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domingo, 27 de abril de 2014

Fauna local


sábado, 26 de abril de 2014

Perseguição no parque!

Hoje, fui seguida por uma sombra de quatro patas, durante mais de um quilómetro. Andava eu muito bem a passear no parque, quando me apercebi de uma "presença" quase colada a mim. A criaturinha tinha coleira e parecia procurar alguém e, pelos vistos, esse "alguém" era eu. Quando estava a chegar a casa, deu-me umas "marradinhas" na perna, à laia de despedida, e seguiu o seu caminho. Muito independente!

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Aqui está-se bem!

Um espacinho destes não me ficava nada mal!
(casa onde tive a sorte de passar uns diazitos há dois anos)

domingo, 20 de abril de 2014

Lugares Escuros (Dark Places)

"Tenho uma ruindade dentro de mim, palpável como um orgão."

Impressões
Gostei bastante! Ao tempo que me apetecia ler um bom livro de mistério e que não tivesse os clichés habituais. Aqui, não há justiça de tipo nenhum, quero dizer, seria de pensar ou nós gostaríamos de pensar que as desgraceiras são distribuídas equitativamente por toda a gente, mas isso é o mesmo que esperar que um touro não nos ataque porque somos vegetarianos! Até o arremedo de justiça que acontece no final tem um sabor agridoce. E, apesar de ser ficção, ficamos com aquela sensação de que isto pode perfeitamente acontecer... que, de certeza já aconteceu... e que tudo isto, está totalmente fora do nosso controlo.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Moranguinhos...

...deliciosos e que eu espero transformar numa bela sobremesa para o almoço de Páscoa e não só! Daqui a bocado irão fazer companhia a uns crepes de maçã... mhamham!!!!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Arrumação de livros em curso ...

... porque, nunca os dou por arrumados definitivamente.
A minha casa é minúscula (para ser perfeita só lhe falta uma bela varanda, ihih) e, por isso, a arrumação, seja do que for, é sempre um problema. Um destes dias, estava eu a olhar para o móvel da sala, uma coisa gigante e que ocupava uma das paredes maiores (nem sei o que me deu para comprar aquilo, enfim...) ... um verdadeiro pesadelo para afastar e limpar a parede lá atrás, quando  tive uma epifania! Meti logo as mãos na massa, que é como quem diz, desmantelei o dito cujo e aproveitei as tábuas das laterais (madeira de boa qualidade) para fazer prateleiras! 
Este é o aspeto de uma das paredes (ainda faltam uns retoques) ... aproveitei um dos módulos para móvel de televisão e o outro para arrumação de livros, o terceiro foi para o quarto, onde dá muito jeito. Na parede oposta a esta, coloquei a outra prateleira grande, também já muito bem preenchida. E assim, com pouco dinheiro (apenas o das poleias e parafusos) e muito trabalho (só não fiz os furos na parede) tornei mais acolhedor este cantinho de leitura.

domingo, 6 de abril de 2014

Revolution

Como sempre, comecei a ver esta série quando já ia na segunda repetição. À primeira vista, achei-a muito fraca, mas depois compreendi que, dentro do género, até mostrava uma realidade que poderá estar mais próxima do que aquilo que pensamos. Depois de ter ficado sem eletricidade e forma de a produzir, a civilização entrou em colapso. Sem energia, não havia meios de transporte, de comunicação e, a partir de certa altura, os alimentos também começaram a escassear, bem como os medicamentos e outros bens essenciais. Numa época em que a maioria das pessoas não produzia nada que fosse primordial para a sua sobrevivência ou, pelo menos, não sabia fazê-lo sem recorrer a tecnologia de ponta (parece-vos familiar?), o caos instalou-se. A violência tornou-se rotineira e era vulgar alguém ser assassinado por um pedaço de pão. Para fazer face a esta anarquia, foi formada uma forte estrutura militarizada designada por "milícia" que, rapidamente, se tornou numa espécie de força cruelmente repressora (basta dizer que, nas suas fileiras, tinha psicopatas e outros espécimes assim fofinhos). Claro que, em oposição, apareceu o grupo dos "rebeldes" cujo objetivo é ... chatear a milícia? Ainda não descobri, mas de certeza que têm um objetivo... O "apagão" funcionou como uma espécie de nivelador social, só os mais aptos conseguiram sobreviver, independentemente do seu estatuto anterior... 
Dá que pensar, principalmente depois de ter lido a última atualização sobre os recursos energéticos do nosso querido e tão mal tratado planeta.