quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Ginasticar

Gosto bastante de fazer exercício físico. Gosto e preciso. Encontrei um ginásio, a preço amigável e que tem um bom leque de opções. E, talvez seja por isso que todas as aulas estão a abarrotar. De tal forma, que hoje me questionei se estarei a fazer mal à minha saúde, achando que estou a fazer bem. As aulas são em salas sem ventilação (não têm janelas e a porta está fechada), com ar condicionado (o que sabe bem, dado o calor que se tem feito sentir) e com lotação esgotada. E é este excesso de pessoas que me está a fazer muita confusão... ar viciado, espaço limitado e barulho ( o que aquelas mulheres guincham ... nunca vi nada assim). Ainda tenho a secreta esperança de que abram mais aulas ou de que este pessoal se vá distribuindo por outros horários. Entretanto, estou a adorar as aulas de pilates e de ioga (também estão cheias mas não lotadas e são silenciosas). Já o zumba e as outras ...
Ou então, eu é que sou esquisitinha e já não tenho paciência para uma data de coisas. Sim, também poderá ser isso.



domingo, 1 de outubro de 2017

Atualização


Tenho lido, mas não tenho tido vontade de fazer a atualização das leituras aqui no blog. Como sempre, o mês de setembro é muito complicado para mim, não tanto pela carga de trabalho mas por já não me identificar com o meu trabalho, ou melhor, com a forma como exigem que seja feito, mas isso é conversa para outra dissertação. 
Destes quatro livros, os meus favoritos são "A casa da morte" e o "Crime de Paragon Walk".  Os outros dois, "Gritos silenciosos" e "O som do silêncio", aborreceram-me de morte. Mas, como eu sempre disse, há o livro certo para a ocasião certa e, talvez não tenha sido este o caso. Já Patterson não me desiludiu. Apesar de achar o livro um bocado sensacionalista e de ter descoberto o criminoso facilmente, gostei do ritmo com que a ação se desenvolveu. 
"Crime de Paragon walk", faz parte da série "Crime à hora do chá" e surpreendeu-me pela positiva. Há muito que não lia uma estória policial tão bem escrita e sem recorrer a sensacionalismos desnecessários. Além disso, a ação decorre numa época em que os costumes eram diferentes (muito bem descritos pela autora), mas a natureza humana não. Gostei mesmo muito!

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Doce tortura (Sweet Damage)

É uma estória fácil de seguir, com a dose certa de mistério, mas depois de lida, foi facilmente esquecida. No entanto, foi uma boa companhia durante algumas horas, na minha esplanada improvisada à beira-rio.


domingo, 3 de setembro de 2017

os olhos amarelos dos crocodilos ("les yeaux jaunes des crocodiles")

Comprei este livro porque adorei a capa. Eu sei, escolher um livro pela capa ... No entanto, até gostei da estória. Não é bem o meu género, mas lê-se muito bem, como se costuma dizer. As intrigas familiares são o fulcro da ação. Todas as personagens são um pouco disfuncionais, o que conduz a situações, por vezes, hilariantes. Gostei da personagem principal, embora a tenha achado um bocado parvalhona, de tão boazinha que é. Tenho o segundo livro e, assim que puder pretendo lê-lo. 

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Animais fofinhos em Valência (Espanha)

Durante as minhas férias em Valência, fui visitar o Bioparque, que é similar ao nosso zoo. Estava um dia com temperaturas superiores a 40º, o que me levou a pensar que não iria ver nenhum dos habitantes do Bioparque. Mas isso não aconteceu. Ficam aqui, algumas fotos dos bichinhos deste parque (os meus favoritos são as girafas... tão, mas tão queridas!).














terça-feira, 11 de julho de 2017

A experiência

Através da minha irmã, tomei conhecimento destes vídeos. Vale a pena ver, cada um tem uma duração de uns quinze minutos, não sendo saturantes e nem monótonos. A comunicadora, Flávia Melissa, apresenta a informação de forma cativante e com qualidade. Gostei e, por isso, deixo aqui a partilha.