terça-feira, 16 de maio de 2017

Código do crime

Uma excelente série que dá na RTP 2. Só a descobri ontem e já vai a meio ou quase no final. Espero sinceramente que repitam todos os episódios, desde o início. Decorre no pós-guerra, por volta dos anos cinquenta e tem como protagonistas quatro mulheres, aparentemente banais, mas de intelecto brilhante. Durante a segunda guerra mundial, estas mulheres desempenharam papéis fulcrais na derrota dos nazis. Terminada a guerra, deixou de haver lugar para elas num mundo dominado pelos homens. Assim, têm que regressar às suas antigas rotinas e fingir que não podem ser mais do que secretárias, na melhor das hipóteses. No entanto, este faz-de-conta não serve para estas senhoras. E é assim que se dedicam a desvendar crimes, sempre com a maior discrição e nunca alardeando as suas extraordinárias capacidades.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

So true

Todos os dias penso assim. O bom era manter esta atitude ao longo de todo o dia. Mas não consigo. Há pessoas e situações que  dão cabo de qualquer pessoa, por mais zen que seja. Tenho o (des)privilégio de vivenciar isto todos os dias, eheheh. Por isso, sou muito grata por tudo o que me faz bem. 

Esta imagem foi tirada do Pinterest e foi-me enviada pela minha irmã (gracias).

domingo, 14 de maio de 2017

E hoje foi assim

Fui fazer um workshop de snacks e piqueniques no Instituto Macrobiótico de Portugal. Fiquei com vontade de aprender mais. Ensinaram algumas receitas que quero reproduzir em casa. Outras, achei interessantes, mas muito complexas e de confecção morosa. Visitei a loja e fiquei chocada com os preços dos vários ingredientes. Seguir exclusivamente esta dieta deve ser dispendioso, eheheh. Bem, o que interessa, é que foram umas horas muito bem passadas e, no final, tivemos direito a degustar o que foi cozinhado. E estava tudo delicioso!
 Sala de refeições, aberta ao público. Gostei muito do esquema de cores e, sobretudo, do papel de parede.
 Pormenor da entrada.
 Amendoins com wasabi
 Sopa fria de pepino e hortelã
 Chá frio de maçã e limão
 Taboulé de arame com amendoim e muffin salgado com algas
 Quiche de alho-francês
Empada de maçã e quadrados de figo

Fiquei mesmo feliz ...

... com a vitória de Portugal no festival da canção. Sobretudo, fiquei feliz por termos ganho com qualidade. Há muito tempo que não assistia a este espetáculo, precisamente porque tudo me parecia vazio de sentido, desde a música até à própria interpretação... tudo muito de plástico, muitas Barbies e Kens, todos saídos daquelas fábricas fazedoras de cantores. Ontem vi e só gostei da nossa prestação. Gostei de tudo, desde a música à simplicidade do Salvador. No palco, apenas ele e a sua música a encantarem a multidão. Bravo!

sexta-feira, 12 de maio de 2017

A verdade sobre o caso Harry Quebert (La verité sur l`affaire Harry Quebert)

Tenho sentimentos contraditórios em relação a este livro. Por um lado, achei refrescante este tipo de narrativa. Por outro, a partir de certa altura, comecei a ficar saturada de ler tantas vezes os mesmos textos, nas diferentes reconstituições da estória. Gosto da forma como a verdade vai sendo revelada ao leitor, embora me tenha sentido manipulada algumas vezes. Na verdade, o escritor seguiu a metodologia que foi aconselhada por Quebert. E, por falar em Quebert, não consegui sentir empatia pelo romance que ele manteve com a jovem Nola, embora tivesse ficado com a sensação de que aquilo era mais uma relação do género musa-escritor. As ações dele, como se descobre no final, são decepcionantes. Não são próprias de um amigo. Embora ele tivesse medo do que o "formidável" pudesse pensar, não são atitudes dignas. 
As descrições da casa na praia fizeram-me sentir invejosa ... gostaria de passar uma temporada numa casa assim.

So true

Ahahah, quando era miúda lia muito às escondidas. A minha mãe achava que ler tanto iria fazer-me mal e estava sempre a interromper-me com outras coisas para fazer. Atenção, eu só lia depois de ter feito as tarefas que eram da minha responsabilidade. Já o meu pai, que também gosta muito de ler, contou-me que quando era criança a minha avó lhe fazia a mesma coisa. Hoje em dia é o contrário, os miúdos que conheço fogem dos livros como o diabo foge da cruz. Felizmente, há exceções e fico mesmo feliz quando vejo gente novinha a ler por gosto.

 Esta imagem foi retirada do Pinterest.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Que medo... nem por isso.

Lidos de enfiada. É verdade, mal acabei um, comecei logo o seguinte. Todos lidos na semana da Páscoa. Foram um bom entretenimento, mas nenhum me cativou por aí além. Talvez tenha gostado mais do "A criança de fogo". Gosto de livros que adicionam à receita, um pouco de sobrenatural, embora tenha achado mais arrepiante o livro anterior deste autor, "As gémeas de gelo". No "A criança de fogo", a protagonista revelou-se forte e decidida, mas acho que era desnecessário tanto drama à novela mexicana. Já que se fala em cenas desnecessariamente melodramáticas, tenho que dizer os autores de "A rapariga de antes" e "As raparigas esquecidas", abusaram deste ingrediente. Sinceramente, não percebi todo o sururu em torno do "A rapariga de antes". A ideia de uma casa que domina as vidas de quem lá habita é boa, mas depois, acabou-se por cair na estória do costume (enjoei). "As raparigas esquecidas" tem um bom enredo, mas o final estraga tudo. É pouco credível que uma detetive da polícia, altamente treinada, agisse daquela forma tão descuidada num cenário de crime e sabendo que o criminoso ainda andava à solta.   Além do mais, havia alguma necessidade de ela passar (quase) pelo mesmo que as raparigas mortas? Cada vez mais, penso que os autores até têm ideias boas, mas como têm que vender livros a qualquer custo, acabam por alterar as estórias de forma a irem de encontro ao que os leitores querem no momento. Olhando para os livros que tenho em fila de espera para ler... cheguei à conclusão de que tenho que fazer mais pesquisa antes de adquirir livros e também de que sinto necessidade de leituras com mais substância. 
Bem, vamos lá ver o que as próximas leituras me reservam.

sábado, 6 de maio de 2017

Estes trechos

são do livro que estou a ler e são exatamente o que eu penso... quer dizer, os meus pensamentos são mais acutilantes.



quarta-feira, 3 de maio de 2017

Muito gosto eu dos filmes deste senhor.

Já perdi a conta ao número de vezes que vi o filme "Os pássaros". Sem dúvida alguma o meu favorito.

domingo, 30 de abril de 2017

As gémeas do gelo (The ice twins)

 Lido num dia! Arrepiante! Um verdadeiro livro de suspense! Embora se trate de ficção, a estória aborda questões inquietantes, para as quais ainda não existem respostas satisfatórias. No entanto, não fazia ideia de que houvesse tantos estudos académicos sobre o comportamento dos gémeos idênticos. O autor misturou vários elementos e conseguiu a combinação perfeita, nunca caindo em situações suscetíveis de comprometer a integridade da estória. Além disso, à medida que a ação decorre, aquilo que pensamos ser verdade pode não passar de ilusão. Gosto disto, gosto de só descobrir o que aconteceu quando o autor o decide revelar e gosto ainda mais quando nem tudo tem uma explicação lógica.
Estou em "pulgas" para comentar o livro, mas não quero estragar a leitura a ninguém... por isso, só posso dizer que vale a pena. Escolham bem o momento para o ler porque não é o tipo de livro para ir lendo. Divirtam-se!!!!!
 No Natal, ofereceram-me este "adereço", feito numa impressora 3D, para facilitar as leituras, do ponto de vista mecânico. E não é que funciona? 

Venham mais dias assim!

















sábado, 22 de abril de 2017

Acasos felizes (Serendipity`s footsteps)

Gostei. Três estórias que se entrelaçam de forma harmoniosa. Umas mais tristes do que outras, como é inevitável. Apesar de já ter lido muitos relatos sobre os campos de concentração nazis, nunca deixo de ficar chocada com a bestialidade (de besta) praticada e também com a prova (mais uma) de que não existe nenhum deus, pois se existisse, como poderia permitir tais atrocidades? Mesmo assim, no meio de tanto horror, há sempre quem consiga ter gestos de grande nobreza. Por isso e não só, vale a pena ler este livro.

domingo, 9 de abril de 2017

Vidas esquecidas (Necessary lies)

É uma estória interessante, sobretudo porque se baseia em factos reais. O Programa de Eugenia para a esterilização, visto agora, pode ser chocante, mas na época, as assistentes sociais recomendavam-no com as melhores das intenções. O problema é que começou a ser aplicado de forma indiscriminada, basta ver os critérios que eram utilizados. Sou a favor da esterilização em casos clínicos e até sociais, muito específicos, como no caso da Mary Ella . Qual era a alternativa? Deixá-la ter criança atrás de criança, tendo ela e o filho um atraso mental significativo? Pois, é complicado.
  Gostei da descrição do trabalho de assistente social da época, que não deve ser muito diferente daquilo que fazem agora. Além de terem que lidar com situações extremas de miséria humana, ainda têm que enfrentar a hostilidade de quem tentam ajudar, nalguns casos até correndo risco de vida. Jane, apesar de toda a sua  vontade, não era uma boa assistente social, enredou-se demais com a família de Ivy e acabou por sofrer as consequências. A autora retrata muito bem a miséria  da América rural dos anos sessenta, que na essência é igual à que se viveu em Portugal. 

segunda-feira, 20 de março de 2017

O anjo da morte (Side and Seek)

Depois de ter sido injustamente detida (ler o livro "Na boca do Lobo"), a inspetora-detetive Helen Grace tenta, a todo o custo, ilibar-se. Não é uma tarefa fácil pois ela encontra-se presa e tem uma única aliada no exterior. A vida de Helen na prisão é um verdadeiro inferno e, tendo em conta que se trata de uma polícia caída em desgraça, as coisas só podem piorar. A descrição das rotinas das presidiárias, bem como as de todo o pessoal que trabalha na prisão, está muito bem conseguida e é simplesmente assustadora. Livra, que cenário dantesco! Finalmente, no final deste livro, é feita justiça a Helen, mas nada pode apagar o que penou na prisão. Gostei do protagonismo assumido pela detetive Charlie Brooks. Sempre achei que era uma personagem que tinha mais potencial. 

domingo, 5 de março de 2017

A pequena leitora

Adoro esta "leitora", confeccionada pela minha irmã em E.V.A, que assentou acampamento cá em casa... 

 Reparem nos detalhes: os livros, a agulha de tricotar, o novelo de lã e até a rolinha, que anda à solta aqui por casa (mas que nunca se aproximou dos meus livros... há limites que não podem ser ultrapassados ehehe).
 Estas estantes, ao contrário das minhas, ainda têm espaço para muitos livrinhos.

sábado, 4 de março de 2017

Na boca do lobo (Little boy blue)

Uau! A capa do livro não engana. É mesmo "um thriller policial alucinante". Foi muito difícil parar a leitura, para ir fazer as minhas obrigações (eu sempre disse que o trabalho ideal para mim, seria o de leitora). A inspetora-detetive Helen Grace vê-se, mais uma vez, a braços com uma série de homicídios intrigantes e invulgares. O que ela não contava é que .... e pronto, não vou dizer mais nada, ahaha... O que me irritou neste livro? As ações nada éticas da jornalista Emília Garanita e até do resto da matilha de jornalistas sensacionalistas. Mas, se pensar bem, é o que acontece na vida real. Basta ligar a tv para ver notícias que não passam de especulações ou da devassa da vida de cada um... informações fidedignas praticamente não há. É o que vende, não é? E o nível vai descendo ... Suspeito que um jornalista sério tenha muitas dificuldades em sobreviver.
Já comecei a ler a continuação deste e vou bem lançada (até na fila do supermercado aproveitei para ler um bocado ahahah). Não há dúvida, apesar de gostar de diversificar as minhas leituras, eu sou do team dos policiais e dos thrillers ... até nas séries que escolho seguir (praticamente, só vejo a Fox Crime... será que há uma detetive frustrada em mim? Bem, há décadas, quando me licenciei em Química e ainda não se falava em CSI, o que eu queria era ser investigadora forense, mas depois segui outra área... cá está, pecados antigos projetam sombras longas ahahahaha). Boas leituras!

quinta-feira, 2 de março de 2017

Tão bonita

... esta orquídea, que mora na minha cozinha. E pensar que houve uma época em que não dava nada por ela, já que era apenas uma visão de tronquinhos enfezados e moribundos. Mas agora, agora ergue-se em toda a sua beleza, desafiando o meu julgamento.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Uma mulher no topo do mundo

Quando comecei a ler este livro, presente de aniversário, pensei que se tratasse de uma estória de viagens, superação no desporto, etc. Afinal, é também e sobretudo, a estória de uma portuguesa que decidiu ajudar as pessoas de um bairro da lata no Bangladesh. Custa a crer que alguém, nos tempos que correm, sacrifique tudo para ajudar perfeitos desconhecidos... ainda para mais, quando ninguém lhe pediu ajuda e não quer a sua ajuda. 
Impressionou-me a sua resiliência perante tantos obstáculos, sobretudo sabendo que não era bem vinda no tal bairro. Foi roubada pelos seus colaboradores locais, explorada por outros tantos, denegrida pelos que pretendia ajudar e, mesmo assim, não desistiu. Tão grande era o seu empenho que, embora tendo uma má preparação física, treinou duramente e conseguiu a faceta de escalar o Evereste! O objetivo era chamar a atenção para o seu projeto e angariar dinheiro. O esforço não foi devidamente recompensado, o que a levou a correr maratonas e mais maratonas. Enfim, é o projeto de vida dela. É difícil de entender tal sacrifício, tendo em conta o feedback obtido (pouca gente grata por todo o seu esforço).
Penso que o choque cultural é uma realidade, não vale a pena estar com tretas. Quando queremos ajudar, acabamos por impor (ainda que inconscientemente e na melhor das intenções) a nossa cultura aos outros. Mas então, como é que podemos ajudar? Sinceramente, não sei. 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

O que encontrei por aqui

Estava a limpar as minhas estantes, quando encontrei estes dois livros. Nem me lembrava deles. A verdade é que, quando preciso de uma receita, consulto a internet e seleciono, das muitas opções, aquela que mais me convém. Já há muito tempo que não consulto um livro de culinária, de modo que foi com verdadeiro deleite que revi as fotografias dos vários pratos. Até selecionei alguns para confeccionar. Vamos lá ver ...

domingo, 19 de fevereiro de 2017

A morte usa uma máscara de beleza (Death wears a beauty mask and other stories)

Bela coletânea de contos de mistério. Reencontrei a autora que me cativou há uns anos atrás. Li um conto por noite e fiquei cheia de pena quando o livro chegou ao fim. Só não gostei muito do último e nem sei bem dizer porquê.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Regressar (Forgotten)

Entretém e até me conseguiu arrancar umas boas gargalhadas. No entanto, para ser sincera, é uma daquelas estórias de que nunca mais me irei lembrar. Gostei do início mas achei que o desenvolvimento foi muito pobre, muito cheio de diálogos e situações da treta. Enfim,  até a capa é enganadora.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O livro do Hygge (The little book of hygge)

Há dois livros, de autores diferentes, sobre este assunto. Escolhi este porque foi escrito pelo presidente do Happiness Research Institute (nem sequer sabia que existia tal coisa). Já agora, que belo trabalho ele tem, descobrir o que faz as pessoas felizes. O livro tem umas fotos espetaculares, mesmo hygge. Em si, o conteúdo não tem nada de novo, mas é interessante ler sobre os hábitos e cultura de um povo, que é considerado o mais feliz da Europa. Do que mais gostei, foi do facto das pessoas gostarem de apreciar a vida e não se culpabilizarem por tal. Por aqui, faz-me confusão ver as pessoas numa espécie de competição sobre quem é mais escravizado, como isso fosse motivo de orgulho nacional (pois a mim, só mostra o quão atrasados somos).
Têm das cargas fiscais mais pesadas da Europa, mas têm também a melhor qualidade de vida. Porque será? Algo me diz que tem a ver com facto de a sua classe política não ser corrupta, o que significa que os impostos servem o povo e não os interesses particulares de uns ****. O próprio autor do livro, afirma que é esta tranquilidade de saber que as necessidades básicas estão satisfeitas, aliada a horários de trabalho que permitem o tão falado equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, que torna as pessoas disponíveis para desfrutarem a vida. 
Ora bem, eu também tenho momentos hygge. Ainda hoje, after work, fui dar uma espreitadela à livraria do burgo e depois degustar um capuccino e uma fatia de salame (divinal). Mas não pensem que sempre foi assim. Eu também estava formatada para sentir culpa, caso não estivesse sempre a trabalhar ou então por não andar sempre infeliz ... até que descobri que ser infeliz requer muito mais energia do que tentar ser feliz. Como me treino (processo contínuo) para percecionar a realidade de outro ponto de vista, a minha vida também melhorou. Não tenho mais dinheiro, o meu trabalho continua a ser desgastante e sem perspetivas nenhumas, algumas pessoas com quem tenho que lidar esgotam-me (pessoas tóxicas, conhecem?) mas... sinto-me melhor, com mais apreço pelas coisas que me fazem sentir bem. É claro que também tenho os meus dark days, mas isso só me ajuda a valorizar ainda mais o meu esforço para desfrutar a vida. Posto isto, fiquei com vontade de conhecer a Dinamarca (e eu que não tivesse vontade de ir passear, eheheh).

Um dos meus kit hygge, presente de aniversário da mana, exceto o livrinho (presente de mim para mim). Falta o chocolate e os scones para o completar (fica aqui a dica para a próxima vez). 



domingo, 29 de janeiro de 2017

Velhos amigos...

... grandes amigos! Estou a referir-me aos meus livros. Sempre presentes na minha vida desde sempre e, assim o desejo, para todo o sempre. Abriram-me horizontes, fizeram-me sonhar e tantas vezes apaziguaram-me a mente e o espírito.
Na minha bagagem há sempre um livro. Até posso nem ter tempo de o ler, mas sabê-lo lá, faz-me bem. 
Embora seja muito apegada aos meus livros, gosto de emprestá-los (já fiquei sem alguns...). Na minha opinião, são demasiado preciosos para ficarem estagnados numa prateleira... devem circular e enriquecer as vidas de outras pessoas... desde que regressem ao lar eheheh.