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domingo, 30 de abril de 2017

As gémeas do gelo (The ice twins)

 Lido num dia! Arrepiante! Um verdadeiro livro de suspense! Embora se trate de ficção, a estória aborda questões inquietantes, para as quais ainda não existem respostas satisfatórias. No entanto, não fazia ideia de que houvesse tantos estudos académicos sobre o comportamento dos gémeos idênticos. O autor misturou vários elementos e conseguiu a combinação perfeita, nunca caindo em situações suscetíveis de comprometer a integridade da estória. Além disso, à medida que a ação decorre, aquilo que pensamos ser verdade pode não passar de ilusão. Gosto disto, gosto de só descobrir o que aconteceu quando o autor o decide revelar e gosto ainda mais quando nem tudo tem uma explicação lógica.
Estou em "pulgas" para comentar o livro, mas não quero estragar a leitura a ninguém... por isso, só posso dizer que vale a pena. Escolham bem o momento para o ler porque não é o tipo de livro para ir lendo. Divirtam-se!!!!!
 No Natal, ofereceram-me este "adereço", feito numa impressora 3D, para facilitar as leituras, do ponto de vista mecânico. E não é que funciona? 

sábado, 22 de abril de 2017

Acasos felizes (Serendipity`s footsteps)

Gostei. Três estórias que se entrelaçam de forma harmoniosa. Umas mais tristes do que outras, como é inevitável. Apesar de já ter lido muitos relatos sobre os campos de concentração nazis, nunca deixo de ficar chocada com a bestialidade (de besta) praticada e também com a prova (mais uma) de que não existe nenhum deus, pois se existisse, como poderia permitir tais atrocidades? Mesmo assim, no meio de tanto horror, há sempre quem consiga ter gestos de grande nobreza. Por isso e não só, vale a pena ler este livro.

domingo, 9 de abril de 2017

Vidas esquecidas (Necessary lies)

É uma estória interessante, sobretudo porque se baseia em factos reais. O Programa de Eugenia para a esterilização, visto agora, pode ser chocante, mas na época, as assistentes sociais recomendavam-no com as melhores das intenções. O problema é que começou a ser aplicado de forma indiscriminada, basta ver os critérios que eram utilizados. Sou a favor da esterilização em casos clínicos e até sociais, muito específicos, como no caso da Mary Ella . Qual era a alternativa? Deixá-la ter criança atrás de criança, tendo ela e o filho um atraso mental significativo? Pois, é complicado.
  Gostei da descrição do trabalho de assistente social da época, que não deve ser muito diferente daquilo que fazem agora. Além de terem que lidar com situações extremas de miséria humana, ainda têm que enfrentar a hostilidade de quem tentam ajudar, nalguns casos até correndo risco de vida. Jane, apesar de toda a sua  vontade, não era uma boa assistente social, enredou-se demais com a família de Ivy e acabou por sofrer as consequências. A autora retrata muito bem a miséria  da América rural dos anos sessenta, que na essência é igual à que se viveu em Portugal. 

segunda-feira, 20 de março de 2017

O anjo da morte (Side and Seek)

Depois de ter sido injustamente detida (ler o livro "Na boca do Lobo"), a inspetora-detetive Helen Grace tenta, a todo o custo, ilibar-se. Não é uma tarefa fácil pois ela encontra-se presa e tem uma única aliada no exterior. A vida de Helen na prisão é um verdadeiro inferno e, tendo em conta que se trata de uma polícia caída em desgraça, as coisas só podem piorar. A descrição das rotinas das presidiárias, bem como as de todo o pessoal que trabalha na prisão, está muito bem conseguida e é simplesmente assustadora. Livra, que cenário dantesco! Finalmente, no final deste livro, é feita justiça a Helen, mas nada pode apagar o que penou na prisão. Gostei do protagonismo assumido pela detetive Charlie Brooks. Sempre achei que era uma personagem que tinha mais potencial. 

sábado, 4 de março de 2017

Na boca do lobo (Little boy blue)

Uau! A capa do livro não engana. É mesmo "um thriller policial alucinante". Foi muito difícil parar a leitura, para ir fazer as minhas obrigações (eu sempre disse que o trabalho ideal para mim, seria o de leitora). A inspetora-detetive Helen Grace vê-se, mais uma vez, a braços com uma série de homicídios intrigantes e invulgares. O que ela não contava é que .... e pronto, não vou dizer mais nada, ahaha... O que me irritou neste livro? As ações nada éticas da jornalista Emília Garanita e até do resto da matilha de jornalistas sensacionalistas. Mas, se pensar bem, é o que acontece na vida real. Basta ligar a tv para ver notícias que não passam de especulações ou da devassa da vida de cada um... informações fidedignas praticamente não há. É o que vende, não é? E o nível vai descendo ... Suspeito que um jornalista sério tenha muitas dificuldades em sobreviver.
Já comecei a ler a continuação deste e vou bem lançada (até na fila do supermercado aproveitei para ler um bocado ahahah). Não há dúvida, apesar de gostar de diversificar as minhas leituras, eu sou do team dos policiais e dos thrillers ... até nas séries que escolho seguir (praticamente, só vejo a Fox Crime... será que há uma detetive frustrada em mim? Bem, há décadas, quando me licenciei em Química e ainda não se falava em CSI, o que eu queria era ser investigadora forense, mas depois segui outra área... cá está, pecados antigos projetam sombras longas ahahahaha). Boas leituras!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Uma mulher no topo do mundo

Quando comecei a ler este livro, presente de aniversário, pensei que se tratasse de uma estória de viagens, superação no desporto, etc. Afinal, é também e sobretudo, a estória de uma portuguesa que decidiu ajudar as pessoas de um bairro da lata no Bangladesh. Custa a crer que alguém, nos tempos que correm, sacrifique tudo para ajudar perfeitos desconhecidos... ainda para mais, quando ninguém lhe pediu ajuda e não quer a sua ajuda. 
Impressionou-me a sua resiliência perante tantos obstáculos, sobretudo sabendo que não era bem vinda no tal bairro. Foi roubada pelos seus colaboradores locais, explorada por outros tantos, denegrida pelos que pretendia ajudar e, mesmo assim, não desistiu. Tão grande era o seu empenho que, embora tendo uma má preparação física, treinou duramente e conseguiu a faceta de escalar o Evereste! O objetivo era chamar a atenção para o seu projeto e angariar dinheiro. O esforço não foi devidamente recompensado, o que a levou a correr maratonas e mais maratonas. Enfim, é o projeto de vida dela. É difícil de entender tal sacrifício, tendo em conta o feedback obtido (pouca gente grata por todo o seu esforço).
Penso que o choque cultural é uma realidade, não vale a pena estar com tretas. Quando queremos ajudar, acabamos por impor (ainda que inconscientemente e na melhor das intenções) a nossa cultura aos outros. Mas então, como é que podemos ajudar? Sinceramente, não sei. 

domingo, 19 de fevereiro de 2017

A morte usa uma máscara de beleza (Death wears a beauty mask and other stories)

Bela coletânea de contos de mistério. Reencontrei a autora que me cativou há uns anos atrás. Li um conto por noite e fiquei cheia de pena quando o livro chegou ao fim. Só não gostei muito do último e nem sei bem dizer porquê.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Regressar (Forgotten)

Entretém e até me conseguiu arrancar umas boas gargalhadas. No entanto, para ser sincera, é uma daquelas estórias de que nunca mais me irei lembrar. Gostei do início mas achei que o desenvolvimento foi muito pobre, muito cheio de diálogos e situações da treta. Enfim,  até a capa é enganadora.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O livro do Hygge (The little book of hygge)

Há dois livros, de autores diferentes, sobre este assunto. Escolhi este porque foi escrito pelo presidente do Happiness Research Institute (nem sequer sabia que existia tal coisa). Já agora, que belo trabalho ele tem, descobrir o que faz as pessoas felizes. O livro tem umas fotos espetaculares, mesmo hygge. Em si, o conteúdo não tem nada de novo, mas é interessante ler sobre os hábitos e cultura de um povo, que é considerado o mais feliz da Europa. Do que mais gostei, foi do facto das pessoas gostarem de apreciar a vida e não se culpabilizarem por tal. Por aqui, faz-me confusão ver as pessoas numa espécie de competição sobre quem é mais escravizado, como isso fosse motivo de orgulho nacional (pois a mim, só mostra o quão atrasados somos).
Têm das cargas fiscais mais pesadas da Europa, mas têm também a melhor qualidade de vida. Porque será? Algo me diz que tem a ver com facto de a sua classe política não ser corrupta, o que significa que os impostos servem o povo e não os interesses particulares de uns ****. O próprio autor do livro, afirma que é esta tranquilidade de saber que as necessidades básicas estão satisfeitas, aliada a horários de trabalho que permitem o tão falado equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, que torna as pessoas disponíveis para desfrutarem a vida. 
Ora bem, eu também tenho momentos hygge. Ainda hoje, after work, fui dar uma espreitadela à livraria do burgo e depois degustar um capuccino e uma fatia de salame (divinal). Mas não pensem que sempre foi assim. Eu também estava formatada para sentir culpa, caso não estivesse sempre a trabalhar ou então por não andar sempre infeliz ... até que descobri que ser infeliz requer muito mais energia do que tentar ser feliz. Como me treino (processo contínuo) para percecionar a realidade de outro ponto de vista, a minha vida também melhorou. Não tenho mais dinheiro, o meu trabalho continua a ser desgastante e sem perspetivas nenhumas, algumas pessoas com quem tenho que lidar esgotam-me (pessoas tóxicas, conhecem?) mas... sinto-me melhor, com mais apreço pelas coisas que me fazem sentir bem. É claro que também tenho os meus dark days, mas isso só me ajuda a valorizar ainda mais o meu esforço para desfrutar a vida. Posto isto, fiquei com vontade de conhecer a Dinamarca (e eu que não tivesse vontade de ir passear, eheheh).

Um dos meus kit hygge, presente de aniversário da mana, exceto o livrinho (presente de mim para mim). Falta o chocolate e os scones para o completar (fica aqui a dica para a próxima vez). 



sábado, 21 de janeiro de 2017

Pequenas grandes mentiras (Big little lies)

O que é que realmente sabemos da vida das outras pessoas? Quando vemos as publicações nas redes sociais, só sorrisos e fotos estrategicamente tiradas, somos levados a pensar que a vida dos outros é mais interessante do que a nossa. Mas será? Quantas vezes essas publicações não serão uma tentativa de combater a solidão e camuflar as mágoas? Este livro fez-me refletir sobre isso (não é que já não o tenha feito várias vezes... eu sei, posso ser um bocado masoquista eheheh)  e sobre o esforço que cada um de nós faz para apresentar uma melhor versão de si mesmo ao mundo. E este esforço é louvável, permite uma convivência civilizada na maioria das vezes. O problema é quando, durante todo este processo, nos perdemos de nós mesmos, daquilo que nos torna únicos e nos faz felizes mesmo sem o sabermos. A estória está muito bem contada e não fiquem a pensar que é deprimente, porque não é. Tem um registo humorístico muito bem conseguido. Gostei muito! Obrigada Dora, por me teres emprestado este livrinho. 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Sapatinhos de chocolate ( Chocolat shoes and wedding blues)


Comecei a ler este livro no verão e, ao fim de algumas páginas desisti. Não era o tipo de estória que me apetecia ler naquele momento. No fim-de-semana do Ano Novo, lio-o de "fio a pavio" e gostei. É por isso que, embora tenha uma caixa (a da foto) cheia de livros por ler (são duas filas de livros) e mais alguns estacionados em vários pontos da casa, por vezes, o que me apetece ler é precisamente aquele que não tenho! Sempre acreditei que a leitura deverá ser uma atividade prazeirosa e, como tal, haverá um livro adequado a cada estado de espírito. 
Esta é uma estória que entretém, assim levezinha e bem humorada e que nos dispõe bem. Uma espécie de "Cinderela" dos tempos modernos. Gostei muito das descrições da aldeia, da loja, das comidinhas preparadas pela nossa protagonista e até das suas roupas. Eu, que acabo por ser muito monocromática no inverno, fiquei com vontade de usar roupas mais coloridas... acho que isso também contribui para melhorar a nossa disposição.
 Fui dar uma volta pelos saldos e não resisti a esta caixa. Além de gira, é prática para guardar livros ou outras coisas (mais gira do que os alguidares de plástico, que eu às vezes uso para esse fim, eheheh).

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Pessoas como nós (Everybody rise)

Acabou por ser uma leitura interessante. No início, pensei que fosse mais uma daquelas estórias "água com açúcar", sobre o mundo cintilante de uma dada elite em Nova Iorque, mas acabou por ser muito mais. O desejo de pertença a um grupo fechado e muito elitista, leva a protagonista da estória a mentir, a roubar, a bajular, a   renegar a verdadeira amizade e, por fim, a perder por completo a sua dignidade e a afundar-se em dívidas. É que manter este tipo de vida, tão fácil para quem nasceu no meio e não precisa de contar cêntimos, é muito complicado e dispendioso. E é durante a queda, digamos assim, que Evie (a protagonista) descobre que, afinal, é perfeitamente descartável e que nunca fez realmente parte do grupo e que nunca teria qualquer hipótese de fazer. Comecei por antipatizar com a Evie, por causa das suas ações para agradar a quem não merecia, e depois acabei por admirar a forma como se reergueu e enfrentou os problemas. 
Boas leituras!

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Uma questão de classe (Different Class)

Gostei bastante! Mesmo depois de tantos livros que já li desta autora, continuo a surpreender-me com a sua versatilidade, com a sua capacidade de agarrar num acontecimento banal ou horrível e   transformá-lo numa estória que vale a pena ser lida. Neste caso, a estória é contada a duas vozes, o que nos permite ter perspetivas diferentes dos mesmos acontecimentos. Uma das vozes pertence a um velho professor de uma escola de elite e a outra a um dos alunos. Logo após as primeiras páginas, fiquei cativada pela narrativa do professor. É tão atual, talvez porque os problemas das pessoas acabam por ser sempre os mesmos, embora com roupagens diferentes, e identifico-me tanto com o seu discurso que é quase como se ele tivesse entrado na minha cabeça. Ao mesmo tempo, é comovente assistir a uma espécie de luta entre o bem e o mal (sempre presente nos livros da Joanne Harris), embora a fronteira entre estes dois opostos esteja um pouco esbatida. Gostei tanto de alguns trechos que, se este fosse um book e não um ebook e, apesar de não ser um hábito meu, teria sublinhado algumas frases com um marcador daqueles bem "espampanantes" (rosa choque eheheh).
Boas leituras!

domingo, 11 de dezembro de 2016

A livraria dos finais felizes (Lasarna i Broken Wheel rekommenderar)

Não me cativou logo de início, mas depois acabou por captar a minha atenção. Uma estranha, numa cidade ainda mais estranha de acordo com os padrões tradicionais, consegue (re)animar uma pequena cidade. Foi muito gira a ideia da Sara (a tal estranha) de abrir uma livraria como forma de retribuir a gentileza das pessoas da cidade e mais gira ainda, a ideia de arranjar um livro adequado a cada pessoa, mesmo para aquelas que diziam que não gostavam de ler. E, mesmo no fim, quando tudo parece estar perdido, eis que temos um final feliz! E é mesmo disso que às vezes precisamos, de um final feliz!

domingo, 13 de novembro de 2016

A vida dos outros (The other half lives)

É uma estória arrepiante, a fazer lembrar (que saudades) os policiais de Agatha Christie. Percebe-se porque é que Sophie Hannah foi a escolhida para escrever as novas aventuras do Hércule Poirot. Fiquei cativa desta estória desde  o início porque também fiquei confusa desde o início... é verdade, uma confusão muito boa que me despertou a vontade de continuar a ler para descobrir o que ia acontecer a seguir e, o que aconteceu foi que... fiquei ainda mais confusa eheheheh. Todas as minhas teorias foram sendo destruídas à medida que o enredo me enredava, o que só atiçava mais a minha curiosidade. Desta vez, o mal não triunfou embora tenha feito os seus estragos. Quanto a mim, o título em inglês está mais de acordo com o enredo do que o título em português e tem também uma carga mais dramática. Gostei!

sábado, 15 de outubro de 2016

Na sombra da minha irmã (The opposite of me)


Gostei. É uma estória simples, mas que me deixou a pensar sobre algumas coisas. Lindsey vivia obcecada pelo trabalho, dava tudo por tudo pela grande empresa... até ao dia em que foi despedida que, por acaso, foi o melhor que lhe aconteceu. Este acontecimento, inesperado, levou-a a enveredar por uma profissão totalmente diferente e por um ritmo de trabalho saudável. Não é que ela não gostasse do que fazia antes, porque gostava, mas já não era feliz a fazê-lo naquelas condições perfeitamente alucinantes. Só mesmo a sua sede de poder e a vontade de mostrar ao mundo quão importante era, a tinham levado a escravizar-se daquela forma... isso e um salário para lá de chorudo que, diga-se a verdade, lhe permitiu encarar a mudança de vida de outra forma. A juntar a isto, Lindsey vivia em competição constante com a irmã gémea. Na tentativa de marcar a diferença, sendo o oposto da irmã, Lindsey quase anulou a sua personalidade. No entanto, um acontecimento dramático (acho que era desnecessário, mas percebo a intenção) vai   alterar novamente a ordem das coisas. Mas não se preocupem, porque este é um daqueles livros em que tudo acaba bem (ou quase bem).

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Santuário (The Loney)

Não gostei. Está muito bem escrito. Aborda questões muito profundas sobre a Existência, mas deixou-me desalentada, deprimida e, para isso, não preciso de ajuda. Pois, se calhar não sou nenhuma intelectual ou se calhar, estou simplesmente esgotada, graças ao meu maravilhoso trabalho. Seja como for, não é deste tipo de leitura de que preciso  neste momento. Quero estórias que me façam rir, que me façam ter esperança, que me façam viajar, que me façam suster a respiração, que me façam sentir bem. Estou cá desconfiada, ao olhar para a pilha de livros em fila de espera, que alguns não serão bem aquilo que eu pensei quando os comprei (já vi as opiniões em alguns blogs e ...). Há quem compre roupa ou sapatos por impulso, eu compro livros. Sou atraída pelas capas e pela vontade de experimentar novos autores e depois dá no que dá. Fica aqui o compromisso de fazer uma pesquisa cuidadosa antes de adquirir novos livros.
Entretanto, sem que eu tivesse feito alguma coisa (juro), desapareceu a lista dos blogs que eu andava a seguir, assim sem mais nem menos. Mas esta coisa tem vida própria?

sábado, 10 de setembro de 2016

Não digas nada (The good girl)

Mais um thriller psicológico. Mais uma vez, a estória não tem nada de novo e até é previsível, mas está muito bem contada. Prende desde o início, não nos deixando ficar indiferentes. Curiosamente, a minha personagem "ódio-de-estimação" foi precisamente a Mia. Embirrei com ela desde o início. Achei-a muito sonsa e à mãe dela também. 

sábado, 3 de setembro de 2016

Teia de mentiras (Missing Pieces)

Uma teia de mentiras lança o caos numa pequena cidade rural. O problema das mentiras é que, como diz o provérbio, "têm perna curta". Mesmo assim, esta bem urdida teia ainda consegue fazer muitos estragos numa família. A dada altura descobri quem foi (aposto sempre no elemento menos provável, eheheh), mas não conto...