segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Há tanto tempo ...

... que não ia a Sintra! E como gosto de passear! Assim, quando me convidaram, nem hesitei. O dia estava chuvoso, mas passeio é passeio. Em Sintra, a neblina conferiu aquele ar misterioso à paisagem. Lindo! Ficam aqui algumas fotos.









É claro que tive que degustar os famosos "travesseiros", bem como as queijadinhas, tudo acompanhado de um capuccino bem quentinho.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A Amiga Genial (L`amica geniale)

Finalmente, li o livro de que (quase) todos falaram durante o ano passado. Embora tenha achado a estória interessante, também a achei cansativa e não fiquei com vontade de ler os restantes livros da coleção (ainda bem que só comprei este). A vida no bairro de Elena é exatamente como a imaginava em Nápoles, em meados do século XX. Mas também poderia ser num bairro português, no início do século XXI. Na verdade, pouca coisa mudou na sua verdadeira essência. A violência, sempre tão presente nas descrições feitas por Elena, continua presente no nosso dia-a-dia, em determinadas zonas das cidades. Há muitas pessoas que, como ouvi alguém dizer e sem querer ofender nenhuma criatura, parece que desceram agora das árvores ou saíram das cavernas.
Mas falemos de Nápoles. Visitei esta cidade há mais de vinte anos e, na altura, fiquei impressionada com o caos reinante. As pessoas comunicavam aos berros (pareciam zangadas mas não estavam, era mesmo assim). Atravessar a estrada era uma aventura pois os condutores não respeitavam os sinais de trânsito, incluindo os semáforos e até circulavam por cima dos passeios (as lambretas ou vespas, que eram em grande número). Gostei muito das cores da cidade (cá está, para o turista tudo é pitoresco, ahahah), mas é daqueles locais a que não pretendo voltar. 


domingo, 3 de dezembro de 2017

Sem comentários ...



quarta-feira, 22 de novembro de 2017

A livraria (The bookshop)

Aqui está um livro que me encantou, sobretudo pela sua simplicidade. Já faz parte das minhas "leituras de conforto". Numa pequena vila, no fim da década de cinquenta, a abertura de uma livraria é motivo de desavenças entre os habitantes, mostrando o melhor e o pior de cada um. A própria casa onde a livraria é instalada, parece conspirar contra esta iniciativa... consta que é assombrada e o fantasma residente parece não gostar muito de companhia. Cada personagem tem as suas próprias excentricidades, o que proporciona momentos cómicos. O final foi inesperado e muito injusto, mas realista, o que só valoriza a estória. Fiquei com vontade de ler outros livros desta autora. 
Num mundo em que não tivesse que me preocupar com contas para pagar, também eu gostaria muito de ter uma livraria, pequena mas mimosa, onde pudesse organizar tertúlias sobre vários assuntos e até workshops. Um sítio onde apetecesse estar, feito à medida dos meus sonhos. Enquanto isso ...

sábado, 18 de novembro de 2017

Reaproveitar/Transformar

Era uma vez um típico móvel de sala. Composto por vários módulos, todos aparafusados uns aos outros, o seu peso e estrutura dificultavam muito as limpezas. Assim, um belo dia (uns 15 anos depois), desmantelei-o e transformei-o. Uma das tábuas, de suporte vertical, foi usada para fazer a prateleira que se vê na foto. 
Está colocada por cima do sofá e quase junto ao teto, para ninguém bater com a cabeça, ahahahah.
Para dar cor e alegria, pedi à minha irmã que decorasse a parte visível da prateleira. De qualquer ponto da sala, vemos muito bem o resultado do seu trabalho.
Dá outra vida a esta parede. Ainda faltam alguns retoques na decoração, mas gosto do que vejo. A cor não é bem esta que aparece na foto, mas dá para terem uma ideia e quiçá até dar ideias a outras pessoas.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

À mesa com o assassino (Satelittmennneskene)

Este policial nórdico é diferente dos que conheço. Faz lembrar um pouco os policiais da Agatha Christie. Escolhi-o pela capa (eu sei, eu sei) e também pelas críticas que li noutros blogs (of course). 
Gosto quando a ficção se entrelaça com acontecimentos reais, principalmente aqueles que desconheço. Estas oportunidades de aprendizagem são inestimáveis. Adoro! 

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Pouco a pouco ...

... vou começando a encher o meu espaço, com pequenos apontamentos (acho que é assim que se diz) de Natal. 
Era uma vez um frasco de compota. Alguma EVA, fita decorativa, muita arte e alguma paciência e agora é um "guardador de docinhos". 
Foi feito pela minha irmã, no período EVA, ahahaha. 
 Eu não tenho grande jeito para o artesanato. Já tentei. Começo cheia de ideias, boas intenções e acabo sem paciência e com os dedos (a roupa e até o cabelo) cheios de cola e de tinta. 

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Não resisti e ...

...  roubei do Pinterest. É inspiradora esta imagem. Agora fiquei com vontade de fazer o mesmo, eheheheh.

domingo, 5 de novembro de 2017

Dar uma nova vida


Esta mesinha foi herdada da minha avó. Em casa dela, combinava com a outra mobília e combinava com ela. Na minha casa, destoava. Tal como estava, toda ela emanava uma certa tristeza. Então, aproveitando o facto da minha irmã ser uma excelente artesã, resolvi dar uma nova vida a esta mesa.
Como podem ver, a oficina foi a minha sala. Forrou-se a mesinha do café e o chão e mãos à obra!
 Algum tempo depois, já tinha este aspeto maravilhoso! 
E agora está num cantinho do meu (minúsculo) corredor. Curiosamente, já moro nesta casa há tantos anos e este cantinho esteve sempre vazio, como que aguardando a peça certa.
O puxador também foi mudado. A decoração foi improvisada para a foto. Com tempo, irei experimentar outras peças que tenho aqui por casa e não só... vou também visitar os "arquivos" de tralha da mãe e da mana, ahahahah.
Acho que esta mudança resultou bem, já que esta zona do corredor tem pouca luz. 
Atenção, não quer dizer que a mesa, tal como estava, não fosse bonita. Apenas não estava a resultar neste novo ambiente e neste momento.
Só tive despesa com as tintas e o material de pintura. Tudo o resto foi reaproveitado. A artesã ofereceu o trabalho, o que foi muito apreciado. 

sábado, 4 de novembro de 2017

Destralhar!

De vez em quando, dou uma "volta" à casa. Costuma ser no verão, mas este ano esteve tanto calor que, pura e simplesmente, não o consegui fazer. Decidi que de hoje não passava e comecei a tarefa pela manhã. Esvaziei três prateleiras de livros e acabei por tirar as próprias prateleiras. Agora, estes livros irão ser devidamente acondicionados e guardados na arrecadação que tenho no sótão. Alguns pretendo doar a uma biblioteca pública aqui da zona (ainda tenho que fazer os contactos). Outros tentarei vender. Não gosto de ter livros encaixotados, fora da vista. Em casa, ficarei com aqueles que couberem no armário livreiro que tenho e mais alguns, dispersos pela casa, tal como gosto. Não foi difícil fazer a seleção e, apesar de adorar ler e gostar muito dos meus livros, também sempre tive a vantagem de ser desapegada em relação à maioria das coisas. Claro que a limitação do espaço em casa também contribuiu para esta decisão. Tivesse eu mais espaço e logo veriam como era ... ainda transformava a minha casa numa espécie de clube de leitura, ahahah.
Há mais uma montanha ao lado do sofá. 

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Voltei!

Só me ausentei aqui do blog. Quem me dera ter ido viajar, mudar de paisagem, fazer coisas interessantes e motivantes e até, quem sabe, inspiradoras para os outros. Mas não, tenho andado ocupada com "montes" de trabalho esgotante e desinteressante. Nada de novo, portanto. Nem tenho lido os meus livrinhos e tão bonitinhos que eles estão, ali nas prateleiras, a chamarem por mim. No outro dia, tive uma espécie de epifania. Não posso deixar que as questões laborais contaminem o resto da minha vida, era só o que faltava! Sempre pensei assim, mas nos últimos tempos andava demasiado cansada para reagir. Acreditem ou não, mas o pilates e o ioga têm feito maravilhas. Recomendo. 
Chocolatinhos do dia das bruxas. Ai, como sou gulosa!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Ginasticar

Gosto bastante de fazer exercício físico. Gosto e preciso. Encontrei um ginásio, a preço amigável e que tem um bom leque de opções. E, talvez seja por isso que todas as aulas estão a abarrotar. De tal forma, que hoje me questionei se estarei a fazer mal à minha saúde, achando que estou a fazer bem. As aulas são em salas sem ventilação (não têm janelas e a porta está fechada), com ar condicionado (o que sabe bem, dado o calor que se tem feito sentir) e com lotação esgotada. E é este excesso de pessoas que me está a fazer muita confusão... ar viciado, espaço limitado e barulho ( o que aquelas mulheres guincham ... nunca vi nada assim). Ainda tenho a secreta esperança de que abram mais aulas ou de que este pessoal se vá distribuindo por outros horários. Entretanto, estou a adorar as aulas de pilates e de ioga (também estão cheias mas não lotadas e são silenciosas). Já o zumba e as outras ...
Ou então, eu é que sou esquisitinha e já não tenho paciência para uma data de coisas. Sim, também poderá ser isso.



domingo, 1 de outubro de 2017

Atualização


Tenho lido, mas não tenho tido vontade de fazer a atualização das leituras aqui no blog. Como sempre, o mês de setembro é muito complicado para mim, não tanto pela carga de trabalho mas por já não me identificar com o meu trabalho, ou melhor, com a forma como exigem que seja feito, mas isso é conversa para outra dissertação. 
Destes quatro livros, os meus favoritos são "A casa da morte" e o "Crime de Paragon Walk".  Os outros dois, "Gritos silenciosos" e "O som do silêncio", aborreceram-me de morte. Mas, como eu sempre disse, há o livro certo para a ocasião certa e, talvez não tenha sido este o caso. Já Patterson não me desiludiu. Apesar de achar o livro um bocado sensacionalista e de ter descoberto o criminoso facilmente, gostei do ritmo com que a ação se desenvolveu. 
"Crime de Paragon walk", faz parte da série "Crime à hora do chá" e surpreendeu-me pela positiva. Há muito que não lia uma estória policial tão bem escrita e sem recorrer a sensacionalismos desnecessários. Além disso, a ação decorre numa época em que os costumes eram diferentes (muito bem descritos pela autora), mas a natureza humana não. Gostei mesmo muito!

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Doce tortura (Sweet Damage)

É uma estória fácil de seguir, com a dose certa de mistério, mas depois de lida, foi facilmente esquecida. No entanto, foi uma boa companhia durante algumas horas, na minha esplanada improvisada à beira-rio.


domingo, 3 de setembro de 2017

os olhos amarelos dos crocodilos ("les yeaux jaunes des crocodiles")

Comprei este livro porque adorei a capa. Eu sei, escolher um livro pela capa ... No entanto, até gostei da estória. Não é bem o meu género, mas lê-se muito bem, como se costuma dizer. As intrigas familiares são o fulcro da ação. Todas as personagens são um pouco disfuncionais, o que conduz a situações, por vezes, hilariantes. Gostei da personagem principal, embora a tenha achado um bocado parvalhona, de tão boazinha que é. Tenho o segundo livro e, assim que puder pretendo lê-lo. 

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Animais fofinhos em Valência (Espanha)

Durante as minhas férias em Valência, fui visitar o Bioparque, que é similar ao nosso zoo. Estava um dia com temperaturas superiores a 40º, o que me levou a pensar que não iria ver nenhum dos habitantes do Bioparque. Mas isso não aconteceu. Ficam aqui, algumas fotos dos bichinhos deste parque (os meus favoritos são as girafas... tão, mas tão queridas!).














terça-feira, 11 de julho de 2017

A experiência

Através da minha irmã, tomei conhecimento destes vídeos. Vale a pena ver, cada um tem uma duração de uns quinze minutos, não sendo saturantes e nem monótonos. A comunicadora, Flávia Melissa, apresenta a informação de forma cativante e com qualidade. Gostei e, por isso, deixo aqui a partilha.

domingo, 9 de julho de 2017

E este?

Este, também feito pela minha irmã, foi oferecido a uma pessoa que adora os patudinhos. Lindo, não é? 

sábado, 8 de julho de 2017

Lindo!

Mais uma peça feita pela sister. Falta limpar a cola, mas não resisti a colocar aqui as fotos. É um vaso de barro, com uma barra feita com pedacinhos de azulejo. A amarelo, temos a representação da mascote cá de casa. 


domingo, 2 de julho de 2017

Desaparecidos

Que seca de estória! Só não desisti, por uma questão de teimosia. São páginas e mais páginas a descreverem o estado mental da protagonista que, a propósito, não achei nada interessante. Pelo meio, aparecem outras personagens, mas não têm grande relevância. Trata-se de mais uma estória sobre relações abusivas, mas muito "dejá vu", não me cativou nem um pouco. Tanto alarido à volta do livro ...

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Safari


Todos aqueles filmes antigos, passados em África, que vi nas tardes de domingo, deixaram-me com vontade de fazer um safari. Ler o livro "África minha" (no século passado eheheh) e ouvir os relatos de quem passou férias no Quénia, aguçou mais esta minha vontade.

Assim, este domingo foi dia de safari no Badoca Park. Gostei de tudo! Até tive direito a chuva, lama e poeira ahahaha. Os animais deambulam pelos seus vastos territórios (não é o mesmo que a savana africana, mas ...). Para segurança de todos, os tigres estão confinados a um recinto espaçoso, devidamente protegido. 










Gostei de tudo! Apesar de haver muitos visitantes, nunca tive aquela sensação de "ajuntamento", que tanto detesto.
Assisti à sessão de alimentação dos lémures e ao show das aves de rapina. Valeu a pena, pois aprendi um pouco mais sobre estas criaturinhas e, além disso, são tão fofinhos ... os lémures, claro. Durante todo o tempo que os observei, estiveram entretidos a fazer "gracinhas" e poses para as pessoas. 

É claro que, ainda havia a chamada "interação com os lémures", paga à parte, mas isso já estava fora do meu orçamento e também não achei, como observadora, que enriquecesse o meu conhecimento sobre estes pequenitos.