Haverá melhor desafio para 2018? É tão difícil focarmo-nos no momento presente, deixar a vida fluir. Já há algum tempo que me obrigo a fazê-lo. Digo que me obrigo porque é preciso disciplinar a mente. Por exemplo, se tiver uma hora para dedicar à minha leitura, então não vou desperdiçá-la, deixando a minha mente vaguear por outras paragens. Por isso, o grande desafio de 2018 será "apenas" esse, VIVER!
O título talvez não seja original, mas traduz fielmente aquilo que eu sou: doida por livros! Sempre foram os meus presentes favoritos, tanto para receber como para oferecer. Muito antes de saber ler, eu já me sentia fascinada pelas capas coloridas e pela magia que se derramava de cada página. E assim continuo! Neste espaço virtual vou construir a minha biblioteca e partilhar as minhas leituras com outros "doidos por livros".
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
domingo, 31 de dezembro de 2017
Slow Life (Day 6)
Ri a valer com este desafio, ainda para mais, por ter calhado no último dia do ano. Para alguns será um desafio, para mim é um mantra. Tento sempre, fazer as minhas refeições devagar e saboreando cada dentada.
Como sou muito bem "mandada", tratei logo de começar o desafio à hora do almoço. A limonada é da minha irmã. Eu bebi o tal refrigerante imperialista ahahah, mas a minha irmã achou que seria um péssimo exemplo. Na verdade, só muito pontualmente é que consumo refrigerantes, sejam eles quais forem.
Que o desafio prossiga!
sábado, 30 de dezembro de 2017
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
A derradeira ilusão (Pretending to dance)
Gosto mais do título original, está mais de acordo com o contexto da estória. No entanto, o título em português também está coerente, se pensarmos que a derradeira ilusão era mesmo pretending to dance. A estória está muito bem estruturada e conseguiu manter-me atenta a todos os parágrafos ahahah (embora eu tenha descoberto, logo no início, o que aconteceu). A autora dá um "abanão" nas crenças de alguns ao abordar, embora discretamente, o tema da eutanásia. Achei linda a forma como tudo foi tratado. Quem ler o livro, verificará que a decisão não foi tomada de forma leviana (como poderia?). Há doenças e situações aterrorizantes, como a tratada no livro, que tornam as pessoas prisioneiras do seu próprio corpo. Tanto sofrimento que culmina em mais sofrimento e, para quê? Em nome do quê? E não me venham falar em deuses e demónios, porque se existisse algum Deus, o sofrimento não inflingido pelo Homem não existiria.
Irritou-me bastante a reação da Molly quando suspeitou e, por fim, confirmou as suas suspeitas. É uma reação compreensível na Molly adolescente, mas não na Molly adulta. Irónico é ela ter passado, em parte, pela mesma situação que a sua mãe Nora (pois é, o karma é lixado, Molly).
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
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