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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

A menina na Falésia (The Girl On The Cliff)

Sinopse
 "Grania Ryan tem em Nova Iorque a vida com que sempre sonhou. Tudo é perfeito até ao dia em que o seu desejo mais íntimo é brutalmente estilhaçado. Arrasada, Grania decide voltar à Irlanda e aos braços da sua adorada família. E é aqui, à beira de uma falésia, que conhece Aurora Lisle, a menina que vai mudar profundamente a sua vida. A ligação entre ambas é imediata e profunda. Pouco a pouco, Grania descobre que as histórias das suas duas famílias estão estranha e intrinsecamente ligadas...
De um agridoce romance na Londres do tempo da grande guerra a uma relação tempestuosa na Nova Iorque contemporânea; da devoção a uma criança terna e carente a memórias esquecidas de um irmão perdido, o passado e o presente das famílias Ryan e Lisle estão unidos há um século. Cem longos anos de equívocos e segredos, paixões e ódios... Apenas a intuição e a coragem de Aurora poderão quebrar o feitiço e vencer as barreiras que o passado ergueu."

Impressões
Já tinha "deitado o olho" a este livro há algum tempo, mas só depois de ter lido "Uma espia no meu passado" desta mesma autora, é que me decidi a comprá-lo. Como sempre, o que mais me entusiasmou foi a narração dos acontecimentos do passado e não a vida da suposta protagonista (será?), Grania Ryan ( várias vezes tive  vontade de lhe gritar para desligar o "complicómetro").  Também achei que autora exagerou na dose de drama (não era preciso ... afinal não é uma telenovela mexicana dos anos oitenta). 
Por outro lado, fiquei encantada com a Aurora e a sua filosofia de vida. Gostei sobretudo da forma como ela se relaciona com todas as criaturas, fossem elas terrenas ou não. Isso introduziu um toque q.b de magia. Tive pena que tudo tivesse terminado da forma como terminou mas, pensando bem, foi um desfecho poético. 
Gostaria de ler outros livros desta autora, mas não encontrei mais nenhum à venda aqui em Portugal.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Uma espia no meu passado (The Light Behind The Window)

Sinopse
"Côte d`Azur, 1998. Émilie de la Martiniéres lutou sempre contra o seu passado aristocrático. Agora, com a morte da mãe, é obrigada a confrontá-lo pois é a única herdeira do imponente castelo da família. Mas com a casa vem uma pesada dívida e muitas interrogações: qual seria a finalidade do quarto secreto que descobre por baixo da adega? Quem é a misteriosa Sophia, que assina um comovente caderno de poemas? Quem foram os protagonistas da trágica paixão que mudou o curso da história da família?
Londres, 1943. Em plena Segunda Guerra Mundial, a inexperiente Constance Carruthers é recrutada pelos serviços de espionagem britânicos e enviada para Paris. Um incidente separa-a do seu contacto na Resistência Francesa, obrigando-a a refugiar-se junto de uma família aristocrata que entretém membros da elite de Hitler ao mesmo tempo que conspira para libertar o país. Numa cidade repleta de espiões e no auge da ocupação nazi, Constance vai ter de decidir a quem confiar o seu coração."

Impressões
Li este livro de uma forma quase compulsiva e fiquei cheia de vontade de conhecer outras obras desta autora. 
Acompanhamos as histórias de duas mulheres que viveram em épocas distintas mas cujas vidas estão unidas por acontecimentos marcantes.
No início, a Émilie parece uma criatura amorfa, facilmente enganada por tudo e todos. No entanto, com o desenrolar da narrativa revela-se uma pessoa perspicaz e corajosa, capaz de tomar decisões inteligentes. Ao investigar o passado da sua família, Émilie descobre que as pessoas nem sempre são o que parecem ser e que há razões muito fortes para as metamorfoses que vão sofrendo. Ao ler a descrição do castelo e dos campos envolventes, senti uma vontade irresistível de viajar por esta região (é bom sonhar, eheheh).
A Constance é a "espia que não chegou a ser". Treinada para atuar como agente secreta na França ocupada, acaba por não desempenhar as suas funções da forma que pensava. No entanto, ao conviver com a elite nazi nas festas, Constance ajuda a obter informação que salvará muitas vidas. Mais uma vez, temos muito que agradecer a todos aqueles agentes franceses e britânicos e também alemães (convém relembrar que nem todos os alemães eram a favor do nazismo) que deram as suas vidas para acabar com    esse período de trevas. O pai de Émilie é o aristocrata que ajuda Constance e um membro ativo da Resistência Francesa. No entanto, tantos anos de duplicidade e de perdas têm o seu preço.