segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Detalhes ...

... das decorações natalícias da casa da sister. Em cada divisão tem qualquer coisa alusiva ao Natal, nem o cantinho do café escapou, ahahah. 
Este enfeite, pendurado na árvore de Natal, foi feito pela sister e eu, que já andei a bisbilhotar, reparei que os presentinhos também estão etiquetados com estes "corações".
 Com um pouco de cola, "neve" e uma estrela de esferovite, uma simples pinha transforma-se numa árvore de Natal. Bem giro!
 Adoro as sensações que esta foto me transmite. Quase posso sentir o cheirinho do café acabado de fazer e a antecipação de um bom serão de conversa e boa disposição. Isto é hygge à portuguesa!

domingo, 17 de dezembro de 2017

Presépio de parede?

Na casa dos meus pais sempre houve decorações natalícias, embora a minha mãe nunca queira. De ano para ano, vai reduzindo o espírito natalício e embirra com quase tudo. MAS, eu e a sister , arranjamos sempre forma de contornar a questão, mesmo que, para isso, só tenhamos um quadro de cortiça ahahaha... Resgatámos um presépio e alguns enfeites da árvore de Natal e compusemos o quadro. Folhas secas, apanhadas pelo caminho,  emolduram a cena. Não se nota muito bem na foto, mas as folhas foram pulverizadas com um pouco de tinta dourada e "neve". Ficou muito bonito!
Entretanto, a mãe Grinch lá nos deixou colocar uma árvore de Natal minúscula e um presépio, em cima de uma cómoda, debaixo deste quadro.

Já eu, não resisti a uma nova aquisição para a minha casa. Agarrou-se a mim e não me largou mais, o malandreco!
Uma verdadeira luz na escuridão, ahahahah.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Há tanto tempo ...

... que não ia a Sintra! E como gosto de passear! Assim, quando me convidaram, nem hesitei. O dia estava chuvoso, mas passeio é passeio. Em Sintra, a neblina conferiu aquele ar misterioso à paisagem. Lindo! Ficam aqui algumas fotos.









É claro que tive que degustar os famosos "travesseiros", bem como as queijadinhas, tudo acompanhado de um capuccino bem quentinho.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A Amiga Genial (L`amica geniale)

Finalmente, li o livro de que (quase) todos falaram durante o ano passado. Embora tenha achado a estória interessante, também a achei cansativa e não fiquei com vontade de ler os restantes livros da coleção (ainda bem que só comprei este). A vida no bairro de Elena é exatamente como a imaginava em Nápoles, em meados do século XX. Mas também poderia ser num bairro português, no início do século XXI. Na verdade, pouca coisa mudou na sua verdadeira essência. A violência, sempre tão presente nas descrições feitas por Elena, continua presente no nosso dia-a-dia, em determinadas zonas das cidades. Há muitas pessoas que, como ouvi alguém dizer e sem querer ofender nenhuma criatura, parece que desceram agora das árvores ou saíram das cavernas.
Mas falemos de Nápoles. Visitei esta cidade há mais de vinte anos e, na altura, fiquei impressionada com o caos reinante. As pessoas comunicavam aos berros (pareciam zangadas mas não estavam, era mesmo assim). Atravessar a estrada era uma aventura pois os condutores não respeitavam os sinais de trânsito, incluindo os semáforos e até circulavam por cima dos passeios (as lambretas ou vespas, que eram em grande número). Gostei muito das cores da cidade (cá está, para o turista tudo é pitoresco, ahahah), mas é daqueles locais a que não pretendo voltar. 


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

A livraria (The bookshop)

Aqui está um livro que me encantou, sobretudo pela sua simplicidade. Já faz parte das minhas "leituras de conforto". Numa pequena vila, no fim da década de cinquenta, a abertura de uma livraria é motivo de desavenças entre os habitantes, mostrando o melhor e o pior de cada um. A própria casa onde a livraria é instalada, parece conspirar contra esta iniciativa... consta que é assombrada e o fantasma residente parece não gostar muito de companhia. Cada personagem tem as suas próprias excentricidades, o que proporciona momentos cómicos. O final foi inesperado e muito injusto, mas realista, o que só valoriza a estória. Fiquei com vontade de ler outros livros desta autora. 
Num mundo em que não tivesse que me preocupar com contas para pagar, também eu gostaria muito de ter uma livraria, pequena mas mimosa, onde pudesse organizar tertúlias sobre vários assuntos e até workshops. Um sítio onde apetecesse estar, feito à medida dos meus sonhos. Enquanto isso ...