sábado, 20 de abril de 2019

Lido num dia!

Lovely!

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Até ao momento...

... são estes os livros que li. São géneros diferentes, tal como gosto. O único que, de certa forma me decepcionou, foi o último. Nem o teria comprado, se a autora fosse outra. Pensei que fosse do mesmo estilo dos que ela publicou em Portugal, mas não é. Também fui induzida em erro pela informação da capa e pelas opiniões que li (mas será que alguém lê, de facto, os livros antes de emitir uma opinião?). Para dizer a verdade, não gostei. É mais uma variante do mesmo assunto e, a dada altura, parecia que estava a ver uma novela mexicana (das primeiras que foram exibidas em Portugal). Recomendo o segundo da lista. Uma leitura que me prendeu a atenção desde a primeira página. É uma das melhores autoras que já li. E não só pelas histórias, mas também pelo facto dos seus livros terem estilos tão diferentes. Também na categoria dos recomendados, está o terceiro livro. Não tanto pela história, que começa muito bem mas que, a dada altura, resvala para a categoria das novelas mexicanas, mas pela estética do livro. Dá gosto folhear um livro tão mimoso. E, para terminar, o meu favorito foi, sem dúvida alguma, "Rosie e os seus maravilhosos óculos coloridos". E, sobre este último, não vou tecer qualquer comentário. Tem mesmo que ser lido.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Olá!

Nunca mais escrevi aqui, mas tenho lido e conhecido autores interessantes, na minha opinião. Tornei-me um bocado preguiçosa no que concerne a estas coisas dos blogues e afins. Mas também me dá uma certa pena abandonar, por completo, este cantinho de leitura. Por isso, de vez em quando, passarei por aqui para partilhar a minha opinião sobre um livro, filme ou outras coisas.
Boas leituras!!!!!!!!!

domingo, 19 de agosto de 2018

O PODER (The power)

E, se de repente, as mulheres tivessem mais poder do que os homens? E se os homens passassem a temer as mulheres? E se, em vez de serem as mulheres a terem medo de andar na rua a uma dada hora, fossem os homens? E se todos os constrangimentos e medos a que as mulheres estão sujeitas, impostos pelos homens, fossem sentidos agora por esses mesmos homens? E se fôssemos livres, nós, as mulheres? É um belo exercício de imaginação, não é? Neste livro dá-se a inversão do status quo e o resultado é assustador. Tão assustador como é atualmente para as mulheres, sobretudo em determinados países ou cidades ou bairros. Pois é, ser mulher não é fácil, de nenhum ponto de vista. Nem a natureza nos dá tréguas.

sábado, 21 de julho de 2018

São rosas ...

... e que lindas são! Fotografei-as para preservar, durante mais tempo, esta beleza. Há muito tempo que os meus pais têm esta roseira, mas nunca a tinha visto com tantas rosas. A natureza é pródiga e encontra sempre o seu caminho. 

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Em modo "eu quero, eu posso, eu consigo"

As leituras têm estado paradas porque, nunca pensei dizer isto, não tenho tido tempo ou melhor, quando agarro num livro já estou tão estoirada que quase adormeço. Mas ... espero alterar esta situação e começar a aproveitar este tempo ameno para esplanadar e ler, ler muito! E por aí? Têm novidades literárias que queiram partilhar?

terça-feira, 12 de junho de 2018

Não fui ...

... e não irei, mais uma vez, à Feira do Livro em Lisboa. No próximo ano, gostaria de ir, mesmo que seja apenas para passear (bem, com o que gasto em transportes cada vez que vou a Lisboa, tenho mesmo que aproveitar muito bem o dia). Tenho, no entanto, aproveitado (e bem) as feiras do livro que se vão realizando aqui nas redondezas. Até nem tenho investido muito na compra de livros, porque quero ler o que tenho em fila de espera, mas há sempre um ou outro que teima em vir comigo para casa, ahahahah. 

terça-feira, 29 de maio de 2018

O Homem é o lobo do Homem

Li esta frase, há muito tempo, já nem sei onde, e que sempre fez muito sentido para mim. Embora, em abono da verdade, seja injusta para com os lobos. Na sua sociedade, são mais justos do que alguma vez o Homem foi ou será. Mas, neste contexto, deverá ser entendido que o Homem é o seu próprio predador... faz um trabalho espetacular por si só, nem precisa da ajuda da natureza.
Gostamos de viver na ilusão, alguns de nós, de que somos livres. Não somos. Quem manda, pode. E, aparentemente, pode tudo. Inclusivé, pode driblar a lei, de forma a servir os seus interesses. Nada de novo. Sempre o soube e nunca, mas nunca tive ilusões acerca da forma com este (des)equilíbrio funciona. Mas não deixa de ser revoltante a forma como os pequenos poderes exercem esse mesmo poder. Nem sei o que me revolta mais, se a injusta remuneração se  a forma como se vão apoderando da nossa vida, roubando-nos bens tão preciosos como o tempo, a tranquilidade, a saúde ... Não estou a falar especificamente de mim, mas daquilo que observo diariamente em todo o lado. E depois penso na parábola da formiga ... 

domingo, 27 de maio de 2018

Água aromatizada

Tenho bebido pouca água. Aliás, esqueço-me de beber água e depois sofro as consequências. Mas hoje, depois do exercício ao ar livre e com o calor que esteve, fiquei cheia de sede. Lembrei-me de fazer este refresco e em boa hora o fiz porque, além de ter bom aspeto (a foto não lhe faz justiça), sacia a sede e ainda se ingere alguns nutrientes. Fiz com limão, hortelã e um morango. A água ficou com um agradável sabor a morango. Amanhã, em vez de morango e hortelã, que já não tenho, vou usar umas rodelas de gengibre, maçã e um pau de canela. Vou apostar nestas misturas para ingerir mais líquidos do bem (ahahah) no tempo quente (alterno com os meus chás). O problema são os açucares processados... ando um bocado descontrolada neste grupo alimentar (AHAHAH). Não sou fanática das dietas, nem nada que se pareça. O segredo é o equilíbrio (o abatanado e o bolinho, duas vezes por semana, after work, é sagrado). Por isso, já tenho umas sugestões maravilhosas de docinhos (pelo menos, para mim).

E hoje foi assim ....

A foto da praxe, depois de uma animada aula de zumba (ou parecido com...). O objetivo é as pessoas mexerem-se, fazerem exercício físico sem se aperceberem, eheheh. Missão cumprida!
E tudo isto, mais uma vez, ao ar livre. Parabéns a quem teve esta ideia!

sexta-feira, 25 de maio de 2018

A Natureza encontra sempre o seu caminho

Hoje de manhã, fui surpreendida por esta flor. Um amarelo vibrante, a contrastar com o cinzento da calçada. Não resisti e tive que registar. São estes momentos que me relembram que (quase) tudo o mais é ruído, caos e histeria. Esta florzinha, na sua simplicidade, melhorou o meu início de dia.



terça-feira, 22 de maio de 2018

Art studio tour

Gostei tanto deste vídeo (Youtube), que tive que o partilhar aqui.
Embora nunca tenha desejado ter um espaço dedicado às artes manuais, fiquei cativada por este estúdio. Está tudo, de tal forma organizado, que até dá gosto ver. É claro que deve ser um pesadelo na hora de limpar. Neste quesito eu sou mais como os minimalistas, embora não seja uma minimalista. Ou seja, tento organizar tudo, de forma a não perder muito tempo nas lides domésticas. Por exemplo, nunca troquei de mobília pois tem linhas simples e é de boa qualidade mas,  gostaria de substituir a minha cama, porque é muito difícil limpar debaixo dela (é daquelas com gavetas). 
Voltando ao estúdio, acho que as plantas ajudam a criar um bom ambiente de trabalho. Lindo!



segunda-feira, 21 de maio de 2018

Ioga no parque

Em maio, (re)começaram as atividades desportivas no parque, dinamizadas pelo Grupo Desportivo dos Trabalhadores da Câmara Municipal. Já tivemos zumba e, neste domingo, foi a vez do ioga. Bom ambiente, um professor espetacular e muita vontade de fazer mais e melhor. Adorei! E que sortuda sou, moro mesmo do outro lado da estrada. É que nem há desculpas para ficar em casa.
As fotos foram tiradas pela organização do evento e, visto de longe, até estamos muito "certinhas", ahahahah.






A Viúva ( The widow)

As minhas leituras têm andado muito paradas porque, quando finalmente dou por encerrado o dia de trabalho, já não tenho energia para me concentrar na leitura ... tenho mesmo que arranjar forma de alterar isto, pela minha sanidade mental.
Mas, voltando ao que realmente importa, o enredo deste livro mostra, mais uma vez, quão manipuladoras algumas pessoas podem ser e quão idiotas outras são. A história é banal, mas está bem escrita e capta a atenção do leitor. De resto, é daquelas leituras que me entretêm, o que é ótimo, mas de que não me irei lembrar nunca mais.

Convento da Verderena

Até ao próximo domingo, está a decorrer a feira do livro, no Convento da Verderena, Barreiro. Os livros estão a preços muito acessíveis, uma vez que a ideia é fazer circular os livros e incentivar a leitura. Não são livros novos, mas estão em perfeito estado de conservação. No sábado passei uns momentos muito agradáveis, não só a ver os livros, como também a visitar o convento. É uma pena estar em tão mau estado de conservação, pois é uma autêntica jóia histórica. A Câmara está a fazer algumas obras por lá, mas aquilo precisa de uma intervenção a sério e de ser valorizado. É um espaço espetacular para eventos culturais. Inclusivé, têm sido feitos concertos no exterior, aproveitando um recanto da fachada do convento e algumas tertúlias literárias, numa das salas (creio, que na antiga capela). 











domingo, 6 de maio de 2018

Bocuda

Roubei este vídeo do youtube. Há muitos mais, protagonizados pela super engraçada Bocuda. Ontem, tive que me conter para não ver todos de seguida. Gosto de ir vendo aos poucos (para ter uma pequena reserva de boa disposição). Com uma boa dose de ironia, a Bocuda vai dizendo umas verdades. Ai, como me identifico com algumas coisas, sobretudo com a procrastinação... não é que eu tenha grandes hipóteses de o fazer, mas ....
Vão lá ao youtube ver os vídeos dela e deixar uns likes para ajudar. Afinal, é entretenimento gratuito, com mais qualidade do que grande parte das tretas que os canais de tv nos tentam enfiar pela goela abaixo.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dizem que hoje ...

... é o dia do Livro.  Para mim, são todos os dias, mesmo aqueles em que não tenho tempo sequer de ler uma página. Aprender a ler foi a maior conquista da minha vida e o dia em que isso aconteceu foi, sem dúvida alguma, o mais feliz. Não precisar de ninguém para me ler, nem que fosse um parágrafo, de todos os livros que eu, com tanto orgulho, transportava  para todo o lado, foi o equivalente a tocar numa nuvem. Os livros salvaram-me da monotonia, da estupidez e da mesquinhez do quotidiano. 
Sinto-me muito grata por ter a liberdade de escolher as minhas leituras e de poder opinar sobre as mesmas. Sinto-me grata a todos aqueles que lutaram para que isso fosse possível. 
Boas leituras!

Livraria bombardeada pelos alemães (a foto foi retirada do Google).

domingo, 8 de abril de 2018

Desperdício Zero ( Zero waste home)

É uma leitura interessante, sobretudo para quem se preocupa com a sua "pegada ecológica". O livro está repleto de sugestões para simplificarmos a nossa vida e reduzirmos o desperdício. Algumas são viáveis e eu até já as seguia, outras parecem-me absurdas, tendo em conta o meu estilo de vida. A autora, uma espécie de guru destas coisas do minimalismo, descreve como ela e a família adotaram este conceito. Algumas das situações relatadas fizeram-me rir às gargalhadas. Não há dúvida de que o sentido de humor é uma ferramenta preciosa.

domingo, 1 de abril de 2018

No Barreiro ...

... podemos ver um dos maiores murais feitos pelo street artist, Vhils. Estive lá no feriado e fiquei impressionada com o que vi. É uma homenagem bonita a todas as mulheres e homens que trabalharam na Companhia União Fabril. E, tal como eu, havia muita gente a tirar fotos ao mural e também ao espaço envolvente, alvo de requalificação. Mais um sítio agradável para caminhadas, sobretudo quando as árvores e a relva crescerem. Gostei!














sábado, 31 de março de 2018

Esgotamento

Este final de março foi ainda mais trabalhoso do que o costume. Apesar de estar acostumada (mal acostumada, deve dizer-se) a trabalhar cerca de dez horas por dia e de quase não ter fim-de-semana, comecei a ressentir-me deste ritmo de trabalho. Foi precisamente nesta semana, quando o volume de trabalho abrandou que comecei a sentir um grande cansaço, tanto físico como mental (ou lá o que lhe queiram chamar) que culminou com uma brutal dor de cabeça na quarta-feira, que me atormentou até ao final da última reunião desse dia. Não tomei nenhum analgésico porque, salvo raras exceções, não quero intoxicar-me com químicos, sabendo que o que está na origem do problema é todo o stress a que habitualmente estou sujeita. Na verdade, dá-me raiva ter que tratar um problema que é causado pelo meu estilo de vida e que, por isso, deveria ser evitável. Nem quero ficar como 99% dos meus colegas, que tomam comprimidos para os ajudarem a enfrentar o dia de trabalho ou que, volta e meia, vão parar ao "estaleiro". Tenho muito trabalho para fazer nestes dias mas decidi não pegar em nada. Vou aproveitar esta pausa para estar ao ar livre, dormir sem a ansiedade da "hora de acordar", comer calmamente , ler e fazer o que me apetecer. E, sobretudo, não pensar em todo o trabalho que me aguarda para a semana. Mas não deveria ser assim, pois não? Este esgotamento dos recursos humanos não se traduz num aumento da produtividade e nem na qualidade do serviço prestado. Também nos compete  dizer "basta!" e impor determinados limites. É quase como naquela publicidade da tv, "se eu não cuidar de mim, quem cuidará?".