sexta-feira, 25 de maio de 2018

A Natureza encontra sempre o seu caminho

Hoje de manhã, fui surpreendida por esta flor. Um amarelo vibrante, a contrastar com o cinzento da calçada. Não resisti e tive que registar. São estes momentos que me relembram que (quase) tudo o mais é ruído, caos e histeria. Esta florzinha, na sua simplicidade, melhorou o meu início de dia.



terça-feira, 22 de maio de 2018

Art studio tour

Gostei tanto deste vídeo (Youtube), que tive que o partilhar aqui.
Embora nunca tenha desejado ter um espaço dedicado às artes manuais, fiquei cativada por este estúdio. Está tudo, de tal forma organizado, que até dá gosto ver. É claro que deve ser um pesadelo na hora de limpar. Neste quesito eu sou mais como os minimalistas, embora não seja uma minimalista. Ou seja, tento organizar tudo, de forma a não perder muito tempo nas lides domésticas. Por exemplo, nunca troquei de mobília pois tem linhas simples e é de boa qualidade mas,  gostaria de substituir a minha cama, porque é muito difícil limpar debaixo dela (é daquelas com gavetas). 
Voltando ao estúdio, acho que as plantas ajudam a criar um bom ambiente de trabalho. Lindo!



segunda-feira, 21 de maio de 2018

Ioga no parque

Em maio, (re)começaram as atividades desportivas no parque, dinamizadas pelo Grupo Desportivo dos Trabalhadores da Câmara Municipal. Já tivemos zumba e, neste domingo, foi a vez do ioga. Bom ambiente, um professor espetacular e muita vontade de fazer mais e melhor. Adorei! E que sortuda sou, moro mesmo do outro lado da estrada. É que nem há desculpas para ficar em casa.
As fotos foram tiradas pela organização do evento e, visto de longe, até estamos muito "certinhas", ahahahah.






A Viúva ( The widow)

As minhas leituras têm andado muito paradas porque, quando finalmente dou por encerrado o dia de trabalho, já não tenho energia para me concentrar na leitura ... tenho mesmo que arranjar forma de alterar isto, pela minha sanidade mental.
Mas, voltando ao que realmente importa, o enredo deste livro mostra, mais uma vez, quão manipuladoras algumas pessoas podem ser e quão idiotas outras são. A história é banal, mas está bem escrita e capta a atenção do leitor. De resto, é daquelas leituras que me entretêm, o que é ótimo, mas de que não me irei lembrar nunca mais.

Convento da Verderena

Até ao próximo domingo, está a decorrer a feira do livro, no Convento da Verderena, Barreiro. Os livros estão a preços muito acessíveis, uma vez que a ideia é fazer circular os livros e incentivar a leitura. Não são livros novos, mas estão em perfeito estado de conservação. No sábado passei uns momentos muito agradáveis, não só a ver os livros, como também a visitar o convento. É uma pena estar em tão mau estado de conservação, pois é uma autêntica jóia histórica. A Câmara está a fazer algumas obras por lá, mas aquilo precisa de uma intervenção a sério e de ser valorizado. É um espaço espetacular para eventos culturais. Inclusivé, têm sido feitos concertos no exterior, aproveitando um recanto da fachada do convento e algumas tertúlias literárias, numa das salas (creio, que na antiga capela). 











domingo, 6 de maio de 2018

Bocuda

Roubei este vídeo do youtube. Há muitos mais, protagonizados pela super engraçada Bocuda. Ontem, tive que me conter para não ver todos de seguida. Gosto de ir vendo aos poucos (para ter uma pequena reserva de boa disposição). Com uma boa dose de ironia, a Bocuda vai dizendo umas verdades. Ai, como me identifico com algumas coisas, sobretudo com a procrastinação... não é que eu tenha grandes hipóteses de o fazer, mas ....
Vão lá ao youtube ver os vídeos dela e deixar uns likes para ajudar. Afinal, é entretenimento gratuito, com mais qualidade do que grande parte das tretas que os canais de tv nos tentam enfiar pela goela abaixo.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dizem que hoje ...

... é o dia do Livro.  Para mim, são todos os dias, mesmo aqueles em que não tenho tempo sequer de ler uma página. Aprender a ler foi a maior conquista da minha vida e o dia em que isso aconteceu foi, sem dúvida alguma, o mais feliz. Não precisar de ninguém para me ler, nem que fosse um parágrafo, de todos os livros que eu, com tanto orgulho, transportava  para todo o lado, foi o equivalente a tocar numa nuvem. Os livros salvaram-me da monotonia, da estupidez e da mesquinhez do quotidiano. 
Sinto-me muito grata por ter a liberdade de escolher as minhas leituras e de poder opinar sobre as mesmas. Sinto-me grata a todos aqueles que lutaram para que isso fosse possível. 
Boas leituras!

Livraria bombardeada pelos alemães (a foto foi retirada do Google).