segunda-feira, 21 de maio de 2018

A Viúva ( The widow)

As minhas leituras têm andado muito paradas porque, quando finalmente dou por encerrado o dia de trabalho, já não tenho energia para me concentrar na leitura ... tenho mesmo que arranjar forma de alterar isto, pela minha sanidade mental.
Mas, voltando ao que realmente importa, o enredo deste livro mostra, mais uma vez, quão manipuladoras algumas pessoas podem ser e quão idiotas outras são. A história é banal, mas está bem escrita e capta a atenção do leitor. De resto, é daquelas leituras que me entretêm, o que é ótimo, mas de que não me irei lembrar nunca mais.

Convento da Verderena

Até ao próximo domingo, está a decorrer a feira do livro, no Convento da Verderena, Barreiro. Os livros estão a preços muito acessíveis, uma vez que a ideia é fazer circular os livros e incentivar a leitura. Não são livros novos, mas estão em perfeito estado de conservação. No sábado passei uns momentos muito agradáveis, não só a ver os livros, como também a visitar o convento. É uma pena estar em tão mau estado de conservação, pois é uma autêntica jóia histórica. A Câmara está a fazer algumas obras por lá, mas aquilo precisa de uma intervenção a sério e de ser valorizado. É um espaço espetacular para eventos culturais. Inclusivé, têm sido feitos concertos no exterior, aproveitando um recanto da fachada do convento e algumas tertúlias literárias, numa das salas (creio, que na antiga capela). 











domingo, 6 de maio de 2018

Bocuda

Roubei este vídeo do youtube. Há muitos mais, protagonizados pela super engraçada Bocuda. Ontem, tive que me conter para não ver todos de seguida. Gosto de ir vendo aos poucos (para ter uma pequena reserva de boa disposição). Com uma boa dose de ironia, a Bocuda vai dizendo umas verdades. Ai, como me identifico com algumas coisas, sobretudo com a procrastinação... não é que eu tenha grandes hipóteses de o fazer, mas ....
Vão lá ao youtube ver os vídeos dela e deixar uns likes para ajudar. Afinal, é entretenimento gratuito, com mais qualidade do que grande parte das tretas que os canais de tv nos tentam enfiar pela goela abaixo.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dizem que hoje ...

... é o dia do Livro.  Para mim, são todos os dias, mesmo aqueles em que não tenho tempo sequer de ler uma página. Aprender a ler foi a maior conquista da minha vida e o dia em que isso aconteceu foi, sem dúvida alguma, o mais feliz. Não precisar de ninguém para me ler, nem que fosse um parágrafo, de todos os livros que eu, com tanto orgulho, transportava  para todo o lado, foi o equivalente a tocar numa nuvem. Os livros salvaram-me da monotonia, da estupidez e da mesquinhez do quotidiano. 
Sinto-me muito grata por ter a liberdade de escolher as minhas leituras e de poder opinar sobre as mesmas. Sinto-me grata a todos aqueles que lutaram para que isso fosse possível. 
Boas leituras!

Livraria bombardeada pelos alemães (a foto foi retirada do Google).

domingo, 8 de abril de 2018

Desperdício Zero ( Zero waste home)

É uma leitura interessante, sobretudo para quem se preocupa com a sua "pegada ecológica". O livro está repleto de sugestões para simplificarmos a nossa vida e reduzirmos o desperdício. Algumas são viáveis e eu até já as seguia, outras parecem-me absurdas, tendo em conta o meu estilo de vida. A autora, uma espécie de guru destas coisas do minimalismo, descreve como ela e a família adotaram este conceito. Algumas das situações relatadas fizeram-me rir às gargalhadas. Não há dúvida de que o sentido de humor é uma ferramenta preciosa.

domingo, 1 de abril de 2018

No Barreiro ...

... podemos ver um dos maiores murais feitos pelo street artist, Vhils. Estive lá no feriado e fiquei impressionada com o que vi. É uma homenagem bonita a todas as mulheres e homens que trabalharam na Companhia União Fabril. E, tal como eu, havia muita gente a tirar fotos ao mural e também ao espaço envolvente, alvo de requalificação. Mais um sítio agradável para caminhadas, sobretudo quando as árvores e a relva crescerem. Gostei!














sábado, 31 de março de 2018

Esgotamento

Este final de março foi ainda mais trabalhoso do que o costume. Apesar de estar acostumada (mal acostumada, deve dizer-se) a trabalhar cerca de dez horas por dia e de quase não ter fim-de-semana, comecei a ressentir-me deste ritmo de trabalho. Foi precisamente nesta semana, quando o volume de trabalho abrandou que comecei a sentir um grande cansaço, tanto físico como mental (ou lá o que lhe queiram chamar) que culminou com uma brutal dor de cabeça na quarta-feira, que me atormentou até ao final da última reunião desse dia. Não tomei nenhum analgésico porque, salvo raras exceções, não quero intoxicar-me com químicos, sabendo que o que está na origem do problema é todo o stress a que habitualmente estou sujeita. Na verdade, dá-me raiva ter que tratar um problema que é causado pelo meu estilo de vida e que, por isso, deveria ser evitável. Nem quero ficar como 99% dos meus colegas, que tomam comprimidos para os ajudarem a enfrentar o dia de trabalho ou que, volta e meia, vão parar ao "estaleiro". Tenho muito trabalho para fazer nestes dias mas decidi não pegar em nada. Vou aproveitar esta pausa para estar ao ar livre, dormir sem a ansiedade da "hora de acordar", comer calmamente , ler e fazer o que me apetecer. E, sobretudo, não pensar em todo o trabalho que me aguarda para a semana. Mas não deveria ser assim, pois não? Este esgotamento dos recursos humanos não se traduz num aumento da produtividade e nem na qualidade do serviço prestado. Também nos compete  dizer "basta!" e impor determinados limites. É quase como naquela publicidade da tv, "se eu não cuidar de mim, quem cuidará?".