação

Na semana passada estive a fazer uma ação de formação que me soube pela vida, como se costuma dizer (depois falo um bocadinho do tema abordado). Foi tão bom, mas mesmo tão bom, estar num ambiente propício ao trabalho e em que as pessoas querem aprender. Tão diferente do meu trabalho, cada vez mais sufocante e insuportável. E nem venham com a treta do costume de que "se gostas do que fazes, aguentas tudo"... até pagava (não muito porque não sou rica) para ver algumas pessoas fazerem o que faço com a qualidade que faço, tendo em conta o contexto de trabalho. Mas adiante, chega de falar de coisas deprimentes. Estes dois dias de formação (re)lembraram-me o meu gosto por aprender e o quanto gosto de fazer trabalho de pesquisa. E depois, dou por mim a pensar que o dia-a-dia não nos deixa espaço para evoluirmos. Nos últimos anos, tenho feito formação (todos os anos) em horário pós-laboral e, caramba, é duro! É preciso uma enorme disciplina para continuar e tudo isto apenas por gosto (não há qualquer tipo de "cenoura" a motivar-me). Mesmo assim, seria muito bom que toda a gente tivesse a oportunidade e também a vontade de aprender. É caso para dizer que sairíamos todos a ganhar!

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Divulgação do Conto "A Cidade"

Há uns meses atrás, a Denise (http://quandoseabreumlivro.blogspot.pt/) lançou um desafio: escrever um conto a várias mãos! Várias pessoas, incluindo moi, "agarraram" o desafio e o produto final, um conto que muito gozo deu a escrever, pode ser lido nos blogues dos vários participantes. Basta "linkar" https://www.dropbox.com/s/av5duopjrzpxjqn/CONTO%20FINAL%20A%20cidade.pdf?dl=0

Boa leitura!

domingo, 19 de outubro de 2014

A filha do conspirador (The kingmaker`s daughter)

"Creio que venci. Nessa noite, e nos dias que se seguem, celebro silenciosamente a minha vitória. Celebro sem palavras, sem tão-pouco um sorriso."

Impressões
Gosto de romances históricos. Por mais "ficcionada" que a estória esteja, aprende-se sempre alguma coisa. Neste livro, a autora conta a mesma estória que já contou noutros livros (quem leu a "Rainha Branca", por exemplo, sabe do que estou a falar), mas agora do ponto de vista de outra personagem: Ana Neville, a filha do "fazedor de reis". As descrições são tão vívidas que é como se estivesse lá. É impressionante como as palavras evocam tantas imagens. Nunca vi nenhuma das adaptações que a BBC fez, mas tenho a certeza de que não devem nem despertar metade das emoções que o livro desperta. E isto, sabendo de antemão que o trabalho realizado pela BBC tem sempre uma grande qualidade. 
Já li tantos livros desta autora sobre o mesmo período da história de Inglaterra que tenho que fazer uma pausa. É altura de "agarrar" outras estórias dentro da História. 

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A incrível viagem do faquir que ficou fechado num armário IKEA

"Para alguém de um país ocidental com tendência democrática, o senhor Ikea desenvolvera um conceito comercial no mínimo insólito: a visita forçada ao seu estabelecimento."

Impressões
E não é que é verdade? Temos que atravessar obrigatoriamente tooooda a loja. Confesso que, a meio do percurso, já estou tonta com tanta gente e confusão e só quero sair dali para fora. Só vou uma vez por ano e é porque sou subornada (shame of me) com uma fatia de uma tarte fabulosa que eles têm por lá.
Mas, falando do livro, é caso para dizer que a brincar lá se vão dizendo as verdades. As viagens surrealistas do protagonista põem-no em contacto com realidades muito diferentes da sua, obrigando-o a questionar uma série de coisas e a tomar sérias decisões. 

domingo, 12 de outubro de 2014

Filmes/Séries: Em parte incerta

Li o livro e agora vi o filme. Ainda hesitei. É que eu gostei mesmo do livro e não queria ficar dececionada com a adaptação cinematográfica. Gostei assim-assim. Podia ser melhor. Ficou tanto por dizer. Tantas pequenas coisas que só o livro consegue contar. Tantas emoções que só o livro consegue provocar. O filme entretém. Mas podia ser melhor, muito melhor. Não basta andar à boleia de um bom livro, é preciso mais do que isso para me prender. No entanto, o elenco é bom e há cenas verdadeiramente boas.  A minha irmã, que ainda não leu o livro, gostou bastante (embora o senhor da fila da frente tivesse dormido durante quase todo o filme, eheheh) e até já mo pediu emprestado. 
De qualquer das formas, adoro ir ao cinema e tenho muita pena de ver as salas quase às "moscas". Os fornecedores de serviços, que todos conhecemos, iniciaram a chacina e os preços exorbitantes dos bilhetes fizeram o resto. Já para não falar nos postos de trabalho que desapareceram.

domingo, 5 de outubro de 2014

Vou apresentar uma proposta...

... para o weekend ter três dias! Estou apenas indecisa em relação ao novo dia, não sei se gosto mais da sexta ou da segunda (posso ter um ano para fazer este estudo?)
E já agora, vou também propor que nos devolvam os feriados surripiados... já se viu que o problema da "crise" não residia aí. 
Mas que sei eu? Sou apenas um pecinha da engrenagem ferrugenta e obsoleta desta patética sociedade.
Bem, para me animar vou degustar uns belos muffins de aveia (dizem que são saudáveis), acabadinhos de sair do forno e ler mais umas páginas do meu book.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Meditação- A primeira e Última Liberdade


"Neste guia essencial, Osho revoluciona o conceito de meditação, demonstrando que não se trata de uma prática separada da vida real. Na sua essência, a meditação é simplesmente a arte de estar consciente relativamente ao que se passa em nós e à nossa volta - depois de dominarmos esta arte, ela pode acompanhar-nos para todo o lado. Um guia prático e acessível com diversas técnicas de meditação, incluindo a Meditação Activa, a Meditação Dinâmica e a Meditação Kundalini, todas criadas por Osho. Este é um livro indispensável para todos aqueles que desejam aumentar o seu nível de energia física, o seu vigor mental e a sua presença espiritual, através dos prazeres da meditação."

Impressões

Este foi o primeiro livro que li sobre o trabalho de OSHO. Sim, porque todos os seus livros resultam de transcrições de palestras, seminários, workshops e afins. Gostei bastante do livro, apesar de achar que algumas passagens são difíceis de entender numa primeira leitura, muitas vezes são usadas histórias/contos para contextualizar determinada ideia. É daqueles livros para se ir lendo aos poucos,  de maneira a assimilar e interiorizar o conhecimento que nele reside. 
Na minha ignorância achava que meditação seria apenas sentarmo-nos na posição de lótus, fechar os olhos e não pensar em nada!! Não poderia estar mais enganada!!! Existe uma panóplia de meditações acessíveis a qualquer um. Afinal quando contemplamos o mar, quando caminhamos no campo, absortos pelo esplendor da natureza ao nosso redor... isso também é meditação!!  E  isso  faz-nos sentir apaziguados, melhor com a vida,  não é?!
Para quem tem uma mente aberta e está interessado em saber mais sobre este assunto, sem dúvida que este é um livro a ler.