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domingo, 28 de setembro de 2014

Parece mentira...

que tenha passado tão pouco tempo desde o final das férias! (suspiro)

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

YOGA em casa

Pronto, decidi fazer YOGA. E não é difícil? É aquela modalidade super estranha em que se contorcem todos e ainda arranjam alguma complicação? Quem já não ouviu isto? 
Bem, ao que parece existem vários tipos de YOGA, com diferentes graus de dificuldade e técnicas, para crianças, adultos e mais de 65 anos. Uns mais virados para a meditação, outros para as posturas. É experimentar e encontrar o que vai de encontro às nossas necessidades. Para quem não tem esta actividade no seu ginásio, e não quer pagar mais uma mensalidade, sem falar da dificuldade em conciliar horários, as aulas de YOGA em casa podem ser uma alternativa viável. Como em tudo é preciso disciplina e gosto. A verdade é que a prática de YOGA tem diversos benefícios e sentimo-nos incrivelmente bem após uma aula. Claro que não se consegue fazer tudo, faz-se o que se pode, mediante as limitações de cada um, afinal não é uma corrida ou competição.O objectivo é o nosso bem estar físico e mental. Com o tempo vamos melhorando a nossa flexibilidade e disciplina. Foi o aconteceu comigo no Pilates, e aos poucos vai acontecendo no YOGA. Por isso, quando "tropecei" no desafio de 30 dias da Erin Motz, foi irresístivel não o fazer. https://www.youtube.com/playlist?list=PLcjgXQkHWH453km2BpJqYHzmkUkkjH5IB
Adorei e recomendo. A professora é empática, usa linguagem directa e simples, e o mesmo exercício pode ter diversos tipos de diculdade (simples, intermédia ou mais avançada). São vídeos curtos, de quinze minutos que nos ensinam a dar os primeiros passos na prática. Convém adquirir um bom colchão, os joelhos agradecem. Os pontos contra são o facto de termos de estar bem atentas ao audio do vídeo para acompanharmos os exercícios, já que não conseguimos olhar para o colchão e ecrã do computador ao mesmo tempo, não temos ninguém para nos corrigir e convém estarmos sozinhos em casa para levar a aula até ao fim sem interrupções hehehe (assistam ao vídeo abaixo adicionado)

Namasté

terça-feira, 23 de setembro de 2014

GRRRRRRRRRR

Duas semanas depois do regresso ao trabalho, já estou pronta para ir de férias novamente. Sinto-me como se tivesse sido atropelada por um elefante (não é que eu tenha um termo de comparação). Bem, como (ainda) não ganhei o euromilhões, tenho que adotar a minha atitude mais zen e pensar nas razões que me obrigam a passar (desperdiçar) tanto tempo da minha (preciosa) vida por aquelas bandas. Entretanto, vou mas é ali ao quiosque fazer o euromilhões e talvez comprar uma raspadinha.

domingo, 21 de setembro de 2014

Passeio na mata


E foi assim que decidi festejar o (quase) primeiro dia de outono: com uma bela caminhada de duas horas e meia na mata. Até houve avistamentos em primeiro grau... diz a minha irmã que viu uma raposa. Eu, pela parte que me toca, só ouvi um restolhar na beira do trilho, que nos acompanhou ao longo de quase todo o passeio... fenomenal! Adoro fazer caminhadas, adoro o cheiro do pinheiro e do eucalipto, o barulho da água e, sobretudo, adoro a sensação de liberdade e de serenidade que tudo isto me transmite! 

sábado, 20 de setembro de 2014

Amor, açúcar e canela (The girls`guide to homemaking)

"Se dispuser de muito dinheiro e for a uma loja comprar a mobília toda de uma só vez, a sua casa ficará sem personalidade, além de que se divertirá muito menos! Coleccionar velharias, restaurá-las, pintá-las, adaptá-las às suas necessidades e preferências: assim se constrói um lar."

Impressões
Adoro a capa deste livro! Tanto a estética como a qualidade são muito boas. E o título... o título é fantástico, promete uma estória daquelas que nos transportam para universos que, a bem dizer da verdade, só existem na nossa imaginação ou nas séries de tv. Foi por isso que comprei o livro. E foi por isso que fiquei tão dececionada. Não é que não goste da estória, mas na sua maioria acho-a deprimente. Apresenta um retrato nada abonatório da juventude londrina... quer dizer, a única coisa que arranjam para fazer nos tempos livres é embebedarem-se, drogarem-se e serem prosmícuos? A sério? Além disso, a protagonista parece não ter vontade própria... toda a gente faz dela o que quer... que tédio! 
No entanto, achei bastante original cada capítulo começar com uma citação sobre a "perfeita dona de casa", retirada de publicações dos anos cinquenta. Também invejei a coragem da protagonista (afinal não é assim tão panhonha) em ter deixado um emprego que a fazia infeliz e ter iniciado o seu próprio negócio (bem, se calhar o facto de ter herdado uma bela maquia também facilitou esta decisão)... E esta foi a parte boa que, quanto a mim, deveria ter sido muito mais explorada. Farta de gente deprimente estou eu.

domingo, 14 de setembro de 2014

Família há só uma e o cão foi achado na rua (Familia no hay más que una y el perro lo encontramos en la calle)

"A forma como a primeira família aumentou os seus membros constitui um dilema ainda por resolver, mas as possibilidades apontam para a reprodução por esporos."

Impressões
Hilariante! Humor inteligente e sarcástico! Mesmo como eu gosto.  É impossível não nos identificarmos com determinadas situações. Num momento ou noutro, já todos passámos por algo semelhante. É caso para dizer que o mundo é um grande palco e a vida, a maior parte do tempo, uma grande piada. Vamos lá rir um bocado!

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Bom demais: Chá!

Chá de Lúcia-Lima, cultivado, apanhado e secado aqui pela malta.
Adoro chá! Bebo chá durante todo o ano e é um dos meus presentes favoritos, sendo que prefiro os de cavalinha e 
de lúcia-lima, mas estou sempre disposta a experimentar novos sabores. O próprio ritual de preparação do chá é bastante calmante. 
São servidos?

domingo, 7 de setembro de 2014

O barco encantado (The silver boat)

"Depois, ela e Scup voltaram para o carro e, embora o ferry estivesse já longe de vista, deixou-se estar ali, olhando fixamente para o ponto onde vira desaparecer o grande barco branco que levava as irmãs."

Impressões
Fiquei bastante aborrecida com as muitas gralhas que o livro tem. Desde palavras mal escritas até troca dos nomes das personagens. Considero uma grande falta de respeito pelos leitores e também pela escritora. Já não há revisão de texto? Além disso, quem faz as capas não lê o livro? É que começa a ser ridículo ter capas (lindas, é verdade) mas que não estão bem de acordo com o texto (este caso até nem é o mais flagrante). 
Achei a estória interessante, embora continue a achar que certas descrições em nada valorizam a obra... pelo contrário, tornam-na bastante vulgar. De qualquer das formas, quem é que não gostaria de viver num sítio tão agradável como Martha`s Vineyard? 

sábado, 6 de setembro de 2014

Bom demais: Bacalhau com broa

Muito, mas muito bom! Degustado na bonita cidade de Chaves (Trás-os-Montes). Só foi pena os quase 40ºC que se faziam sentir e que não me deixaram saborear devidamente esta iguaria... é que não me dou mesmo nada bem com temperaturas tão altas.