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quarta-feira, 13 de março de 2019

Olá!

Nunca mais escrevi aqui, mas tenho lido e conhecido autores interessantes, na minha opinião. Tornei-me um bocado preguiçosa no que concerne a estas coisas dos blogues e afins. Mas também me dá uma certa pena abandonar, por completo, este cantinho de leitura. Por isso, de vez em quando, passarei por aqui para partilhar a minha opinião sobre um livro, filme ou outras coisas.
Boas leituras!!!!!!!!!

terça-feira, 29 de maio de 2018

O Homem é o lobo do Homem

Li esta frase, há muito tempo, já nem sei onde, e que sempre fez muito sentido para mim. Embora, em abono da verdade, seja injusta para com os lobos. Na sua sociedade, são mais justos do que alguma vez o Homem foi ou será. Mas, neste contexto, deverá ser entendido que o Homem é o seu próprio predador... faz um trabalho espetacular por si só, nem precisa da ajuda da natureza.
Gostamos de viver na ilusão, alguns de nós, de que somos livres. Não somos. Quem manda, pode. E, aparentemente, pode tudo. Inclusivé, pode driblar a lei, de forma a servir os seus interesses. Nada de novo. Sempre o soube e nunca, mas nunca tive ilusões acerca da forma com este (des)equilíbrio funciona. Mas não deixa de ser revoltante a forma como os pequenos poderes exercem esse mesmo poder. Nem sei o que me revolta mais, se a injusta remuneração se  a forma como se vão apoderando da nossa vida, roubando-nos bens tão preciosos como o tempo, a tranquilidade, a saúde ... Não estou a falar especificamente de mim, mas daquilo que observo diariamente em todo o lado. E depois penso na parábola da formiga ... 

domingo, 27 de maio de 2018

Água aromatizada

Tenho bebido pouca água. Aliás, esqueço-me de beber água e depois sofro as consequências. Mas hoje, depois do exercício ao ar livre e com o calor que esteve, fiquei cheia de sede. Lembrei-me de fazer este refresco e em boa hora o fiz porque, além de ter bom aspeto (a foto não lhe faz justiça), sacia a sede e ainda se ingere alguns nutrientes. Fiz com limão, hortelã e um morango. A água ficou com um agradável sabor a morango. Amanhã, em vez de morango e hortelã, que já não tenho, vou usar umas rodelas de gengibre, maçã e um pau de canela. Vou apostar nestas misturas para ingerir mais líquidos do bem (ahahah) no tempo quente (alterno com os meus chás). O problema são os açucares processados... ando um bocado descontrolada neste grupo alimentar (AHAHAH). Não sou fanática das dietas, nem nada que se pareça. O segredo é o equilíbrio (o abatanado e o bolinho, duas vezes por semana, after work, é sagrado). Por isso, já tenho umas sugestões maravilhosas de docinhos (pelo menos, para mim).

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dizem que hoje ...

... é o dia do Livro.  Para mim, são todos os dias, mesmo aqueles em que não tenho tempo sequer de ler uma página. Aprender a ler foi a maior conquista da minha vida e o dia em que isso aconteceu foi, sem dúvida alguma, o mais feliz. Não precisar de ninguém para me ler, nem que fosse um parágrafo, de todos os livros que eu, com tanto orgulho, transportava  para todo o lado, foi o equivalente a tocar numa nuvem. Os livros salvaram-me da monotonia, da estupidez e da mesquinhez do quotidiano. 
Sinto-me muito grata por ter a liberdade de escolher as minhas leituras e de poder opinar sobre as mesmas. Sinto-me grata a todos aqueles que lutaram para que isso fosse possível. 
Boas leituras!

Livraria bombardeada pelos alemães (a foto foi retirada do Google).

sábado, 31 de março de 2018

Esgotamento

Este final de março foi ainda mais trabalhoso do que o costume. Apesar de estar acostumada (mal acostumada, deve dizer-se) a trabalhar cerca de dez horas por dia e de quase não ter fim-de-semana, comecei a ressentir-me deste ritmo de trabalho. Foi precisamente nesta semana, quando o volume de trabalho abrandou que comecei a sentir um grande cansaço, tanto físico como mental (ou lá o que lhe queiram chamar) que culminou com uma brutal dor de cabeça na quarta-feira, que me atormentou até ao final da última reunião desse dia. Não tomei nenhum analgésico porque, salvo raras exceções, não quero intoxicar-me com químicos, sabendo que o que está na origem do problema é todo o stress a que habitualmente estou sujeita. Na verdade, dá-me raiva ter que tratar um problema que é causado pelo meu estilo de vida e que, por isso, deveria ser evitável. Nem quero ficar como 99% dos meus colegas, que tomam comprimidos para os ajudarem a enfrentar o dia de trabalho ou que, volta e meia, vão parar ao "estaleiro". Tenho muito trabalho para fazer nestes dias mas decidi não pegar em nada. Vou aproveitar esta pausa para estar ao ar livre, dormir sem a ansiedade da "hora de acordar", comer calmamente , ler e fazer o que me apetecer. E, sobretudo, não pensar em todo o trabalho que me aguarda para a semana. Mas não deveria ser assim, pois não? Este esgotamento dos recursos humanos não se traduz num aumento da produtividade e nem na qualidade do serviço prestado. Também nos compete  dizer "basta!" e impor determinados limites. É quase como naquela publicidade da tv, "se eu não cuidar de mim, quem cuidará?". 

quarta-feira, 14 de março de 2018

Concordo em absoluto


"A vida para além da morte é um conto de fadas para pessoas com medo da escuridão"
Stephen Hawking


terça-feira, 13 de março de 2018

Em jeito de desabafo ...

... posso dizer que tenho tido uns dias fabulosos. Alguns, porque a maioria tem sido um verdadeiro exercício de paciência e auto controle, para não mandar tudo à *****. Ontem, senti mesmo que iria ter um esgotamento, daqueles à filme, com direito a coisas a voarem pelo ar, gritaria e portas a bater (para não bater em quem tinha à minha frente). Na verdade, sou muito sortuda porque o que  tem sido tóxico para mim, é apenas o meu trabalho. Uma profissão em que investi e continuo a investir tanto, mas que não me merece (com algumas exceções). E porque é que não mudo? Pois, a resposta é óbvia. Apesar de tudo, pagam-me a tempo e horas e isso é muito importante. Até porque, se isto continuar assim, vou precisar desse dinheiro para pagar as sessões de terapia ahahahah ... mentirinha, antes disso mando mesmo tudo à ***** e vou mas é apanhar sol e quem quiser, que os ature. Para juntar à festa, na sexta fui arrumar coisas na arrecadação do sótão e descobri que estava inundada. E porquê? Porque tenho telhas partidas, algumas escavacadas. Portanto, lá estive a apanhar água e a deitar algumas coisas fora. E arranjar alguém para reparar o telhado? Depois de muita pesquisa, lá encontrei uma empresa que virá hoje tratar do assunto. Já é a terceira vez que isto acontece comigo. Mais ninguém se queixa ou então não querem saber, também já percebi isso. O que eu queria mesmo, era uma pequena moradia (mesmo que tivesse apenas a área do meu apartamento) com quintal, mas não tenho tido $$$$$$$ para procurar e duvido que algum dia tenha.
Bem, agora que já gritei (e bem alto), falemos de outras coisas. 
Acabei de ler um excelente livro ("As mulheres no castelo"), comecei a ver uma série da RTP 2 ("Ocupados") que recomendo vivamente e tenho feito as minhas caminhadas (nos intervalos da chuva, ahahah). Além disso, recebi alguns livros no meu aniversário e estou desejosa de começar a esplanadar em tão boa companhia. Também comecei a gostar de café e, de vez em quando, lá bebo um e sem açúcar! Logo eu, que sempre fui tão gulosa! Venham mais coisas boas, que eu aceito!
Imagem retirada do Google (Pinterest?).  Mensagem válida para todos os dias.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Muito importante

Retirei esta imagem do pinterest por achar que transmite, de uma forma simples, uma mensagem muito importante. Cada pessoa, interpreta-a à sua medida, mas o fundamental é tentar viver de forma mais harmoniosa, com o meio ambiente e com os outros. Para que isso aconteça, temos que estar em harmonia connosco e esse é um trabalho só nosso. Somos responsáveis pelas nossas escolhas e, acreditem, temos muitas mais opções de escolha do que aquelas que julgamos ter. E, temos todo o direito e o dever também, de tentar viver melhor.


 


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Alegria! Alegria!

Hoje comecei o dia com uma aula de zumba. Cada uma de nós enfeitou-se com um adereço de carnaval (algumas mascararam-se a rigor) e fizemos a festa. Foi mesmo giro! Não tenho horário para frequentar o ginásio de manhã, de maneira, que foi duplamente bom ... ou melhor, triplamente bom, já que aproveitámos (aquelas que não podem ginasticar de manhã) para rever a professora de zumba, de quem gostamos tanto. Senti que a professora adorou a surpresa (já colocou a foto de grupo no facebook e tudo) e, além do mais, ela não se cansou de o dizer. Foi uma alegria! Dançámos, cantámos e convivemos. E precisamos mesmo de alegria, de ter mais alegria nas nossas vidas. Eu, pelo menos, preciso. Ainda na sexta-feira passada, a professora de ioga falava precisamente nisso. Nessa alegria saudável, contagiante e cheia de boas energias, que nos motiva a VIVER e não apenas a existir.
Quem é naturalmente extrovertido, poderá achar este discurso muito estranho. Mas a verdade é que, para quem é naturalmente melancólico, cada bocadinho de alegria genuína é uma verdadeira conquista. Por isso, vamos lá botar um sorriso no rosto e sambar!

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Comprar ou não comprar, eis a questão.

Adorar livros, ler muito (não tanto quanto desejava, lol) e ter muitos livros, dificulta a tarefa de quem quer oferecer-me um livrinho. Fiz anos na semana passada e, a única pessoa que se atreveu a oferecer-me um livro, foi a minha irmã, lol. Nem sei porquê, podem sempre perguntar se estou interessada nalgum título, oferecer-me um cartão ou o livro com o talão de troca. Gosto de receber livros, de ser surpreendida com autores, géneros ou títulos que desconhecia. Amplia-me os horizontes. Este ano ainda não comprei livros, resisti às promoções (estou a resistir, embora ande sempre de volta das livrarias físicas e até virtuais ... grande exercício de disciplina), porque tenho bastantes em fila de espera, entre os que comprei e aqueles que me vão emprestar, fora os que vou raptar das estantes dos meus pais. Vou tentar ler estes  primeiro, mas sem forçar nada. Ler é, para mim, um exercício de prazer e não de frete, oras. Ainda hoje, estive quase uma hora numa livraria, só a olhar para as capas e a fazer contas de cabeça (ahahah). Anotei alguns títulos (lista dos desejos) e logo se verá. Entretanto, começa a parecer que moro numa livraria ou numa biblioteca, ahahah. Tão bom! Tão grata!

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

É mesmo isto

Vi esta definição na internet e gostei. Na maioria das vezes, é tudo uma questão de perspetiva. Claro que há exceções. Haverá sempre  situações e pessoas que me deixam à "beira de um ataque de nervos". É inevitável. Mas agora tento relativizar aquelas coisas tóxicas, que não têm realmente importância nenhuma. O melhor? O melhor é que já não trago tanto "lixo" para casa e assim tenho mais tempo para me concentrar naquilo que mais gosto de fazer. Isso é que importa porque eu só mereço o melhor (a sério, mereço mesmo).

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Almoços, jantares e outras coisitas de Natal

São tantos os "convites" para este tipo de eventos que, se fosse a todos, a minha carteira ficaria substancialmente mais leve. De ano para ano, tenho vindo a reduzir este tipo de convívios e, este ano, não fui a nenhum. Não me apetece fazer fretes, muito menos deste tipo. Chega dezembro e, de repente, somos todos muito amiguinhos? Não, para mim não dá. Além disso, há uma espécie de euforia/histeria nestes encontros que cada vez me agrada menos. Claro que tenho rituais natalícios e o convívio à mesa é um deles, mas é com as minhas pessoas, num ambiente descontraído. 
Mas também há o outro "lado da moeda" e compreendo que, para algumas pessoas, esses eventos do ginásio, do trabalho ou de outra coisa qualquer, sejam muito importantes porque são as únicas festividades natalícias que terão. Há que respeitar isso. Sabemos lá nós o que é a vida de cada um. Somos todos diferentes. Por isso, se não me apetecer ir a essas coisas, simplesmente não me inscrevo e não faço qualquer tipo de comentário, para não minar a alegria dos outros. 
E, já que estou a falar de rituais natalícios, um dos meus favoritos é visitar as livrarias nesta época e assinalar mentalmente as futuras aquisições. Além disso, compro sempre alguns livros para oferecer e levo imenso tempo a decidir-me. Depois desta "trabalheira" toda, tenho o ritual de beber um chocolate quentinho enquanto vou admirando as minhas compras. É só diversão (e calorias ahahahah)!

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Não resisti e ...

...  roubei do Pinterest. É inspiradora esta imagem. Agora fiquei com vontade de fazer o mesmo, eheheheh.

sábado, 4 de novembro de 2017

Destralhar!

De vez em quando, dou uma "volta" à casa. Costuma ser no verão, mas este ano esteve tanto calor que, pura e simplesmente, não o consegui fazer. Decidi que de hoje não passava e comecei a tarefa pela manhã. Esvaziei três prateleiras de livros e acabei por tirar as próprias prateleiras. Agora, estes livros irão ser devidamente acondicionados e guardados na arrecadação que tenho no sótão. Alguns pretendo doar a uma biblioteca pública aqui da zona (ainda tenho que fazer os contactos). Outros tentarei vender. Não gosto de ter livros encaixotados, fora da vista. Em casa, ficarei com aqueles que couberem no armário livreiro que tenho e mais alguns, dispersos pela casa, tal como gosto. Não foi difícil fazer a seleção e, apesar de adorar ler e gostar muito dos meus livros, também sempre tive a vantagem de ser desapegada em relação à maioria das coisas. Claro que a limitação do espaço em casa também contribuiu para esta decisão. Tivesse eu mais espaço e logo veriam como era ... ainda transformava a minha casa numa espécie de clube de leitura, ahahah.
Há mais uma montanha ao lado do sofá. 

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Voltei!

Só me ausentei aqui do blog. Quem me dera ter ido viajar, mudar de paisagem, fazer coisas interessantes e motivantes e até, quem sabe, inspiradoras para os outros. Mas não, tenho andado ocupada com "montes" de trabalho esgotante e desinteressante. Nada de novo, portanto. Nem tenho lido os meus livrinhos e tão bonitinhos que eles estão, ali nas prateleiras, a chamarem por mim. No outro dia, tive uma espécie de epifania. Não posso deixar que as questões laborais contaminem o resto da minha vida, era só o que faltava! Sempre pensei assim, mas nos últimos tempos andava demasiado cansada para reagir. Acreditem ou não, mas o pilates e o ioga têm feito maravilhas. Recomendo. 
Chocolatinhos do dia das bruxas. Ai, como sou gulosa!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Ginasticar

Gosto bastante de fazer exercício físico. Gosto e preciso. Encontrei um ginásio, a preço amigável e que tem um bom leque de opções. E, talvez seja por isso que todas as aulas estão a abarrotar. De tal forma, que hoje me questionei se estarei a fazer mal à minha saúde, achando que estou a fazer bem. As aulas são em salas sem ventilação (não têm janelas e a porta está fechada), com ar condicionado (o que sabe bem, dado o calor que se tem feito sentir) e com lotação esgotada. E é este excesso de pessoas que me está a fazer muita confusão... ar viciado, espaço limitado e barulho ( o que aquelas mulheres guincham ... nunca vi nada assim). Ainda tenho a secreta esperança de que abram mais aulas ou de que este pessoal se vá distribuindo por outros horários. Entretanto, estou a adorar as aulas de pilates e de ioga (também estão cheias mas não lotadas e são silenciosas). Já o zumba e as outras ...
Ou então, eu é que sou esquisitinha e já não tenho paciência para uma data de coisas. Sim, também poderá ser isso.



terça-feira, 11 de julho de 2017

A experiência

Através da minha irmã, tomei conhecimento destes vídeos. Vale a pena ver, cada um tem uma duração de uns quinze minutos, não sendo saturantes e nem monótonos. A comunicadora, Flávia Melissa, apresenta a informação de forma cativante e com qualidade. Gostei e, por isso, deixo aqui a partilha.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

So true

Todos os dias penso assim. O bom era manter esta atitude ao longo de todo o dia. Mas não consigo. Há pessoas e situações que  dão cabo de qualquer pessoa, por mais zen que seja. Tenho o (des)privilégio de vivenciar isto todos os dias, eheheh. Por isso, sou muito grata por tudo o que me faz bem. 

Esta imagem foi tirada do Pinterest e foi-me enviada pela minha irmã (gracias).

sexta-feira, 12 de maio de 2017

So true

Ahahah, quando era miúda lia muito às escondidas. A minha mãe achava que ler tanto iria fazer-me mal e estava sempre a interromper-me com outras coisas para fazer. Atenção, eu só lia depois de ter feito as tarefas que eram da minha responsabilidade. Já o meu pai, que também gosta muito de ler, contou-me que quando era criança a minha avó lhe fazia a mesma coisa. Hoje em dia é o contrário, os miúdos que conheço fogem dos livros como o diabo foge da cruz. Felizmente, há exceções e fico mesmo feliz quando vejo gente novinha a ler por gosto.

 Esta imagem foi retirada do Pinterest.

sábado, 6 de maio de 2017

Estes trechos

são do livro que estou a ler e são exatamente o que eu penso... quer dizer, os meus pensamentos são mais acutilantes.