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domingo, 31 de maio de 2015

E que tal, um pouco de civismo?



segunda-feira, 25 de maio de 2015

"All about that bass parody - All about them books"


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Pérolas a porcos!

É isto que eu sinto que faço todos os dias: atiro pérolas a porcos!

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Parece desconfortável...

e deve ser mesmo muito desconfortável. No meu cantinho de leitura é que eu não a queria, eheheh. No entanto, os materiais utilizados são originais. Será a cadeira de ferro, de que tanto se fala na "Guerra dos Tronos"?

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Quando vou à aldeia...

... a sombra da cerejeira é um dos meus cantinhos de leitura favoritos. É tão bom ter tempo para ler! 

sábado, 9 de maio de 2015

Lindo!!!!


Sacrifício a Moloc (Till offer at Molok)

Não deve ser por acaso que este género é designado por "policial negro". É que a violência não reside propriamente nas ações, mas sim nas emoções, não tanto no que se diz, mas mais no que fica por dizer, naquilo que fica subentendido. A solidão é uma constante... seja por que razão for, todas as personagens são vítimas desta solidão que as devora de dentro para fora... Até os animais parecem atingidos por esta maleita. Por falar nisso, um acontecimento das últimas páginas deixou-me indignada (quem ler o livro perceberá)... bolas, não há direito!

Ainda bem que não tinha pressa, eheheh...


segunda-feira, 4 de maio de 2015

O corvo

Já tinha ouvido comentar que havia um corvo no jardim. Eu mesma já o tinha avistado, mas ontem foi possível ficar muito perto dele e fotografá-lo. É enorme! É claro que na foto não se percebe (falta a escala), mas acreditem quando digo que parece uma galinha gorda. O mais engraçado é que é só um, num jardim enorme, frequentado por pessoas e cães (e também pardais, melros, rolas, lagartixas, formigas...) e ele anda por ali tranquilamente, como se fosse o dono daquilo tudo. De certa forma, faz-me lembrar os livros de mistério ou a série "Guerra dos tronos".

sábado, 2 de maio de 2015

Assim de repente...

... estava eu a pensar em algo que me tinham contado e só me ocorria que, quanto mais conheço as pessoas, menos gosto de desperdiçar tempo com elas. Ainda por cima é tudo tão monótono, os dramas, as traições, sempre mais do mesmo, repetindo-se num ciclo interminável. É que, nem mesmo quando era adolescente, eu tinha paciência para isto, quanto mais agora. A sério, vale mesmo a pena? Dá-me vontade de abalar para um sítio lindo, com acesso a uma bela biblioteca e onde só tenha que interagir o mínimo possível com a estupidez humana. Se este sítio existir, deve chamar-se paraíso.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Quem é que gosta de passear?

Eu! Eu! Mas será que há alguém que não goste? Eheh...
Na semana passada fui almoçar no restaurante Pharmacia, em Lisboa. Com muita pena minha, o museu estava encerrado (não abre aos domingos), pois teria gostado bastante de o revisitar.
Adorei a decoração e o conceito do restaurante, mas não gostei muito do atendimento, foi um bocado atabalhoado.
Ficam aqui algumas fotos:



Privacidade!

Até tenho vontade de rir quando ouço certas pessoas a empregarem esta palavra. Publicam tudo, mas tudinho no facebook e similares e depois queixam-se de invasão da sua privacidade(?!) Talvez tenham que encontrar outra forma de reforçar a sua auto-estima, sem ser através da publicação de fotos de todos os minutos da sua vida, digo eu.