terça-feira, 9 de janeiro de 2018

É mesmo isto

Vi esta definição na internet e gostei. Na maioria das vezes, é tudo uma questão de perspetiva. Claro que há exceções. Haverá sempre  situações e pessoas que me deixam à "beira de um ataque de nervos". É inevitável. Mas agora tento relativizar aquelas coisas tóxicas, que não têm realmente importância nenhuma. O melhor? O melhor é que já não trago tanto "lixo" para casa e assim tenho mais tempo para me concentrar naquilo que mais gosto de fazer. Isso é que importa porque eu só mereço o melhor (a sério, mereço mesmo).

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Slow Life (Day 10)

Quando fui "atacada" por tendinites nos braços, fiz imensos tratamentos e, o que tornava aquilo tudo suportável, eram as massagens às costas e braços que me faziam no final. Era tão relaxante, embora nas primeiras sessões fosse extremamente doloroso, que eu saía (quase) a flutuar. 
Para cumprir este desafio, recorri aos meus óleos muito bem cheirosos, daquela loja que é uma perdição.  Depois de um longo dia de um lado para o outro, as perninhas agradeceram estes cuidados. 
Imagem tirada do Google.

sábado, 6 de janeiro de 2018

Slow Life (Day 9)


O desfio de ontem, era este. Mas, pelas razões óbvias, não foi possível fazê-lo.
Assim, hoje fui dar um pequeno passeio pela "natureza" mais perto de mim. A fotografia não faz justiça à beleza desta árvore da borracha.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Mais um desafio


Não sou muito dada a desafios de leitura, pela simples razão de que  não disponho de muito tempo para os cumprir, e depois fico com aquela sensação de falhanço. No entanto, achei interessante o desafio proposto pela Livraria Cultura para 2018. Ao analisar o painel, verifiquei que nunca li um livro que correspondesse aos pontos 8 e 10 (não tenho a certeza em relação a este último) e claro que espero ler muitos publicados em 2018 (ponto 11).


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Handmaid`s Tale

Durante estes dias, em que o N-Play "abriu" o sinal, comecei a ver uma série de que já tinha ouvido falar bastante. Estou a referir-me a "Handmaid`s Tale". Como é que é possível que se tenha regredido tanto? Como é que é possível que aquele regime tenha prevalecido?   As mulheres foram basicamente reduzidas a nada. Aliás, toda a série é pouco dignificante para as mulheres... espero que haja uma reviravolta significativa, senão também acabará por ser mais do mesmo. Para quem gosta de ação, a série é um bocado parada e até se pode tornar "chatinha". No entanto, aquele contraste entre o encarnado das vestes das servas e a paisagem branca e gelada é simplesmente sublime. Ao longo dos episódios podem ser encontrados mais exemplos destes, em que temos o horror e a beleza, lado a lado. Quem já leu o livro em que a série se baseou, disse-me que o achou o livro muito fraco e que a série é muito melhor. Mas opiniões são apenas isso. Bem, agora terei que esperar até à próxima vez que voltarem a "abrir" o sinal, para ver mais uns episódios. Se tiverem sugestões de séries, não sejam tímidos e partilhem comigo. Nunca aproveito muito bem estas oportunidades porque, perante tantas opções, fico perdida e também não gosto de passar muito tempo a ver televisão só por ver.

Slow Life (Day 8)

Este foi o desafio de ontem. 
Nem senti a falta, nadinha de nada. O tempo que teria dedicado a "navegar", foi dedicado à leitura e, devo dizer, muito mais proveitoso. Digo isto porque, às vezes, ando por aqui a saltitar de página em página sem nenhum objetivo definido e isso, na minha opinião, não é lá muito saudável. Depois fico frustrada porque poderia ter usado melhor esse tempo. Como ferramenta de trabalho considero "esta coisa" muito útil. Aliás, uso e abuso e continuo a ficar fascinada com a facilidade com que se resolvem uma série de assuntos desta forma. Bem, agora tenho que arranjar tempo para ir cumprir o desafio de hoje. Amanhã conto.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

New year`s gift


Pontinho a pontinho colorido, assim se foi construindo este quadro. É lindo e agora é meu. Foi a primeira surpresa agradável de 2018. Espero que este Rainbow, nome do quadro, seja um prenuncio de boa fortuna para todos nós, neste novo ano que começa. 
Escusado será dizer que foi feito pela minha irmã. Quando vejo o empenho com que ela se dedica a este trabalho, percebo que o artesanato não é devidamente valorizado.
Desta vez insisti e a artista lá posou junto da sua obra.