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sábado, 26 de março de 2016

Convite para a morte

O livro já foi lido há décadas, devia ter uns doze anos, agora estou a ver a série baseada nessa mesma estória. Não me recordo muito bem do desfecho (tenho uma vaga ideia do que aconteceu) e não vou fazer batota (reler o livro). Pelo contrário, vou saborear cada cena, cada momento "Agatha Christie", como se tudo fosse totalmente novo para mim. Nestas estórias parece haver uma explicação para tudo, até mesmo para o crime. Não é que a natureza humana tenha mudado assim tanto, mas a maldade (ou a sua divulgação) não estava tão banalizada. Depois aconteceu a Segunda Guerra Mundial e o mundo mudou novamente. Tivemos umas décadas de (relativas) tréguas e tudo recomeçou e agora está muito próximo de nós (desde o fatídico "11 de setembro", diria eu).
De qualquer das formas, esta autora proporciona-me sempre excelentes momentos de lazer e, por que não dizê-lo, de fuga.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Maré de sorte (Taken at the flood)

Esta autora nunca desilude. Mais uma bela estória policial passada numa bucólica aldeia inglesa. Desta vez, o detetive de serviço é  Hércule Poirot e, claro está que as suas células cinzentas terão muito que fazer. 

domingo, 28 de julho de 2013

A Casa Torta (Crooked House)

Sinopse
"A numerosa família Leonildes vive numa estranha mansão  nos subúrbios de Londres, sob o olhar protetor e um tanto controlador do patriarca Aristide Leonildes. Quando o velho milionário é assassinado, deixa para trás uma longa lista de suspeitos, encabeçada pela própria viúva, cinquenta 
anos mais nova do que ele. 
Com o apoio de Sophia, neta do falecido e sua noiva, Charles Hayward envolve-se no quotidiano doméstico, decidido que está a apurar a verdade a todo o custo. Ainda que o círculo de suspeitos esteja circunscrito ao universo familiar, o jovem acaba por ter de se confrontar com uma conclusão surpreendente. Afinal, nem o próprio assassino contava com o que viria a acontecer..."

Impressões
Nunca desilude! Este livro foi editado, pela primeira vez, em 1949 e, assim sendo, percebe-se porque é que a autora foi tão pressionada para alterar o final. Ainda bem que não o fez, pois assim temos a oportunidade de ler um excelente romance policial. 
A um leitor do século XXI, habituado à banalização da violência, os personagens poderão parecer um tanto ingénuos. Quanto a mim, é essa caraterística que torna estes livros tão cativantes. A maldade, a violência e o romance estão presentes. No entanto, há lugar para a imaginação e uma razão de ser para cada acontecimento. Tenho pena de que esta personagem, Charles Hayward, não tenha aparecido (tanto quanto saiba) em mais nenhum livro.

sábado, 20 de outubro de 2012

Mrs. McGinty está morta (Mrs. McGinty`s Dead)

Autora: Agatha Christie

Sinopse:
"Mrs. McGinty está morta. Como é que ela morreu? De joelhos como eu.
Assim reza um jogo infantil... infelizmente para a verdadeira Mrs. McGinty, o que deveria ser apenas uma brincadeira de crianças assumiu contornos bem reais. Foi encontrada morta, os seus aposentos destruídos. O assassino procurava algo com tal desespero que chegou a levantar as tábuas do soalho. O que terá motivado tão bárbaras acções? Poderá a resposta estar num recorte de jornal que a vítima guardara dois dias antes da sua morte? Com um assassino desesperado à solta, Hercule Poirot terá de se manter vivo a todo o custo para descobrir...".

Impressões
Este livrinho foi a minha companhia na feira de artesanato que decorreu hoje, aqui na nossa terrinha... fiquei apenas a "tomar conta" da banquinha do Fantasilab (infelizmente, sou um bocado desastrada como artesã)... 
Mais uma vez, adorei a história! E que bom, voltar a reencontrar o grande detetive Hercule Poirot e outra grande amiga, a despistada mas muito querida Ariadne Oliver! Podem imaginar o que acontece quando estes dois se juntam para desvendar um crime? É imperdível! Vale a pena!!!!!
O marcador de livros, comprado na feirinha, foi confecionado pelo Fantasilab (http://www.fantasilab.blogspot.pt/).

terça-feira, 12 de junho de 2012

Agatha Christie (An Autobiography)

Autora: Agatha Christie
Editora: ASA
Ano: 2011

Sinopse:
" Ficará para sempre conhecida como a Rainha do Crime.
Publicada em todo o mundo, os seus livros estão traduzidos para mais de cem línguas e venderam já mais de dois mil milhões de exemplares. Um sucesso à escala planetária, ao qual a autora contrapôs uma vida pessoal envolta em mistério.
Mas, embora se tivesse mantido afastada das luzes da ribalta, escreveu secretamente uma autobiografia.
Publicada apenas após a sua morte, revelou-se tão fascinante que foi imediatamente considerada a sua melhor obra!
Com rara paixão e audácia, Agatha Christie fala-nos sobre a sua infância no final do século XIX, as duas guerras mundiais que testemunhou, os dois casamentos e as experiências como escritora e entusiasta de viagens e expedições arqueológicas, em que participava ativamente com o segundo marido. Uma obra que revela a face humana e surpreendentemente extravagante por detrás da mais lendária escritora do século XX."

Impressões:
Os livros desta autora foram os primeiros que li, dentro do romance policial, e de que verdadeiramente gostei. Tinha talvez doze anos quando alguém me ofereceu o primeiro livro, cuja protagonista era a Miss Marple. Adorei!!!!!!!!! A partir dessa altura, todo o dinheiro que conseguia juntar era para comprar livros desta autora. É claro que toda a gente já sabia o que havia de me oferecer no Natal e no aniversário. Li todos os livros publicados em Portugal e vi  a "Ratoeira" (peça de teatro).
As suas histórias levaram-me a viajar, numa época em que isso estava totalmente fora do meu alcance, e mostraram-me outros universos. Adorei todos os seus "detetives"... as personagens pareciam ter vida própria e as descrições dos locais eram tão vívidas que parecia estar lá... ser mais uma do grupo (que alegria quando estive em Istambul e fui visitar alguns dos locais de que Agatha Christie falava nos seus livros.... e o expresso do Oriente...pois, não cheguei a viajar nele... ). 
Quando li esta autobiografia percebi melhor algumas das suas histórias (tenho relido os seus livros ao longo dos anos e, para mim, mantêm o mesmo encanto) e passei a admirar (ainda mais) esta mulher que teve a ousadia de perseguir os seus sonhos e de ser fiel às suas convicções. 
Obrigada Agatha Christie!