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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Dias de Esplendor, Dias de Sofrimento ( Days of Splendor, Days of Sorrow)

"Na tenra idade de dezoito anos, Maria Antonieta ascende ao trono francês ao lado do marido, Luís XVI. Mas por detrás da extravagância da jovem rainha, com vestidos de seda elaborados e vertiginosos penteados, escondem-se medos profundos em relação ao seu futuro e ao da dinastia Bourbon."

Impressões
Este é o segundo livro da trilogia sobre a rainha Maria Antonieta e, quanto a mim, é um pouco enfadonho. É claro que adoro ler sobre os hábitos das pessoas naquela época, mas a política deixa-me enojada e entediada. No entanto, devo confessar que fiquei com uma imagem mais positiva da Maria Antonieta.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Transformar-se em Maria Antonieta (Becoming Marie Antoinette)


Sinopse
"Criada pela formidável imperatriz da Áustria, com numerosos irmãos e irmãs, Maria Antónia, aos dez anos, já sabia que a sua existência idílica seria, um dia, sacrificada às ambições políticas da mãe, mas nunca lhe passou pela cabeça que a sua imolação fosse tão prematura.
Antes de passar dos piqueniques em Viena, na companhia das irmãs, para o brilho, o fascínio e as bisbilhotices de Versalhes, Antónia tem de mudar por completo para ser aceite como Delfina de França e mulher do estranho adolescente que um dia será Luís XVI. Mas possui ela o engenho e influência necessários para se tornar rainha?"

Impressões
Neste primeiro livro da trilogia, somos apresentados a Maria Antónia, uma menina alegre e de boa índole, que só quer passear e brincar com os irmãos nos seus bonitos palácios e jardins. Mais tarde, esta mesma menina foi submetida a verdadeiras sessões de tortura (para mim é isso mesmo) para tornar a sua aparência e o seu intelecto dignos de uma delfina da França. Tudo isso para conseguir "navegar" numa corte decadente, onde as intrigas estavam na ordem do dia. Achei a narrativa muito cativante por causa das descrições das pessoas e dos lugares, bem como dos hábitos da época (fiquei chocada com o facto de os muito emproados e arrogantes cortesãos franceses fazerem chichi nos salões e corredores de Versalhes!). Fiquei a simpatizar com a Toinette, já que demonstra ter uma personalidade forte e vontade de ser uma soberana justa... vamos ver como é que evolui nos restantes livros da trilogia (Alguém sabe quando é que sai o próximo?).