sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

A derradeira ilusão (Pretending to dance)

Gosto mais do título original, está mais de acordo com o contexto da estória. No entanto, o título em português também está coerente, se pensarmos que a derradeira ilusão era mesmo pretending to dance. A estória está muito bem estruturada e conseguiu manter-me atenta a todos os parágrafos ahahah (embora eu tenha descoberto, logo no início, o que aconteceu). A autora dá um "abanão" nas crenças de alguns ao abordar, embora discretamente, o tema da eutanásia. Achei linda a forma como tudo foi tratado. Quem ler o livro, verificará que a decisão não foi tomada de forma leviana (como poderia?).  Há doenças e situações aterrorizantes, como a tratada no livro, que tornam as pessoas prisioneiras do seu próprio corpo. Tanto sofrimento que culmina em mais sofrimento e, para quê? Em nome do quê? E não me venham falar em deuses e demónios, porque se existisse algum Deus, o  sofrimento não inflingido pelo Homem não existiria. 
Irritou-me bastante a reação da Molly quando suspeitou e, por fim, confirmou as suas suspeitas. É uma reação compreensível na Molly adolescente, mas não na Molly adulta. Irónico é ela ter passado, em parte, pela mesma situação que a sua mãe Nora (pois é, o karma é lixado, Molly).

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Slow Life (Day 3)

Adorei o desafio de hoje! Cansada como estava, não me custou mesmo nada... mas acho que foi mais do que 20 minutos.

Eles sabem. Às vezes, tenho tanta inveja destes pets, ahahah.

Imagem retirada do Google.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Slow life (Day 2)

Quando vi que o desafio de hoje era este ...


... imaginei esta delícia, mham mham
(imagem tirada do Google)

Mas, acabei a comer esta mistura, que também contém açaí (pelo menos, é o que diz o rótulo da embalagem). Não tem um aspeto "capa de revista", mas soube-me muito bem!

O trilho da morte (Dodesporet)

Apesar do que a Camilla Lackberg diz (no canto superior direito da capa), eu não acho que esta autora seja das melhores que já li. Para ser sincera, a leitura deste livro não fluiu e levei imenso tempo a terminá-lo. Tento ler umas páginas todos os dias, mesmo antes de adormecer (habitualmente, é quando tenho tempo), mas com este livro era mais do género, ler um ou dois parágrafos e adormecer ahahaha. Não tinha adorado o primeiro desta série, mas como comprei os dois ao mesmo tempo, lá acabei também por ler este. Fiquei com a sensação de que as ideias, algumas bastante interessantes, não foram devidamente desenvolvidas/exploradas. De qualquer das formas, não pretendo ler mais nenhum livro desta autora.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Slow life (Day 1)


O "papai Noel" deixou-me este presente no sapatinho. Durante trinta dias, seguidos ou não, terei um desafio para fazer.
E, o primeiro desafio foi mesmo este
Não subestimem o poder da respiração, ahahah. 

(Imagem do Google)

sábado, 23 de dezembro de 2017

Coisas giras por aí

Hoje foi mesmo um bom dia. Já tinha saudades de me sentir assim. Aliás, começou ontem ao serão. Há séculos que não me sentava no sofá a assistir a uma série, sem ter que pensar em preparar trabalho para o dia seguinte. Melhor ainda, fiquei a ler pela noite dentro sem me preocupar com a hora de acordar. Se isto não é um luxo, não sei o que será! Tomei o pequeno-almoço com a sister numa pastelaria da zona, mas onde nunca tenho tempo para ir porque não fica em caminho. Só isso, já fez toda a diferença. Durante a caminhada para "esticar as pernas", deparei-me com estas decorações natalícias. Na primeira foto, um papai Noel no jardim, vigiado por um tigre (não se vê muito bem, mas está no cimo da árvore, ahahah).
 Achei muito gira esta ideia do presépio, confeccionado com papel de jornal.
 Por fim, biscoitos de gengibre caseiros. Estão deliciosos!

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Gratidão

O objetivo deste caderno é apenas ajudar a focar a atenção sobre as coisas boas. No fundo, proporcionar um momento para se refletir sobre aquilo que nos faz sentir bem. Há muitos à venda e de diferentes formas e feitios, como se costuma dizer. Mas, também podemos construir o nosso próprio caderno, de acordo com o que pretendemos. O das fotos é para oferta de Natal e ainda se encontra em processo de "construção", mas está a compor-se. Amanhã, será a minha vez de contribuir para este projeto. Vamos lá ver o que sai, ahahah.