domingo, 23 de agosto de 2015

Férias na Noruega (parte um)

Nunca tinha estado num país nórdico, num daqueles países que são sempre usados como exemplo positivo de políticas sociais, de civismo e de todas aquelas coisas que contribuem para uma boa qualidade de vida. Então, depois de assaltar o "porquinho migalheiro", escolher a companhia de viagem (a minha irmã, pois claro) e marcar tudo, Noruega aí vou (fui) eu!
Marquei tudo pela internet: aviões, hotéis e comboio. Tive sempre o cuidado de escolher hotéis centrais e perto das estações de comboio. Afinal, ninguém quer perder muito tempo no transfer de e para o aeroporto e, simultaneamente, toda a gente quer também estar perto dos pontos de interesse.
Apesar de ter sido muito cuidadosa com a preparação da viagem marquei dois voos com pouco tempo de escala, o que não recomendo. Para começar, o voo Lisboa-Oslo já partiu atrasado (para variar, o check-in e os procedimentos de segurança estavam caóticos e, para culminar, apanhei uma funcionária de limpeza  muito leeeeenta, basta dizer que ia havendo um motim à porta do WC das senhoras já na zona de embarque... ah, mas ficámos a saber que o avião também tem WC... a sério, ninguém supervisiona o trabalho desta gente?) e, ao chegarmos ao aeroporto de Oslo, tivemos que recolher as bagagens no tapete e voltar a fazer aqueles procedimentos todos (drop-off, segurança, etc... a julgar pelo número de malas "abandonadas" no tapete, muita gente não deve estar a par disto)...  no entanto, foi tudo muito rápido e eficiente e assim não perdemos a nossa conexão. No aeroporto de Bergen troquei os euros por coroas norueguesas e fiquei logo com este assunto arrumado (apesar de se poder usar cartão de crédito para tudo, gosto sempre de ter algum numerário para as pequenas coisas). O Flybussen, apanhado mesmo à saída do aeroporto, levou-nos quase ao pé do nosso hotel (cada bilhete foi 100 NOK). 
Quando chegámos...

sábado, 22 de agosto de 2015

Já leram?

É o último livro da série policial que tenho andado a ler. O problema é que ainda não está traduzido para português. Encontrei este exemplar numa livraria em Oslo e... enfim, o norueguês não é o meu forte... bom, talvez com a ajuda do google tradutor (brincadeirinha). Além do mais, mesmo que houvesse em inglês, não compensava comprar pois ficava em cerca de 30 euros!
No entanto, havia autênticas pechinchas, como podem comprovar pela foto. Também quero saldos destes por cá.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Fériassssssssssssssssss!!!!!!!!!!!!!!!!!

Finalmente, finalmente férias! Em julho, gozei uma semana que me soube pela vida, saboreei cada segundinho... até mesmo a avaria da carroça em plena autoestrada (eheheh, pelo menos foi no regresso).
Agora, vai a segunda tranche das férias, com muitos planos para passar imenso tempo outdoor (que chique!), para passear, esplanadar, praiar e dormitar, ehehehe. E, como não podia deixar de ser, ler quando me apetecer onde me apetecer! 

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Zoo

"Terrence Larson, o tratador assistente de grandes felinos do zoo, abre a porta exterior de rede de arame do recinto dos leões. 
 Entre ele e o portão aberto da vedação dos tratadores está Dominick, o leão macho: imóvel, a cauda a chicotear de modo metódico, os olhos de âmbar dourados fixos no rosto de Larson."

Impressões
Há muito tempo que ouvia falar deste autor mas nunca me tinha apetecido ler nada dele... até que descobri este livro e li-o quase compulsivamente. É um livro de aventuras, com um cenário catastrófico para o planeta em geral e para a humanidade em particular. Mesmo sendo (ainda) ficção, o autor aborda aspetos importantes da nossa sociedade, principalmente no que concerne à nossa interação (mais uma vez) com todas as outras criaturas. A hipocrisia dos políticos  e a estupidez de todos os outros também estão bem patentes nestas páginas. O final é inesperado e deixa muitas questões em aberto. É sobretudo inquietante. Quer dizer, chegará o dia, disso não tenham dúvidas, em que não será possível remediar tantos crimes contra o planeta.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Carinha laroca!


Andava a ver montras, quando fui conquistada por esta carinha laroca. Só não a estreei ainda, porque está muito calor para bebidas quentes. Mas, tenho a certeza de que irá ser uma fiel companhia durante as minhas leituras outonais/invernais... ou seja, mais uma, porque tenho três canecas favoritas para esse objetivo.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Entre dois mundos (The reluctant psychic)

"Não via nada disso na estátua da minha mãe. Essa Maria estava presa por baixo das suas vestes castas azuis e brancas, controlada pelos homens. Ela era o que os homens queriam que as mulheres fossem."

Impressões
Comprei este livro por impulso, porque gostei do título. Nem sequer li a sinopse. E quando o comecei a ler, já não consegui parar. Sou muito cética em relação a estes assuntos e procuro sempre uma explicação racional. No entanto, fiquei "agarrada" à narrativa desta sensitiva (ao que parece é genuína, seja lá isso o que for), pelo menos parece-me coerente e isso confere-lhe autenticidade, na minha opinião. Não deixa de ser assustador este mundo invisível de que ela fala, mas também é, ao mesmo tempo, reconfortante. Cada um acredita no que quiser. Eu acredito que a energia flui... quantas vezes, estamos num local e sentimos um desconforto inexplicável? Ou o contrário, uma paz, uma tranquilidade... O melhor de tudo? Para mim, é pensar que a viagem continua...

terça-feira, 4 de agosto de 2015

O olhar dos inocentes (Anglamakerskan)

"Agora, as pessoas até cantavam baladas sobre ela. Sobre a assassina que afogara as crianças numa bacia e o seu marido, que as enterrara na adega."

Impressões
O que eu esperei por este livro! Mas valeu a pena, oh se valeu. Bela estória policial! Lida de fio a pavio na praia. Tão bom ler durante o dia, tão bom ler! Mais uma vez, as duas narrativas paralelas (passado e presente) conseguiram cativar-me até à última palavra. Venha o próximo!