segunda-feira, 20 de março de 2017

O anjo da morte (Side and Seek)

Depois de ter sido injustamente detida (ler o livro "Na boca do Lobo"), a inspetora-detetive Helen Grace tenta, a todo o custo, ilibar-se. Não é uma tarefa fácil pois ela encontra-se presa e tem uma única aliada no exterior. A vida de Helen na prisão é um verdadeiro inferno e, tendo em conta que se trata de uma polícia caída em desgraça, as coisas só podem piorar. A descrição das rotinas das presidiárias, bem como as de todo o pessoal que trabalha na prisão, está muito bem conseguida e é simplesmente assustadora. Livra, que cenário dantesco! Finalmente, no final deste livro, é feita justiça a Helen, mas nada pode apagar o que penou na prisão. Gostei do protagonismo assumido pela detetive Charlie Brooks. Sempre achei que era uma personagem que tinha mais potencial. 

domingo, 5 de março de 2017

A pequena leitora

Adoro esta "leitora", confeccionada pela minha irmã em E.V.A, que assentou acampamento cá em casa... 

 Reparem nos detalhes: os livros, a agulha de tricotar, o novelo de lã e até a rolinha, que anda à solta aqui por casa (mas que nunca se aproximou dos meus livros... há limites que não podem ser ultrapassados ehehe).
 Estas estantes, ao contrário das minhas, ainda têm espaço para muitos livrinhos.

sábado, 4 de março de 2017

Na boca do lobo (Little boy blue)

Uau! A capa do livro não engana. É mesmo "um thriller policial alucinante". Foi muito difícil parar a leitura, para ir fazer as minhas obrigações (eu sempre disse que o trabalho ideal para mim, seria o de leitora). A inspetora-detetive Helen Grace vê-se, mais uma vez, a braços com uma série de homicídios intrigantes e invulgares. O que ela não contava é que .... e pronto, não vou dizer mais nada, ahaha... O que me irritou neste livro? As ações nada éticas da jornalista Emília Garanita e até do resto da matilha de jornalistas sensacionalistas. Mas, se pensar bem, é o que acontece na vida real. Basta ligar a tv para ver notícias que não passam de especulações ou da devassa da vida de cada um... informações fidedignas praticamente não há. É o que vende, não é? E o nível vai descendo ... Suspeito que um jornalista sério tenha muitas dificuldades em sobreviver.
Já comecei a ler a continuação deste e vou bem lançada (até na fila do supermercado aproveitei para ler um bocado ahahah). Não há dúvida, apesar de gostar de diversificar as minhas leituras, eu sou do team dos policiais e dos thrillers ... até nas séries que escolho seguir (praticamente, só vejo a Fox Crime... será que há uma detetive frustrada em mim? Bem, há décadas, quando me licenciei em Química e ainda não se falava em CSI, o que eu queria era ser investigadora forense, mas depois segui outra área... cá está, pecados antigos projetam sombras longas ahahahaha). Boas leituras!

quinta-feira, 2 de março de 2017

Tão bonita

... esta orquídea, que mora na minha cozinha. E pensar que houve uma época em que não dava nada por ela, já que era apenas uma visão de tronquinhos enfezados e moribundos. Mas agora, agora ergue-se em toda a sua beleza, desafiando o meu julgamento.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Uma mulher no topo do mundo

Quando comecei a ler este livro, presente de aniversário, pensei que se tratasse de uma estória de viagens, superação no desporto, etc. Afinal, é também e sobretudo, a estória de uma portuguesa que decidiu ajudar as pessoas de um bairro da lata no Bangladesh. Custa a crer que alguém, nos tempos que correm, sacrifique tudo para ajudar perfeitos desconhecidos... ainda para mais, quando ninguém lhe pediu ajuda e não quer a sua ajuda. 
Impressionou-me a sua resiliência perante tantos obstáculos, sobretudo sabendo que não era bem vinda no tal bairro. Foi roubada pelos seus colaboradores locais, explorada por outros tantos, denegrida pelos que pretendia ajudar e, mesmo assim, não desistiu. Tão grande era o seu empenho que, embora tendo uma má preparação física, treinou duramente e conseguiu a faceta de escalar o Evereste! O objetivo era chamar a atenção para o seu projeto e angariar dinheiro. O esforço não foi devidamente recompensado, o que a levou a correr maratonas e mais maratonas. Enfim, é o projeto de vida dela. É difícil de entender tal sacrifício, tendo em conta o feedback obtido (pouca gente grata por todo o seu esforço).
Penso que o choque cultural é uma realidade, não vale a pena estar com tretas. Quando queremos ajudar, acabamos por impor (ainda que inconscientemente e na melhor das intenções) a nossa cultura aos outros. Mas então, como é que podemos ajudar? Sinceramente, não sei. 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

O que encontrei por aqui

Estava a limpar as minhas estantes, quando encontrei estes dois livros. Nem me lembrava deles. A verdade é que, quando preciso de uma receita, consulto a internet e seleciono, das muitas opções, aquela que mais me convém. Já há muito tempo que não consulto um livro de culinária, de modo que foi com verdadeiro deleite que revi as fotografias dos vários pratos. Até selecionei alguns para confeccionar. Vamos lá ver ...