sábado, 17 de janeiro de 2015

Morte em Pemberley (Death comes to Pemberley)

"Como seria de esperar, uma família com cinco filhas solteiras atrai a compaixão de toda a vizinhança, em especial quando a vila carece de outro tipo de distrações, e a situação dos Bennet era particularmente desafortunada."

Impressões
Ora bem, aqui está um romance que bem poderia ter sido escrito pela pena de Jane Austen. Aliás, a ideia é mesmo essa, penso eu. Para apreciar devidamente esta estória, temos que nos lembrar constantemente dos costumes da época, senão acharemos tudo um bocadinho despropositado. Apesar de não ter correspondido exatamente às minhas espectativas, gostei. 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Psicologia positiva

É desta forma que pretendo preencher cada um dos dias do ciclo que se inicia hoje. Gosto desta abordagem: potenciar o lado positivo da vida! Sempre o tentei fazer,  agora só tenho que melhorar as minhas estratégias para que predomine. Yes, I can!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Poesia no jardim

Cada um dos bancos deste jardim tem um "escrito" diferente. Assim se tornam mais bonitos ( e poéticos) os nossos espaços verdes.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Os crimes do Monograma (The monogram murders)

Impressões
Podia ter sido escrito por Agatha Christie, podia mesmo. E foi tão bom, ler um nova estória protagonizada pelo incomparável Hercule Poirot. Na companhia de um jovem inspetor da Scotland Yard, o detetive belga deslinda um intrincado caso de homicídios em série. Vale a pena!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Enfeites de Natal!

Mais um presentinho de Natal (obrigada Fantasilab!) que deu uma nova vida a velhos materiais. Ficou lindo na minha mesa das gulodices!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Winter in a bottle

Adorei! O inverno é mesmo a minha estação do ano favorita. As baixas temperaturas permitem-me fazer (quase) tudo aquilo de que gosto, sem ter a permanente sensação de que me ando a arrastar por aí. E é tão bom passear ao ar livre sabendo que, quando estiver prestes a atingir o ponto de congelação, posso tomar um delicioso chá ou um capuccino... mham... 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O Monge que vendeu o seu Ferrari (The Monk who sold his Ferrari)

" Ele caiu redondo em pleno tribunal cheio de gente. Era um dos advogados mais conceituados do país. Era também um homem tão conhecido pelos seu fatos italianos de três mil dólares, que vestiam a sua estrutura bem nutrida, como pela sua notável lista de vitórias jurídicas. (...)"
Impressões
Assim começa este livro, com o despertar do grande Julian Mantle: um grande advogado, imparável, rico, dono de uma mansão, um avião, uma ilha e ... um ferrari, que não o impediram de sofrer um enfarte maciço, em pleno tribunal.  Após este acontecimento, Julian vende todos os seus bens materiais, deixa a advocacia e parte para se tornar um iogui nos Himalaias. Volta anos mais tarde, com um aspecto mais jovem, mais sereno e .... mais feliz. Decidido a transmitir o conhecimento que lhe permitiu atingir esse estado de uma vida mais esclarecida, procura um velho amigo. Através deste encontro, que tem como pano de fundo uma fábula espiritual, é transmitido o conhecimento de mestre para discípulo. Este livro é de leitura e entendimento simples, pela forma como está estruturado: um diálogo que nos leva a conhecer e a entender os sete símbolos da fábula. No final de cada capítulo aparece um resumo para relembrar os conceitos e estratégias ensinadas; aliás ao longo de todo o livro vão sendo repetidos os conceitos fundamentais da fábula, que para saber, vão ter de ..... ler ;)

"Quando o discípulo está preparado, o Mestre aparece."