quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Pouco a pouco ...

... vou começando a encher o meu espaço, com pequenos apontamentos (acho que é assim que se diz) de Natal. 
Era uma vez um frasco de compota. Alguma EVA, fita decorativa, muita arte e alguma paciência e agora é um "guardador de docinhos". 
Foi feito pela minha irmã, no período EVA, ahahaha. 
 Eu não tenho grande jeito para o artesanato. Já tentei. Começo cheia de ideias, boas intenções e acabo sem paciência e com os dedos (a roupa e até o cabelo) cheios de cola e de tinta. 

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Não resisti e ...

...  roubei do Pinterest. É inspiradora esta imagem. Agora fiquei com vontade de fazer o mesmo, eheheheh.

domingo, 5 de novembro de 2017

Dar uma nova vida


Esta mesinha foi herdada da minha avó. Em casa dela, combinava com a outra mobília e combinava com ela. Na minha casa, destoava. Tal como estava, toda ela emanava uma certa tristeza. Então, aproveitando o facto da minha irmã ser uma excelente artesã, resolvi dar uma nova vida a esta mesa.
Como podem ver, a oficina foi a minha sala. Forrou-se a mesinha do café e o chão e mãos à obra!
 Algum tempo depois, já tinha este aspeto maravilhoso! 
E agora está num cantinho do meu (minúsculo) corredor. Curiosamente, já moro nesta casa há tantos anos e este cantinho esteve sempre vazio, como que aguardando a peça certa.
O puxador também foi mudado. A decoração foi improvisada para a foto. Com tempo, irei experimentar outras peças que tenho aqui por casa e não só... vou também visitar os "arquivos" de tralha da mãe e da mana, ahahahah.
Acho que esta mudança resultou bem, já que esta zona do corredor tem pouca luz. 
Atenção, não quer dizer que a mesa, tal como estava, não fosse bonita. Apenas não estava a resultar neste novo ambiente e neste momento.
Só tive despesa com as tintas e o material de pintura. Tudo o resto foi reaproveitado. A artesã ofereceu o trabalho, o que foi muito apreciado. 

sábado, 4 de novembro de 2017

Destralhar!

De vez em quando, dou uma "volta" à casa. Costuma ser no verão, mas este ano esteve tanto calor que, pura e simplesmente, não o consegui fazer. Decidi que de hoje não passava e comecei a tarefa pela manhã. Esvaziei três prateleiras de livros e acabei por tirar as próprias prateleiras. Agora, estes livros irão ser devidamente acondicionados e guardados na arrecadação que tenho no sótão. Alguns pretendo doar a uma biblioteca pública aqui da zona (ainda tenho que fazer os contactos). Outros tentarei vender. Não gosto de ter livros encaixotados, fora da vista. Em casa, ficarei com aqueles que couberem no armário livreiro que tenho e mais alguns, dispersos pela casa, tal como gosto. Não foi difícil fazer a seleção e, apesar de adorar ler e gostar muito dos meus livros, também sempre tive a vantagem de ser desapegada em relação à maioria das coisas. Claro que a limitação do espaço em casa também contribuiu para esta decisão. Tivesse eu mais espaço e logo veriam como era ... ainda transformava a minha casa numa espécie de clube de leitura, ahahah.
Há mais uma montanha ao lado do sofá. 

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Voltei!

Só me ausentei aqui do blog. Quem me dera ter ido viajar, mudar de paisagem, fazer coisas interessantes e motivantes e até, quem sabe, inspiradoras para os outros. Mas não, tenho andado ocupada com "montes" de trabalho esgotante e desinteressante. Nada de novo, portanto. Nem tenho lido os meus livrinhos e tão bonitinhos que eles estão, ali nas prateleiras, a chamarem por mim. No outro dia, tive uma espécie de epifania. Não posso deixar que as questões laborais contaminem o resto da minha vida, era só o que faltava! Sempre pensei assim, mas nos últimos tempos andava demasiado cansada para reagir. Acreditem ou não, mas o pilates e o ioga têm feito maravilhas. Recomendo. 
Chocolatinhos do dia das bruxas. Ai, como sou gulosa!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Ginasticar

Gosto bastante de fazer exercício físico. Gosto e preciso. Encontrei um ginásio, a preço amigável e que tem um bom leque de opções. E, talvez seja por isso que todas as aulas estão a abarrotar. De tal forma, que hoje me questionei se estarei a fazer mal à minha saúde, achando que estou a fazer bem. As aulas são em salas sem ventilação (não têm janelas e a porta está fechada), com ar condicionado (o que sabe bem, dado o calor que se tem feito sentir) e com lotação esgotada. E é este excesso de pessoas que me está a fazer muita confusão... ar viciado, espaço limitado e barulho ( o que aquelas mulheres guincham ... nunca vi nada assim). Ainda tenho a secreta esperança de que abram mais aulas ou de que este pessoal se vá distribuindo por outros horários. Entretanto, estou a adorar as aulas de pilates e de ioga (também estão cheias mas não lotadas e são silenciosas). Já o zumba e as outras ...
Ou então, eu é que sou esquisitinha e já não tenho paciência para uma data de coisas. Sim, também poderá ser isso.



domingo, 1 de outubro de 2017

Atualização


Tenho lido, mas não tenho tido vontade de fazer a atualização das leituras aqui no blog. Como sempre, o mês de setembro é muito complicado para mim, não tanto pela carga de trabalho mas por já não me identificar com o meu trabalho, ou melhor, com a forma como exigem que seja feito, mas isso é conversa para outra dissertação. 
Destes quatro livros, os meus favoritos são "A casa da morte" e o "Crime de Paragon Walk".  Os outros dois, "Gritos silenciosos" e "O som do silêncio", aborreceram-me de morte. Mas, como eu sempre disse, há o livro certo para a ocasião certa e, talvez não tenha sido este o caso. Já Patterson não me desiludiu. Apesar de achar o livro um bocado sensacionalista e de ter descoberto o criminoso facilmente, gostei do ritmo com que a ação se desenvolveu. 
"Crime de Paragon walk", faz parte da série "Crime à hora do chá" e surpreendeu-me pela positiva. Há muito que não lia uma estória policial tão bem escrita e sem recorrer a sensacionalismos desnecessários. Além disso, a ação decorre numa época em que os costumes eram diferentes (muito bem descritos pela autora), mas a natureza humana não. Gostei mesmo muito!