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domingo, 6 de maio de 2018

Bocuda

Roubei este vídeo do youtube. Há muitos mais, protagonizados pela super engraçada Bocuda. Ontem, tive que me conter para não ver todos de seguida. Gosto de ir vendo aos poucos (para ter uma pequena reserva de boa disposição). Com uma boa dose de ironia, a Bocuda vai dizendo umas verdades. Ai, como me identifico com algumas coisas, sobretudo com a procrastinação... não é que eu tenha grandes hipóteses de o fazer, mas ....
Vão lá ao youtube ver os vídeos dela e deixar uns likes para ajudar. Afinal, é entretenimento gratuito, com mais qualidade do que grande parte das tretas que os canais de tv nos tentam enfiar pela goela abaixo.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Filmes/Série: "Linha de separação"

Dá na RTP 2 e vale a pena ver. Descobri esta série por mero acaso, como é já hábito meu, na semana passada. Termina nesta quarta-feira. Por isso, quem quiser ver, o melhor é ir já gravar antes que deixe de ter acesso. A ação decorre no pós segunda guerra mundial, na Alemanha. Começamos por assistir às últimas ações brutais dos nazis numa povoação alemã, à chegada dos americanos, à chegada dos soviéticos e, mais tarde, à construção do muro infame. O que se destaca neste enredo? Que os políticos estão-se nas tintas para as pessoas que governam. Manipulam, exploram, torturam, destroem, roubam, independentemente de serem fascistas ou comunistas ou o diabo que os carregue a todos. Tão atual!

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Handmaid`s Tale

Durante estes dias, em que o N-Play "abriu" o sinal, comecei a ver uma série de que já tinha ouvido falar bastante. Estou a referir-me a "Handmaid`s Tale". Como é que é possível que se tenha regredido tanto? Como é que é possível que aquele regime tenha prevalecido?   As mulheres foram basicamente reduzidas a nada. Aliás, toda a série é pouco dignificante para as mulheres... espero que haja uma reviravolta significativa, senão também acabará por ser mais do mesmo. Para quem gosta de ação, a série é um bocado parada e até se pode tornar "chatinha". No entanto, aquele contraste entre o encarnado das vestes das servas e a paisagem branca e gelada é simplesmente sublime. Ao longo dos episódios podem ser encontrados mais exemplos destes, em que temos o horror e a beleza, lado a lado. Quem já leu o livro em que a série se baseou, disse-me que o achou o livro muito fraco e que a série é muito melhor. Mas opiniões são apenas isso. Bem, agora terei que esperar até à próxima vez que voltarem a "abrir" o sinal, para ver mais uns episódios. Se tiverem sugestões de séries, não sejam tímidos e partilhem comigo. Nunca aproveito muito bem estas oportunidades porque, perante tantas opções, fico perdida e também não gosto de passar muito tempo a ver televisão só por ver.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Código do crime

Uma excelente série que dá na RTP 2. Só a descobri ontem e já vai a meio ou quase no final. Espero sinceramente que repitam todos os episódios, desde o início. Decorre no pós-guerra, por volta dos anos cinquenta e tem como protagonistas quatro mulheres, aparentemente banais, mas de intelecto brilhante. Durante a segunda guerra mundial, estas mulheres desempenharam papéis fulcrais na derrota dos nazis. Terminada a guerra, deixou de haver lugar para elas num mundo dominado pelos homens. Assim, têm que regressar às suas antigas rotinas e fingir que não podem ser mais do que secretárias, na melhor das hipóteses. No entanto, este faz-de-conta não serve para estas senhoras. E é assim que se dedicam a desvendar crimes, sempre com a maior discrição e nunca alardeando as suas extraordinárias capacidades.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Muito gosto eu dos filmes deste senhor.

Já perdi a conta ao número de vezes que vi o filme "Os pássaros". Sem dúvida alguma o meu favorito.

sábado, 28 de janeiro de 2017

Reflexão

Hoje comecei a ver a sétima temporada de "Blue Bloods", uma série policial que muito aprecio. Neste primeiro episódio, o detetive Danny Reagan volta a ser aquilo a  que eu chamo "saco de pancada desta sociedade hipócrita". É certo que se trata de ficção, mas também é certo que se trata de uma ficção que imita a realidade em muitos aspetos. O certo e o errado deixam de existir quando o que está em causa é a política, todos aqueles joguinhos para se ficar bem visto perante a opinião pública e apresentar serviço, como se costuma dizer. Todos nós já sentimos isto na pele. É claro que, com o passar do tempo, vamos ganhando uma espécie de armadura contra a parvoíce. Quanto a mim, a questão fundamental não é, tal como o comissário Reagan disse ao filho, saber se podemos aguentar mais (por mim, sei que posso) mas sim saber se estamos dispostos a fazê-lo (por mim ... ...).


domingo, 8 de janeiro de 2017

A minha nova série favorita

Grantchester é a minha série favorita no momento. Tem como protagonistas um vigário e um detetive. A ação decorre algum tempo depois do final da Segunda Guerra Mundial, cerca de sete anos, mas as vivências da mesma ainda estão muito presentes na vida de todos, dos que foram para a guerra e dos que ficaram, combatendo numa guerra diferente. A ação decorre numa zona rural, com umas paisagens fabulosas, um verdadeiro regalo para a vista. Não sei explicar porquê, mas acho esta série reconfortante... tem aventura, comédia e drama. A violência também marca presença, afinal, é uma série policial. Em cada episódio, há sempre um crime ou um mistério para resolver. No entanto, não há uma exploração tão chocante e, até doentia, dessas situações como acontece noutras séries (estou a lembrar-me de Chicago Pd, por exemplo). Além do vigário e do detetive, temos outras personagens marcantes e presentes em quase todos os episódios. São elas: o ajudante do vigário (dizem que é gay, acho que era considerado crime na época), a governanta (muito resmungona mas com um coração de ouro), a família do detetive (mulher e quatro filhos pequenos) e uma amiga (ex-namorada?) do vigário. Vale a pena ver!



segunda-feira, 23 de maio de 2016

Lei e Ordem: Unidade de vítimas especiais

No episódio de ontem, dois perigosos sociopatas (ou psicopatas?) fugiram da prisão, com a cumplicidade de uma funcionária fraca das ideias, como se costuma dizer. Estas duas bestas foram responsáveis pelo rapto, violação, tortura e morte de dezenas de pessoas e, mesmo assim, durante a operação de "caça às bestas", os polícias agiram com diplomacia e muita conversa. Pois, aqui está uma coisa que eu não entendo. Se os tivessem abatido logo da primeira vez, tinha-se evitado uma nova leva de vítimas durante a fuga. Bem sei que é ficção, mas a verdade é que precisamos de ver alguma espécie de justiça, sentir que as bestas são castigadas ou eliminadas e que os inocentes estão ( ou ficarão) a salvo. O que me parece nestas séries, é que começa a haver um grande endeusamento das bestas, como se a vida delas é que fosse importante. Não me agrada.

sábado, 26 de março de 2016

Convite para a morte

O livro já foi lido há décadas, devia ter uns doze anos, agora estou a ver a série baseada nessa mesma estória. Não me recordo muito bem do desfecho (tenho uma vaga ideia do que aconteceu) e não vou fazer batota (reler o livro). Pelo contrário, vou saborear cada cena, cada momento "Agatha Christie", como se tudo fosse totalmente novo para mim. Nestas estórias parece haver uma explicação para tudo, até mesmo para o crime. Não é que a natureza humana tenha mudado assim tanto, mas a maldade (ou a sua divulgação) não estava tão banalizada. Depois aconteceu a Segunda Guerra Mundial e o mundo mudou novamente. Tivemos umas décadas de (relativas) tréguas e tudo recomeçou e agora está muito próximo de nós (desde o fatídico "11 de setembro", diria eu).
De qualquer das formas, esta autora proporciona-me sempre excelentes momentos de lazer e, por que não dizê-lo, de fuga.

domingo, 6 de março de 2016

"As sufragistas"

É o filme certo para se ver na véspera do dia oito de março. O guião e as atrizes fazem justiça a esta luta. Custa a acreditar que ainda há quem não saiba em que consistiu o movimento sufragista, que há quem não valorize o sacrifício que gerações de mulheres fizeram para criar leis mais justas. Ainda agora, há países em que as mulheres não têm direito ao voto, em que são menos do que nada... 
Sempre que voto, agradeço a estas guerreiras que o tornaram possível para mim, neste canto da Europa. Por isso, não entendo quem opta por abdicar desse seu direito/dever, por simples preguiça... tal como não entendo tantas outras coisas... como é que as mulheres continuam a educar os seus filhos para eternizarem o ciclo de injustiças sobre as mulheres? Como é que escolhem ser submissas? Afinal, como diz a "Maud", não estamos em todos os lares? Não somos metade da população mundial (segundo as últimas estatísticas, até somos mais de metade)? Então, o que é que se passa? 
Tenho vontade de comentar algumas cenas do filme, mas não quero  ser uma "estraga-filmes", por isso, só posso recomendar que o vejam, vale mesmo a pena. De facto, há muito tempo que não via um filme que valesse a pena ser visto. Oxalá isto seja um bom prenúncio.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O Pátio das Cantigas

Gostei tanto! Ri o tempo todo e, quando dei por isso, já estava no fim. Entretanto, fiquei a saber que em dezembro irá estrear "O Leão da Estrela"... já marquei na minha agenda. Só me deu pena ver o cinema quase vazio.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Deceção! Deceção! Deceção!

E acaba assim?! Esta temporada da Guerra dos Tronos desiludiu-me a valer, mas este último episódio foi a gota de água. A sério?! Qual é o objetivo de tanta matança? Gosto de acontecimentos inesperados mas que façam sentido, que é coisa que esta temporada não fez. Mais pareceu uma miscelânea de estórias em que a ação decorria aleatoriamente. Por onde é que andam os tão famosos lobos? E os irmãos Stark mais novos? Que é feito do misticismo conferido por dragões, lobos gigantes e princesas de cabelo prateado? E mataram um personagem tão carismático como o Jon Snow? Cá para mim, ainda o vão ressuscitar... 
E a seca que é a estória da Aria! Sinceramente, não me prende nem um bocadinho. Tinha expetativas mais elevadas para esta personagem que tanto prometia. Enfim, agora é esperar mais um ano por outra temporada... provavelmente tão caótica e sem sentido como a que acabou ontem.

domingo, 12 de outubro de 2014

Filmes/Séries: Em parte incerta

Li o livro e agora vi o filme. Ainda hesitei. É que eu gostei mesmo do livro e não queria ficar dececionada com a adaptação cinematográfica. Gostei assim-assim. Podia ser melhor. Ficou tanto por dizer. Tantas pequenas coisas que só o livro consegue contar. Tantas emoções que só o livro consegue provocar. O filme entretém. Mas podia ser melhor, muito melhor. Não basta andar à boleia de um bom livro, é preciso mais do que isso para me prender. No entanto, o elenco é bom e há cenas verdadeiramente boas.  A minha irmã, que ainda não leu o livro, gostou bastante (embora o senhor da fila da frente tivesse dormido durante quase todo o filme, eheheh) e até já mo pediu emprestado. 
De qualquer das formas, adoro ir ao cinema e tenho muita pena de ver as salas quase às "moscas". Os fornecedores de serviços, que todos conhecemos, iniciaram a chacina e os preços exorbitantes dos bilhetes fizeram o resto. Já para não falar nos postos de trabalho que desapareceram.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Filmes/Séries: Dead like me

Anda uma pessoa a pensar que depois de morrer é que vai ser bom, e é enganada desta maneira! Bem, pelo menos os mortos-vivos ou seja, os anjos da morte, não se livram das preocupações dos vivos. Como o seu trabalho (recolher almas antes da morte para facilitar a transição) é considerado serviço público (pelo big boss deles) são obrigados a fazer horas extraordinárias sem remuneração (ahaha... logo aqui começa o humor negro) e a ter que gramar todas as chatices inerentes a uma existência terrena. Este batalhão de anjos  é extremamente disfuncional, o que torna tudo ainda mais cómico (não se trata de humor fácil... é preciso saber ler nas entrelinhas). A atriz principal é espetacular! As expressões que ela faz... nem precisa de falar!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Filmes/Séries: Elementar

Esta série apresenta uma abordagem diferente da dinâmica Sherlock Holmes/ Dr. Watson sendo que, para começar, o Watson é na verdade a Watson. Holmes é uma espécie de consultor das forças policiais. As suas brilhantes capacidades dedutivas são indispensáveis na resolução dos crimes. Sendo um toxicodependente (tal como o original) em recuperação, Holmes tem em Joan Watson uma "acompanhante de sobriedade"... no fundo, alguém para evitar "descarrilamentos". Miss Watson acaba por se tornar  parceira nas investigações de Holmes e numa boa amiga. Apanhei a primeira série quase no fim, mas estou a gostar bastante. Sempre fui fã desta personagem e adorava os livros e, por isso, senti alguma relutância em começar a ver a série. Não gostei da maioria das adaptações para cinema, achei-as patéticas e até desrespeitosas. No entanto, devo dizer que esta série, embora fuja um bocado (muito) ao original, captou muito bem a essência das personagens. Além disso, os atores foram muito bem escolhidos.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Filmes/Séries: Banshee

Do pouco que vi, já percebi que se trata de uma série muito sangrenta e com uma linguagem pouco recomendável (não admira a bolinha encarnada no cantinho do écran). O xerife da terreola (Banshee) é um perito em artes marciais e ex-recluso (deve ter conseguido o cargo na polícia através de meios ilícitos) e comanda uma esquadra que só tem mais três agentes! Mesmo assim, acaba sempre por salvar o dia. É claro que temos alguns vilões, um ex-Amish com uma moral duvidosa (expulso da comunidade Amish local) e uma família de índios (há uma zona que é território índio e está sujeita às leis da tribo). Mas, o super-vilão é um gangster ucraniano que quer vingar-se do nosso xerife e da filha (do gangster), também perita em artes marciais e armas de fogo. Surpreendente mesmo é o facto de apanharem tanta porrada (desculpem o vernáculo) e na cena seguinte movimentarem-se como se não tivesse sido nada. Faz-me lembrar os filmes do Bruce Lee que eu costumava ver quando era miúda.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Filmes/Séries: Scandal

Recomendo esta série. Aliás, considero -a uma das melhores que tenho visto ultimamente. Olívia Pope trabalhou  com o presidente dos EUA. A sua (principal) função era gerir crises...  esconder do povinho as trafulhices  feitas pelos poderosos. Quando abandona a White House, Olívia continua com este tipo de trabalho, mas agora para o público em geral (quer dizer, para quem puder pagar os seus serviços). No entanto, continua a haver interação com o presidente e todos os outros sanguessugas, o que conduz a cenas de grande dramatismo. O que assusta, é o facto desta estória ser baseada no livro escrito por uma ex-acessora de imprensa da administração George Bush! Por isso, acredito piamente que cada episódio não seja mera fição. Não me esqueço do episódio em que o resgate de uns reféns fracassa e o presidente manda bombardear um alvo qualquer para apaziguar a opinião pública. 
Resumindo, mostra o mundo nojento dos corredores do poder e a forma abjeta como estes sacanas jogam com a nossa vida (mas sempre acautelando os seus próprios interesses, of course).

terça-feira, 29 de julho de 2014

Filmes/ Séries: Teen Wolf

No outro dia, estava a saltitar de canal em canal, na esperança de encontrar algo que me apetecesse ver. Embora tenha muitos canais, a verdade é que todos eles repetem as mesmas séries até à exaustão. Até eu,  fã de "Mentes criminosas" e de todos os CSI, já não tenho paciência para ver para milionésima vez a mesma coisa! E já agora, aproveito para dizer que há muita publicidade enganosa nestes "pacotes" que as várias empresas nos vendem... deviam ter mais respeito pelos clientes! 
Bem, voltando ao assunto... num desses saltos acrobáticos entre canais, aterrei numa série sobre lobisomens. A estória é fracota, nitidamente dirigida a um público adolescente, mas entretém e, até certo ponto, faz lembrar os filmes do Indiana Jones. 
E vocês, que séries gostam de ver?


domingo, 6 de abril de 2014

Revolution

Como sempre, comecei a ver esta série quando já ia na segunda repetição. À primeira vista, achei-a muito fraca, mas depois compreendi que, dentro do género, até mostrava uma realidade que poderá estar mais próxima do que aquilo que pensamos. Depois de ter ficado sem eletricidade e forma de a produzir, a civilização entrou em colapso. Sem energia, não havia meios de transporte, de comunicação e, a partir de certa altura, os alimentos também começaram a escassear, bem como os medicamentos e outros bens essenciais. Numa época em que a maioria das pessoas não produzia nada que fosse primordial para a sua sobrevivência ou, pelo menos, não sabia fazê-lo sem recorrer a tecnologia de ponta (parece-vos familiar?), o caos instalou-se. A violência tornou-se rotineira e era vulgar alguém ser assassinado por um pedaço de pão. Para fazer face a esta anarquia, foi formada uma forte estrutura militarizada designada por "milícia" que, rapidamente, se tornou numa espécie de força cruelmente repressora (basta dizer que, nas suas fileiras, tinha psicopatas e outros espécimes assim fofinhos). Claro que, em oposição, apareceu o grupo dos "rebeldes" cujo objetivo é ... chatear a milícia? Ainda não descobri, mas de certeza que têm um objetivo... O "apagão" funcionou como uma espécie de nivelador social, só os mais aptos conseguiram sobreviver, independentemente do seu estatuto anterior... 
Dá que pensar, principalmente depois de ter lido a última atualização sobre os recursos energéticos do nosso querido e tão mal tratado planeta.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Filmes/Séries: Blue Bloods

Gostei desta série. Cada episódio trata um assunto diferente. Assim, não temos que esperar pelos próximos dois mil episódios para conhecer o desfecho da história. Por outro lado, as situações retratadas não são demasiado violentas (okay, é uma série policial e, por isso, tem sempre algumas cenas pesadotas), isto é, retrata a realidade (com alguma cosmética certamente) mas sem cair (demasiado) no exagero. 
Como só vi a terceira temporada, tive alguma dificuldade (no início) em perceber algumas coisas. Sei que a quarta temporada já estreou no país de origem. Resta esperar que não leve muito tempo a chegar cá.