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sábado, 24 de junho de 2017

Escrito na água

Apesar de ter gostado, esperava mais. Na verdade, começo a ficar saturada destas personagens cheias de "macaquinhos no sótão", tornam a leitura muito entediante. Penso que a estória das "nadadoras" não foi suficientemente explorada. Além disso, descobri facilmente o que tinha acontecido, o que me retirou o prazer da descoberta. 
Este ano, mais uma vez, não fui à feira do livro. Em parte tive pena, pois queria muito explorar as várias banquinhas (de livros e comidinhas, ahahah). Mas a distância, o calor, a falta de tempo e o extremo cansaço, contribuíram para acompanhar o evento à distância (na medida do possível). Fica para o ano, quem sabe.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A rapariga no comboio (The girl on the train)



Aposto em como este livro provocou algum desconforto em quem mora ao pé da linha de comboio. Sermos observados sem saber, para mais quando nos julgamos resguardados no nosso lar... pior do que isso, é sermos alvo da obsessão de alguém, que foi o que aconteceu neste livro. A protagonista, infeliz com a sua própria vida, transferiu (não sei se será o termo correto) para aquelas duas pessoas, que observava todos os dias, os seus sonhos e desejos. Eles tinham a vida perfeita que ela sempre tinha querido ter. Não é de admirar que se tenha sentido traída quando a realidade se sobrepôs à fição. Achei a protagonista patética porque vivia imersa em autocomiseração. Quer dizer, há um tempo para "lamber as feridas" e depois tem que se reagir. É claro que o facto dela ser uma alcoólica não a ajudou mesmo nada a reerguer-se. No fundo, entrou num ciclo de mentiras atrás de mentiras até se converter numa mentirosa compulsiva. Mas é ela a chave para a resolução do  homicídio que afligiu, durante algum tempo, a comunidade.
Apesar de ser um bom thriller, fiquei dececionada com o desenlace. Acho que aconteceu tudo muito depressa.
Um amiguito curioso.