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domingo, 31 de março de 2013

Por aqui: um dia de lazer...

... para revisitar velhas paisagens! 



quinta-feira, 28 de março de 2013

Por Aqui: "moranguinha"

Estava eu a preparar-me para uns minutinhos de leitura, confortavelmente instalada no meu sofá, quando reparei que este já estava ocupado! E a fulaninha, de seu nome "moranguinha" (a primeira casota dela foi uma caixa de morangos...) nem se mexeu! Ao que chegámos :)

quinta-feira, 21 de março de 2013

Noites de Jasmim (Jasmine Nights)

Sinopse
" 1942. Numa Europa devastada pela guerra, a jovem Saba tem uma vida protegida. Demasiado protegida. Ela anseia por liberdade e é suficientemente obstinada para desafiar as convenções e a própria família e perseguir o seu sonho: cantar.
Ao atuar num hospital militar britânico, a jovem conhece Dom, um piloto em convalescença. A atração é imediata mas ambos sabem estar perante um amor condenado. Dom debate-se com o trauma das suas cicatrizes de guerra e está decidido a voltar rapidamente ao combate. Atormentada pelos perigos que o homem que ama está disposto a correr, Saba renuncia aos seus sentimentos e decide partir numa jornada que a levará ao glamour do Cairo e ao calor e opulência de Istambul. Um mundo tumultuoso e decadente de soldados, espiões e agentes duplos. Um mundo onde não há lugar para a inocência e todos buscam mais do que aparentam."

Impressões
Fiquei dececionada com a história! Não senti qualquer tipo de empatia pelas personagens principais que, na minha opinião, eram demasiado lamechas... de facto, a minha personagem favorita foi a Arleta e tive pena de que a história dela não tivesse sido desenvolvida, parecia muito mais interessante do que a da Saba ou do Dom. Ainda estive para deixar a leitura a meio, mas isso é uma coisa que me irrita e então, lá acabei de ler o livro, assim um pouco a "conta-gotas". 

sábado, 9 de março de 2013

Uma Casa de Família (The Novel In The Viola)

Sinopse
"Na primavera de 1938, a ameaça nazi paira sobre a Europa.
Em Viena, a cosmopolita família Landau vê desaparecer muitos dos seus amigos e teme pela sua segurança. A decisão de fugir do país é dolorosa mas inevitável. Não poderão partir juntos. Elise, a filha mais nova, é enviada para Inglaterra, onde a espera um emprego como criada de uma família aristocrática. É a única forma de garantir a sua subsistência e segurança. Para trás deixa uma vida privilegiada, levando consigo apenas algumas roupas e um violino.
Em Tyneford, ela tenta encontrar o seu lugar na rígida hierarquia da casa. É agora uma das criadas, mas nunca antes trabalhou. Tem a educação e os hábitos da classe alta, mas não pertence à aristocracia. Enquanto areia as pratas e prepara as lareiras, usa as magníficas pérolas da mãe por baixo do uniforme. Sabe que deve limitar-se a servir, mas não consegue evitar o escândalo ao dançar com Kit, o filho do dono da casa. Juntos vão desafiar as convenções da severa aristocracia inglesa numa história de amor que tocará todos os que os rodeiam.
Mas o mundo está a mudar. E Elise tem de mudar com ele. Em Tyneford, ela vai aprender que é possível ser mais do que uma pessoa. Viver mais do que uma vida. Amar mais do que uma vez."

Impressões
Adorei! Adorei! Adorei! Apesar de já ter lido muitos romances sobre esta época negra da nossa história, nunca deixo de me  surpreender com as diferentes abordagens do mesmo tema.
"The Novel In The Viola" (quando terminei a leitura, achei que o título em inglês está mais condizente com a narrativa) é um livro cativante e comovente! Lindo! Lindo! Fala dos que "ficaram para trás", daqueles que, embora não estivessem diretamente envolvidos na guerra, também tiveram a sua quota-parte de sofrimento. 
Pelas descrições, Tyneford parece uma região encantadora e encantada... o último reduto de paz e beleza num mundo caótico e em mudança. Até a mansão, apesar de toda a sua decadência, parece irradiar magia, tal é o poder da narrativa desta autora.
Adorei todas as personagens, mas a minha favorita é o senhor Rivers, um verdadeiro gentleman (será que é assim que se escreve?), a fazer recordar os heróis dos romances de Jane Austen.
Este é um dos poucos livros que voltarei a ler, sem dúvida alguma!

Um cheirinho...
"Tinha de deixar a Áustria, Anna e o apartamento com as suas janelas altas com vista para os álamos que brilhavam como fogo cor-de-rosa. Tinha de deixar as tulipas encarnadas no parque em abril, e os vestidos brancos rodados no Baile da Ópera.
- Tens de ir - disse Anna.
-Eu sei - respondi, e, ao dizê-lo, apercebi-me de que a minha infância luxuosa e prolongada chegara ao fim. Essa Elise, a rapariga que eu era então, diria que sou uma velha, mas está enganada. Eu ainda sou ela. Estou de pé na cozinha, com a carta na mão, a observar os outros, e sei que tudo tem de mudar."

Um recado...
"Por favor, tratem esta igreja e estas casas com cuidado; deixámos os nossos lares, onde muitos de nós vivem há gerações, para ajudar a vencer a guerra de modo a que os homens possam continuar a ser livres. Voltaremos um dia e agradecemos que cuidem bem da aldeia."

Aviso afixado à porta da igreja de Tyneford pelos aldeões, antes de partirem, na véspera de Natal de 1941.

domingo, 3 de março de 2013

O Resgate no Mar (Voyager)


Sinopse
"(...) Durante todo esse tempo, desde que voltara ao futuro, grávida, Claire acreditava que Jamie não tivesse sobrevivido ao violento conflito travado nas Highlands. O jovem historiador Roger Wakefield, entretanto, vira o mundo de Claire de cabeça para baixo ao apresentar-lhe provas de que Jamie não morrera.
(...) Brianna, dividida entre o amor pelo homem que a criara como filha, Frank Randall, e a curiosidade de conhecer a história do seu verdadeiro pai, junta-se a Roger na pesquisa para descobrir o que aconteceu com Jamie após Culloden e onde se encontrava 20 anos após o conflito. Eles acreditam tê-lo localizado, sob o nome de A. Malcolm, numa tipografia em Edimburgo. Se o tempo "funcionasse" como eles acreditavam, Claire poderia voltar para Jamie vinte anos depois de ter partido."

Impressões
O terceiro livro desta saga, está dividido em dois volumes, como aliás todos os outros que se lhe seguem. Estes vieram do hemisfério sul, mais concretamente do Brasil,  pois por terras lusitanas nem vê-los. Embora um livro não deva ser avaliado pela sua capa, confesso que não gostei nada destas! Pelo preço dos livros, bem que poderiam ter caprichado um pouco mais.
Claire regressa ao passado, exatamente vinte anos depois de ter partido e reencontra Jamie Fraser. Mas, o tempo não parou para nenhum dos dois e as coisas  poderão não ser como Claire recordava. Uma sucessão de infelizes acontecimentos conduzem estes nossos heróis a uma aventura marítima que envolve pirataria, naufrágios, alguma bruxaria e, por fim, o desembarque (involuntário) nas colónias europeias na América. Mal posso esperar para continuar a ler!

sexta-feira, 1 de março de 2013

Nas Asas Do Tempo (Outlander)

Sinopse
" Claire leva uma vida dupla. Tem um marido num século e um amante noutro...
Em 1945, Claire Randall, ex-enfermeira do Exército, regressa da guerra e está com o marido numa segunda lua-de-mel quando inocentemente toca num rochedo de um antigo círculo de pedras. De súbito, é transportadas para o ano de 1743, para o centro de uma escaramuça entre ingleses e escoceses. Confundida com uma prostituta pelo capitão inglês Black Jack Randall, um antepassado e sósia do seu marido, é a seguir sequestrada pelo poderoso clã MacKenzie. Estes julgam-na espia ou feiticeira, mas com a sua experiência em enfermagem, Claire passa por curandeira e ganha o respeito dos guerreiros. No entanto, como corre perigo de vida a solução é tornar-se membro do clã, casando com o guerreiro Jamie Fraser. 
Vive-se um período excepcionalmente conturbado nas Terras Altas da Escócia, que culminará com a quase extinção dos clãs na batalha de Culloden, entre ingleses e escoceses. Catapultada para um mundo de intrigas e espiões que pode pôr em risco a sua vida, uma pergunta insistente martela os pensamentos de Claire: o que fazer quando se conhece o futuro?"

Impressões
Descobri este livro depois de ter lido "A libélula presa no âmbar" que, na verdade, é o volume dois da saga. Só depois de ter lido "Nas asas do tempo" é que comecei a perceber melhor toda a história. É um romance que entretém e ao mesmo tempo fornece imensa informação sobre a Escócia do século dezoito. Enquadra-se no género das viagens no tempo (desde que se tornou uma moda, há para todos os gostos) e é protagonizado pela viajante no tempo, Claire Randall, e o seu marido do século dezoito, Jamie Fraser. Claire tem uma propensão natural para se envolver em sarilhos (o que até se torna um pouco irritante) arrastando quem está à sua volta... vale-lhe o heróico marido que a salva sempre das situações mais inacreditáveis. Neste volume a intriga política é mais fácil de acompanhar e o leitor está mais em contacto com a cultura escocesa da época. Além disso, há muita aventura e emoções fortes, o que o torna um pouco viciante.