domingo, 15 de fevereiro de 2015

O Hóspede de Drácula

Sinopse
"Surgiu gradualmente uma espécie de vago início de reanimação, seguido de uma sensação de cansaço verdadeiramente horrível. Durante longos momentos, não me recordei de nada, até que os sentidos reataram gradualmente as suas funções. Os pés dir-se-iam esmagados pela dor, e não podia movê-los. Davam a impressão de entorpecidos."

Impressões
O primeiro parágrafo desta sinopse descreve na perfeição aquilo que sinto no final de cada dia de trabalho, sem tirar nem pôr eheheh (suspiro). Já há muuuuuito tempo que não lia nada deste autor, de modo que fiquei agradavelmente surpreendida quando me ofereceram este mini-livro. Gostei da estória e só tenho pena que tenha sido tão mini!

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Aurora Boreal (Solstorm)

"É o mesmo olhar que os pais das crianças pequenas exibem na loja de produtos alimentares. Com os músculos da cara enfraquecidos. Como se já não pudessem ocultar mais o cansaço. O olhar morto. Empurram o carrinho das compras pelos corredores como se fossem asnos espicaçados (...)"

Impressões
Gostei bastante deste livro! Não há dúvida de que os autores escandinavos estão a "dar cartas" no policial. É claro que temos que estar preparados para aquela crueza, tão característica destes autores e que, inicialmente, poderá chocar um pouco. O brutal homicídio do pregador mais famoso da Suécia é o ponto de partida de uma estória que nos mantém cativos até à última frase. Ao mesmo tempo, vamos também aprendendo um pouco sobre a cultura deste país.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Umas férias tamanho XXl...

... aqui para a mesa do canto, por favor. E com urgência, se não for muito incómodo. É que já começo a ter sonhos de liberdade (vejam bem a ousadia), nos quais não desperdiço a minha vida num trabalho da treta... 
Bem, vou mas é lanchar e depois ler mais um bocado do meu livro (este fim-de-semana recuso-me a trabalhar).
 Manter a sanidade mental é essencial (mas que está por um fio, está...).

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Ontem entrei numa livraria e ...

... fiquei cheia de pena por estar vazia. É uma livraria nova, pequena e que será certamente a realização do sonho de alguém. Vi um livro. Gostei. Vi o preço. Desisti. Fui dar uma volta mas aquele livro não me saía do pensamento. Hesitei. Regressei. Comprei o livro. Quem me atendeu ficou com um ar feliz e eu fiquei a pensar se não seria a primeira venda do dia ou a primeira em vários dias. A sério, não sei como é que estas pequenas livrarias físicas conseguem sobreviver, é um enigma para mim. 

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Calço o tamanho 40 e...

... comprar calçado é uma autêntica odisseia. Quando gosto não há o meu tamanho. Quando há o meu tamanho, a "forma" é muito pequena e, claro que não há o tamanho a seguir. Nas várias lojas a que vou, dizem-me sempre que só mandam vir um 40 de cada coleção e que sim, que há muita gente a calçar este tamanho e até superior... então, não entendo porque diabo não mandam vir mais, se tem assim tanta procura! Outra coisa que me irrita é a conversa de "o material alarga" quando se vê perfeitamente que está muitíssimo apertado. Percebo que as pessoas querem vender, mas à conta disto, já fiquei a "arder" com vários pares de sapatos e botas (até aprender a lição e deixar de ser crédula... quem ficou a ganhar foi a minha irmã). Como se não bastasse calçar este tamanho, ainda tenho pés muito sensíveis (quando não aperta num sítio, aperta noutro), portanto, é um desafio à minha paciência (e de quem me acompanha e também de quem vende) comprar calçado. E há botas tão lindas, de boa qualidade e em conta nos saldos... e não me servem! 
Senhores da indústria do calçado, há aqui todo um leque de oportunidades a explorar: calçado giro e confortável (nada dos sapatinhos "à velhinha") com tamanho superior a 39. Que tal inspirarem-se nas nossas pantufinhas, como os autralianos fizeram com as botas dos surfistas, e deixarem os nossos delicados pés felizes?


sábado, 17 de janeiro de 2015

Morte em Pemberley (Death comes to Pemberley)

"Como seria de esperar, uma família com cinco filhas solteiras atrai a compaixão de toda a vizinhança, em especial quando a vila carece de outro tipo de distrações, e a situação dos Bennet era particularmente desafortunada."

Impressões
Ora bem, aqui está um romance que bem poderia ter sido escrito pela pena de Jane Austen. Aliás, a ideia é mesmo essa, penso eu. Para apreciar devidamente esta estória, temos que nos lembrar constantemente dos costumes da época, senão acharemos tudo um bocadinho despropositado. Apesar de não ter correspondido exatamente às minhas espectativas, gostei. 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Psicologia positiva

É desta forma que pretendo preencher cada um dos dias do ciclo que se inicia hoje. Gosto desta abordagem: potenciar o lado positivo da vida! Sempre o tentei fazer,  agora só tenho que melhorar as minhas estratégias para que predomine. Yes, I can!